2016

Minicursos

A apresentação dos Minicursos ocorrerão no dia 02 de junho, das 15h15min às 17h15min.

Ciências da Natureza e suas Tecnologias: Biologia, Física e Química

Aulas experimentais de Mecânica para o ensino médio

O minicurso proposto tem por objetivo abordar o conteúdo de mecânica para o ensino médio utilizando as atividades experimentais como ferramenta didática. O enfoque principal está na realização dessas atividades de modo a discutir aspecto associados ao uso didático-metodológico e ao processo de construção dos equipamentos didáticos. Para a realização do minicurso serão utilizados equipamentos construídos de forma artesanal, com materiais de fácil aquisição e que estão ao alcance dos professores e da escola. A proposta consiste em inicialmente abordar a temática experimentação no ensino de Física, ressaltando sua importância e seu papel na construção dos conhecimentos. O destaque fica por conta do entendimento de que as atividades experimentais devem fazer parte das aulas de Física enquanto ferramenta didática e estar presente no ideário do professor. Na continuidade, pretende-se apresentar um conjunto de equipamentos didáticos especialmente construídos para o tópico Mecânica e o modo como eles poderão fazer parte das aulas de Física. A seguir, serão discutidos aspectos inerentes a sua construção; E, ao final, serão propostos que os cursistas desenvolvam roteiros-guia para sua utilização no ensino médio. Dentro os conteúdo/tópicos a serem abordados estão os de movimentos retilíneos de velocidade e aceleração constante; aceleração gravitacional; lançamento oblíquo; lançamento de projéteis; segunda Lei de Newton; plano inclinado com e sem atrito; força elástica; sistemas de forças; Teorema de Varignon; pêndulo balístico; conservação/dissipação de energia.

Autores: Me.Luiz Marcelo Darroz, Álvaro Becker da Rosa

Acadêmicos colaboradores:

Cassiano Zolet Busatto

Curso: Física

Local: B2 - ICEG

Laboratório de Física 118

Vagas: 18

Hipermídias no ensino de Física

Por anos pensou-se que o universo escolar e o digital fossem paralelos, difíceis de serem cruzados e que a tecnologia presente na vida diária dos alunos estivesse aquém dos estudos sobre o modo como os métodos de ensino pudessem se tornar mais eficientes. Nos últimos anos a situação se modificou e a tecnologia tem sido a melhor aliada do professor na busca pela ressignificação e qualificação do seu ensino. A partir dessa identificação e da necessidade de intervir e contribuir para a melhoria do processo ensino-aprendizagem nas disciplinas científicas, o minicurso tem por objetivo apresentar inovações no campo do uso das tecnologias educacionais para a abordagem dos conteúdos de Física no ensino médio. Dentre as ações pautadas para o minicurso está a discussão referente ao uso de tecnologias no ensino de Física e a apresentação de simuladores e softwares relacionadas ao ensino desta componente curricular. De modo mais específico o minicurso abordará o uso de simuladores como o Phet Physics da Universidade de Colorado – EUA, o uso de aplicativo para tablets e smartphones e disponíveis na Play Store (Ray Optics - Shakti Malik o Ray Diagrams - Audrius Meškauskas e o Optical Refraction Calculator -MyNiceTinyLab) e o uso de softwares como o Tracker e o Toondoo. O uso dos recursos digitais tem sido tema de pesquisas na área de ensino de Física, cujos resultados pretende-se discutir no minicurso, particularmente os que mostram que em sala de aula eles não apenas aumentam o interesse e o envolvimento dos alunos, mas potencializam e facilitam a aprendizagem.

