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Olimpíada de Robótica Educativa Livre realiza sua última edição do ano

  • Por: Assessoria de Imprensa
  • Fotos: Divulgação

Em sua 8ª edição, a Olimpíada de Robótica Educativa Livre, promovida pela UPF, precisou se reinventar diante da pandemia de Covid-19. Neste ano, as competições, tradicionalmente elaboradas com o microcontrolador Arduino e componentes eletrônicos e mecânicos para confeccionar as soluções dos desafios das diversas etapas que compõem esta olimpíada, foram substituídas por provas virtuais, onde os competidores buscam desenvolver um importante importantes pilares da robótica, porém através de simuladores. No dia 5 de dezembro, a equipe realizou a 5ª e última fase da edição.

De acordo com o professor Dr. Marco Trentin, responsável pela competição, a olimpíada deste ano foi organizada em cinco etapas, de agosto a dezembro. “Fomos aumentando o grau de complexidade a cada nova etapa, com intuito de aprofundar os conhecimentos dos participantes. Nesta edição, cada equipe foi composta por três participantes de uma mesma instituição de ensino, acompanhados de um professor”, explica.

No dia 5 de dezembro, a equipe realizou a 5ª e última etapa da Olimpíada de Robótica Educativa Livre. A atividade contou com complexa simulação de um robô seguidor de linha a partir do software on-line e gratuito, o Open Roberta Lab. Segundo Trentin, os estudantes deveriam, a partir de sensores de cor, levar o robô do início ao fim, percorrendo o caminho sem falhas.  Ele conta que as linhas possuíam curvas grandes, pequenas e com o ângulo de 90°, além de formarem encruzilhadas. Já os cruzamentos que continham uma marcação verde indicavam a direção que o robô deveria seguir. “As encruzilhadas eram sempre perpendiculares (90°), e caminhos diferentes poderiam levar a lugar nenhum. Cabia às equipes desenvolver uma programação em blocos que levasse o robô da maneira mais rápida até seu destino final”, pontua.

Para o coordenador, ainda que com desafios e diante de uma pandemia que alterou toda a realidade, os professores observaram o engajamento dos estudantes e o interesse em aprender. “Apesar das dificuldades atuais e da ainda baixa presença da robótica em muitas das escolas, foi possível observar que ações como esta contribuem no desenvolvimento dos alunos, bem como despertam o interesse pela área, além de mostrar a importância em estabelecer relações com tecnologias e conceitos tão pertinentes no cotidiano atual”, observa.

Classificação

A classificação desta etapa foi realizada a partir da cronometragem do tempo e da quantidade de falhas de percurso que os competidores possuíam. Ao final, as três equipes com o menor tempo foram:

1º Lugar: Cavalo Vendado 1 - Colégio Marista Medianeira - 00:40:09
2º Lugar: Alien - Colégio Marista Conceição - 00:50:22
3º Lugar:  Cavalo Vendado 2 - Colégio Marista Medianeira -00:51:17

Além disso, também houve o encerramento geral da 8ª edição da Olimpíada de Robótica Educativa Livre. Ao final das cinco etapas, a classificação geral foi:

1º Lugar: Cavalo Vendado 1 - Colégio Marista Medianeira 
2º Lugar: Moon Walkers - Colégio Marista Conceição 
3º Lugar:  Cavalo Vendado 2 - Colégio Marista Medianeira