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UPF presente em encontro sobre competitividade e recomeços no pós-pandemia

  • Por: Assessoria de Imprensa
  • Fotos: Reprodução internet

Promovido pela Assembleia Legislativa, o evento contou a participação de lideranças regionais para refletir o tema “Juntos para recomeçar”

Em sua 8ª e última edição, o Seminário Competitividade pelo Rio Grande – Juntos para recomeçar reuniu, nesta quinta-feira, 26 de novembro, lideranças de diversas áreas e setores das regiões da Produção, Norte e Campos de Cima da Serra. Entre os convidados, a reitora da UPF, Dra. Bernadete Maria Dalmolin, que representou o meio acadêmico e pontou as ações da Instituição no período da pandemia. O encontro é promovido pela Assembleia Legislativa do Estado e ocorreu de forma virtual.

O Seminário teve como foco colocar em pauta os caminhos para a retomada do crescimento econômico pós-pandemia. Liderada pelo deputado Ernani Polo, presidente da Assembleia Legislativa, a atividade também contou com a participação do presidente da Cotrijal, Nei Manica; do presidente do Sindipedras, Gilberto Luiz Bortoluzzi; do pesquisador da Embrapa Uva e Vinho e presidente do Corede Campos de Cima da Serra, Adalécio Kovaleski; e do secretário de Desenvolvimento de Passo Fundo, Carlos Eduardo Lopes da Silva.

Em sua explanação, a reitora manifestou a solidariedade com as vítimas da pandemia e destacou a importância de viver este momento com coragem. Para Bernadete, ficou evidente, neste período, que a tecnologia e a inovação devem ser os meios utilizados para que o Estado, por meio de suas empresas e instituições, possa crescer e se tornar competitivo. 

A educação como mudança

Um dos aspectos ressaltados pela reitora foi a educação para jovens e adultos. Para ela, oportunizar cursos de formação, sejam técnicos ou de curta duração, fará a diferença para que eles encontrem espaços no mercado de trabalho pós-pandemia. “As discrepâncias sociais ficaram ainda mais evidentes neste momento e na educação vimos isso de maneira muito clara”, pontuou.

Bernadete também trouxe para o debate a questão da tecnologia, que, segundo ela, tem sido a espinha dorsal nas entregas da educação no período de aulas e atividades virtuais. “Ficou muito claro que as escolas precisam das tecnologias, da mesma forma como precisam da estrutura física, como luz ou água. Para isso, é preciso investir nas escolas e fortalecer essa infraestrutura, bem como qualificar e promover a formação pessoal”, observou a reitora.

Para finalizar a fala, a reitora ressaltou que o Estado precisa investir e incentivar as potencialidades e capacidades existentes, permitindo que a ciência e tecnologia ganham espaços e possam contribuir, ainda mais. “Precisamos usar a ciência para crescer e desenvolver, contar com ela para que o crescimento venha pelo conhecimento e que as soluções cheguem na sociedade”, frisou.