Autoras: Drª. Cleci Werner da Rosa e Helena da Glória Pieri

Acadêmicos colaboradores:

Felipe Sereno Soso

Curso: Física

Local: B5 - LCI – Sala 8

Vagas: 19

 

Trabalhando as propriedades físicas de compostos orgânicos por meio dos óleos essenciais

Ao inserirmos os professores em novos espaços de interação social, com participação de pesquisadores, licenciandos e professores de escolas, possibilita-se um contexto de criação em novos níveis de abstração e significação, produzidos pelos estudos de currículo, de novas propostas metodológicas e estratégias de ensino (MALDANER, 2004). Nesse sentido, o Seminário de Atualização Pedagógica, oferecido regularmente pela UPF, é uma oportunidade para atingir esse espaço de criação. O objetivo deste minicurso é empregar a experimentação como recurso pedagógico para discutir conceitos fundamentais relacionados às propriedades físicas de compostos orgânicos, os quais, em geral, não se encontram nos livros didáticos e acabam por não serem desenvolvidos pelos professores do Ensino Médio. Desta maneira, serão propostas e realizadas atividades experimentais sobre solubilidade, densidade e viscosidade, usando como temática os óleos essenciais

Autora: Drª.Alana Neto Zoch

Acadêmicos colaboradores: Taciana Vendruscolo, Lucas Vanz

Curso: PPGECM

Local:

B2 - ICEG –

Laboratório de Química 3

Vagas: 12

Repelentes naturais: uma proposta metodológica para o ensino de Química

Atualmente, a utilização de diferentes temáticas para ensinar Química tem sido uma das alternativas encontradas pelos professores para chamar a atenção dos estudantes, fazendo com que estes se interessem pelo conteúdo. Para promover um ensino/aprendizagem de Química que seja significativo será proposto a utilização da temática Repelentes Naturais com objetivo de ensinar os conceitos de química orgânica, como estudo do carbono, nomenclatura e funções orgânicas, a partir de uma Unidade de Ensino Potencialmente Significativa – UEPS. A escolha desse tema é pertinente, pois proporciona que o estudante construa seu conhecimento químico a partir de uma questão de impacto social e ambiental. Muitas informações sobre o zika vírus, dengue e febre chikungunya têm circulado na mídia e muitas especulações a respeito dos repelentes naturais têm sido divulgadas. Com isso, será construída uma UEPS, partindo desta temática, destinada a licenciandos e professores de ensino médio com o intuito de apresentar uma proposta metodológica diferenciada para o ensino de Química a partir de temas cotidianos.

Autora: Drª. Aline Locatelli

Acadêmicos colaboradores: Karine de Freitas dos Santos

Curso: PPGECM

Local: B2 - ICEG – Sala 209

Vagas: 20

O ensino de ciências e uso de artefatos tecnológicos: uma proposta para a interdisciplinaridade

A proposta visa entender o trabalho pedagógico e o desenvolvimento curricular nas aulas de Ciências, direcionadas para a apropriação da tecnologia e os aparatos/artefatos produzidos a partir desses saberes, e como esses podem servir como temas motivadores/problematizadores para a compreensão do conhecimento científico contemporâneo, discutindo as suas implicações éticas, ambientais, políticas e sociais, num viés interdisciplinar. Portanto, a proposta deste minicurso se volta à discussão da temática: "Ciência, tecnologia, sociedade e ambiente" (CTSA), trabalhando questões da vivência dos estudantes, procurando relacionar os conhecimentos teóricos e práticos envolvidos nessa situação.

Autores: Me. Ademar Antônio Lauxen,

Lairton Tres e

Ana Paula Härter Vaniel

Acadêmicos colaboradores:

Milene Fracasso Galvagni

Bruna Bonafé Czarnogay

Curso: Química Licenciatura

Local: B2 - ICEG

Laboratório de Química 2

Vagas: 15

Use o microscópio e descubra um mundo invisível

O microscópio é um equipamento fantástico pois aumenta o poder de nossos olhos para descobrir um mundo invisível. Sendo assim, deveria ser usado com frequência nas aulas práticas de Ciências e Biologia, pois o microscópio proporciona a dinamização das aulas, aproximando teoria e prática, tornando visíveis células, organismos e estruturas até então conhecidos pelos estudantes somente através de imagens dos livros didáticos. O objetivo desse minicurso é apresentar práticas simples que podem ser desenvolvidas pelos professores com o microscópio, mesmo em escolas com poucos recursos, onde este equipamento está disponível em número reduzido.

Autoras: Drª Gladis Cleci Hermes Thomé

Acadêmicos colaboradores: Vitória Michelin

Curso: Ciências Biológicas Licenciatura

Local: I5 - ICB – sala 124 – Laboratório de Microscopia

Vagas: 25

Sistema nervoso: fatores relacionados ao aprendizado do aluno na Educação básica

O aprendizado se inicia antes mesmo do nascimento. Células e sistemas orgânicos desenvolvem-se sujeitos a diversos estímulos, internos e externos (ambientais). O conhecimento do organismo em termos anatômicos e funcionais deve ser aliado ao entendimento das influências que o meio exerce sobre o mesmo. Dessa forma, este minicurso tem como objetivo principal apresentar e discutir com professores, aspectos anatômicos, fisiológicos, patológicos, farmacológicos e comportamentais que possam influenciar o funcionamento do sistema nervoso central e resultar em distúrbios físicos, emocionais e, principalmente, de aprendizagem. Serão utilizados recursos audiovisuais (multimídia) e discussão com os participantes. Durante o minicurso serão discutidas e avaliadas situações/relatos colocados pelos participantes, visando propor alternativas e encaminhamentos futuros para atividades na mesma ou em outras modalidades.

Autora: Drª Solange Maria Dieterich

Curso: Ciências Biológicas

Local:

I5 - ICB – sala 219

Vagas: 25

A experimentação laboratorial como método de ensino: aulas práticas ao alcance das mãos

O ensino das ciências, atualmente e na sua totalidade, prioriza a transmissão de informações, sem que haja o uma relação prática com a vida do aluno, impossibilitando a compreensão de situações problema que vivencia. O processo de aprendizagem na área de ciências deve oferecer aos alunos a compreensão das transformações químicas, físicas e biológicas que ocorrem na natureza de forma integrada, para que estes possam julgar, com fundamentação teórica e prática, as informações obtidas naa mídia e nas escolas. A ciência da natureza ensinada na escola, ainda é, em muitas situações, mecânica e subjetiva, com regras exatas e sem qualquer contribuição prática. São métodos e fórmulas, que a maioria dos professores continua mostrando exemplos sem relacionar com o cotidiano dos alunos. Para que a aprendizagem em ciências seja mais eficiente, são necessárias alterações, principalmente no que se refere à compreensão de temáticas abstratas. Como ressalta Freire (1996), ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção. Tendo em vista o panorama atual da educação e os ensinamentos de Freire, a implantação de aulas práticas deveria fazer parte das disciplinas que tangem as ciências naturais, possibilitando a aplicação da teoria e o desenvolvimento de soluções, na prática, para os problemas enfrentados durante a exposição. Este minicurso propõe algumas práticas que ocorrem na vivência dos alunos e que poderão ser utilizadas pelos professores para complementar os conteúdos de ciências abordados em sala de aula. Se trabalhará experimentos de ciências como: Arco-íris de açúcar (Conceitos de volume, densidade, peso); Quem mexeu no meu refrigerante?(Desnaturação protéica); Dando nó em fios de água (Propriedades físicas da água); O caminho da água em vegetais (condução de água em plantas); A garrafa fumante (Substâncias tóxicas presentes na fumaça do cigarro); Extraindo DNA de frutas (Conceitos de genética).

Autor: Me.Flaviano Lorenzon

Curso: Ciências Biológicas, Licenciatura

Local: I5 - ICB – sala 133 Laboratório de Bioquímica

Vagas: 20

 

Matemática e suas Tecnologias

Número racional na forma fracionária e decimal: por que traz tanta dificuldade?

A Educação Matemática é uma área que vem se consolidando, tanto em relação ao ensino, como pesquisa e extensão. No entanto, as dificuldades dos processos de ensino e de aprendizagem, na educação básica, se fazem sentir, inclusive nos resultados das avaliações externas. Nesse contexto, um dos conteúdos que, em geral, apresenta dificuldade é o número racional na forma fracionária e decimal. Esse fato é notado na educação básica, tanto em anos posteriores ao seu estudo, como no ensino superior. Diante de uma situação em que é necessário utilizar ou operar com frações, uma dificuldade ou até mesmo um obstáculo, impede o seu prosseguimento. Significa dizer que a matemática básica, em geral, é o que dificulta a aprendizagem de novos conceitos. Além disso, sabemos que as frações e os números decimais estão presentes no nosso cotidiano, em diferentes situações, mas a generalização desses conceitos deveria estar a cargo da escola. Diante dessas colocações, nos propomos a desenvolver uma oficina envolvendo números racionais, com o objetivo de apresentar fundamentos e pensar em propostas para o seu ensino, com vistas à apropriação dos significados que compõe esse conteúdo. O minicurso faz parte dos estudos de professoras pesquisadoras do Laboratório de Matemática da Universidade de Passo Fundo, cujos resultados subsidiam as disciplinas dos cursos de atuação dessas professoras na Graduação e Pós Graduação e em ações do Programa de Extensão Integração da Universidade com a Educação Básica, do qual essas também fazem parte como orientadora Paidex ou como consultora.

Autora: Me.Sandra Mara Marasini, Neiva Ignês Grando e Magda Inês Luz Moreira

Acadêmicos colaboradores:

Henrique Schons Assumpção;

Rafael Andrioli da Rosa;

Tauana Bianchetti;

Haranyn de A. de Lacerda Vargas

Curso: : Matemática

Local: B2 - ICEG

Sala 218 Laboratório de Matemática

Vagas: 20

Projeto pedagógico: medindo distâncias inacessíveis

A matemática como área do conhecimento é ferramenta para o entendimento de problemas nas mais variadas áreas, então conhecê-la pode propiciar ao aluno a abertura de novas perspectivas e percepções da realidade. De acordo com Gravina (1999), um dos grandes desafios do educador matemático é encontrar caminhos que levem o aluno a se apropriar desse conhecimento.A proposta desse projeto buscou envolver um tema bastante abordado no ensino fundamental - semelhança de triângulos - com a metodologia de resolução de problemas integrada a utilização do computador no processo educativo. Esse tema é relevante devido à importância da aplicabilidade na resolução de muitos problemas, acrescentando-se ainda, a sua relação com o conceito de proporcionalidade. Nessa oficina será proposta uma prática pedagógica por meio de desenvolvimento de projeto de ensino que envolve o aluno, o professor e os recursos disponíveis integrando as novas tecnologias no processo educativo e promovendo interações nesse ambiente de aprendizagem. O objetivo do projeto proposto é criar ambientes de aprendizagem que favoreçam a apropriação de conhecimentos matemáticos sobre semelhança de triângulos por meio de investigação e exploração de diversos recursos que promovam a assimilação de conhecimentos específicos e que culminem na sua formalização e aplicação na resolução de problemas utilizando as ferramentas de Web e considerando as perspectivas de trabalho colaborativo.

Autora: Me. Betine Diehl Setti

 

Acadêmica colaboradora:Débora Sernajotto

Curso: Matemática

Local: B5 - LCI – Sala 7

Vagas: 19

Experimentar, errar e aprender: uma ferramenta computacional para o ensino de Matemática

O objetivo do minicurso é iniciar o participante em uma ferramenta computacional de apoio ao ensino da matemática para crianças e jovens. Essa ferramenta possibilita a construção e exploração de conceitos matemáticos de forma intuitiva, podendo trabalhar, por exemplo, com figuras geométricas, fórmulas matemáticas, plano cartesiano, entre outros. No minicurso será apresentado um panorama desta ferramenta, que é o LOGO, por meio de exemplos práticos que poderão ser utilizados nas práticas pedagógicas e em novas possibilidades de projetos. Esta é uma ferramenta computacional simples de aprender, tanto pelo professor como pelo aluno. Este ambiente é composto de uma tela gráfica (que representa o plano cartesiano), de um cursor (na forma de uma tartaruga) e de uma linha de entrada de comandos. A tartaruga pode ser movimentada, relacionando posições, distâncias e ângulos. O resultado é mostrado na tela do computador, permitindo verificar se está correto ou não. Este processo permite ao aluno aprender com seus acertos e erros, pois se o raciocínio estiver incorreto, perceberá visualmente, possibilitando pensar sobre e buscar outras soluções para o problema em questão. O LOGO é baseado no construcionismo, teoria proposta pelo matemático e educador Seymour Papert, que preconiza que a interação aluno-objeto ocorre com a utilização do computador, mediada por uma linguagem de programação, gerando a construção de um produto (artefato) de interesse do aprendiz. Por fim, destaca-se que a versão do LOGO que será utilizada no minicurso é gratuita, em português e disponível para download, podendo facilmente ser utilizada em ambiente doméstico e escolar.

Autor: Dr. Juliano Tonezer da Silva

Acadêmicos colaboradores: Paula Boito; Nilomar Zanotto Júnior

Curso: Ciência da Computação

Local: B2 – ICEG

Sala 219

Laboratório de Informática

Vagas: 20

Vamos pensar?

A proposta deste minicurso tem objetivo motivar e despertar o interesse dos professores pela matemática de uma forma interativa e lúdica. A metodologia foi pensada com o intuito de que o professor se sinta desafiado a aplicar atividades semelhantes àquelas apresentadas no minicurso em sua sala de aula. Esta proposta consiste no desenvolvimento de raciocínio lógico mediante recorte, montagens e jogos envolvendo conteúdos matemáticos. Durante a execução das atividades, os participantes podem manipular os materiais construídos em projeto de extensão, discutir diferentes maneiras de resolver um determinado desafio e também propor alternativas que possibilitem o entendimento da questão. Acreditamos que esta metodologia venha a contribuir com sua formação pedagógica, de tal forma que o professor aplique esta experiência na sua prática docente despertando no aluno o interesse pela disciplina.

Autoras: Me. Neuza Terezinha Oro; Mariane Kneipp Giareta e Rosa Maria Tagliari Rico

Acadêmicos colaboradores: Milene Giaretta e Gisele Tais Piovesan

Curso: Matemática

B2 - ICEG – Sala 205

Vagas: 20

 

Ciências Humanas e suas Tecnologias: História, Geografia, Sociologia e Filosofia

Da nascente ao rio: uma vivência

Falar de água significa repassar a história da Terra e das sociedades humanas. O ciclo da água tem, praticamente, a idade da Terra, ou seja, resfriou o magma e transformou-a em rocha, deu origem aos primeiros micro-organismos, foi abrigo das primeiras espécies de peixes, contribuiu para o crescimento das primeiras plantas e florestas, dessedentou dinossauros, banhou mamíferos, participou de cada evolução no quadro das eras geológicas. Além disso, exerceu papel preponderante na construção das sociedades humanas, sendo referência para a ocupação e manutenção de território ao longo da era dos hominídeos. Assim, compreender a dinâmica de um rio, desde sua nascente até a sua desembocadura promove várias aprendizagens, tanto de adultos como de crianças. Estas aprendizagens envolvem diferentes ciências, complementando e assimilando conteúdos específicos das áreas de Geografia, Ciências, História, Português, Arte, Ensino Religioso, Filosofia e outras. Portanto, esse minicurso pretende aliar o conhecimento de um recurso hídrico desde sua nascente à desembocadura, com vivências de campo que podem ser aplicadas à estudantes.

Autoras: Me. Márcia da Silva Jorge

Acadêmicos colaboradores:

Bruna Cecchin

Bruno Ribeiro de Oliveira

Letícia Jovina Gregio

Curso: Curso de Geografia

Local: B2 – ICEG - Sala 211

Vagas: 25

Materiais alternativos para a construção de maquetes em Geografia

A confecção de maquetes e sua utilização nas aulas de Geografia a muito colaboram no processo de ensinar e aprender. Esses recursos didáticos muitas vezes são indispensáveis na explicação de fenômenos que compõem o espaço geográfico. O objetivo do minicurso é apresentar e divulgar alternativas de materiais que podem ser (re)aproveitados à construção de maquetes. Com base em metodologias já consagradas de confecção de maquetes, busca-se divulgar outras possibilidades de materiais que permitam de forma prática e acessível a utilização de materiais alternativos, tais como lâminas de projeção, mapas antigos, e.v.a. e papelão para a construção de maquetes geográficas.

Autora: Me. Luciane Rodrigues de Bitencourt

Acadêmicos colaboradores:

Bruno Ribeiro;

Cristian Guilherme Lino

Curso: Geografia

Local: B2 -ICEG – Sala 01

Vagas: 15

Políticas educacionais, diversidade e democracia: a questão de gênero nas escolas

A proposta do minicurso é aprofundar os desafios e as tensões emergentes na sociedade em geral e, nas escolas em particular, sobre as polêmicas em torno da questão de gênero. As diferentes posturas sobre o tema que emergiram de modo acentuado durante a elaboração do PNE e dos Planos Estaduais e Municipais de Educação colide com as políticas educacionais em vigor, bem como das legislações mais gerais como a LDB e a Constituição. As duas grandes Conferências Educação que ocorreram em 2010 e 2014 envolvendo milhões de pessoas no Brasil todo reafirmaram esses temas como parte fundamental do trabalho escolar. Essetema ganha mais destaque num contexto em que crescem práticas xenofóbicas e preconceituosas que colidem com as reivindicações de respeito à diversidade, aos Direitos Humanos e à convivência democrática. De um lado há garantias legais e políticas, mas de outro, crescem as práticas de intolerância e fundamentalismos que bloqueiam qualquer discussão. Como a escola pode avançar nessas discussões.

Autor: Dr.Telmo Marcon

Acadêmicos colaboradores: Ana Lucia Kapczynski

Curso: Pedagogia e PPGEDU

Local: D3 - FAED –sala 208

Vagas: 25

O Professor e a Tecnologia: o professor como mediador do discurso de ódio e senso comum propagado nas redes sociais

O acesso a internet e as redes sociais é um fenômeno crescente entre crianças e adolescentes em idade escolar, esse fenômeno vem gerando novas oportunidades de debate e fonte de conhecimento. Neste espaço onde as pessoas sentem-se protegidas pelo "virtual", os jovens tem encontrado oportunidade de expressar suas opiniões e angústias. No entanto, esse espaço de "liberdade" não possui, até o momento, regulamentações efetivas para comportamentos abusivos e distorções de realidade, nem mediação entre fatos incoerentes e informações inverídicas, o que vem demonstrando um crescente impacto sobre a percepção de realidade e senso crítico destes jovens e na sociedade em geral. Neste contexto, dois professores da Universidade de Passo Fundo desejam propor uma oficina que discuta o papel do educador frente ao cenário apresentado, travando um diálogo a fim de capacitar os professores para agirem como mediadores entre os saberes e temas difundidos no ambiente virtual e o saber embasado cientificamente. Nesta oficina serão discutidos métodos, dicas de leituras e filmes que objetivam, principalmente, propor um caminho de reflexão sobre posturas ingênuas frente as opiniões circulantes, com foco nos discursos de ódio e de informações descontextualizadas (senso comum), que atualmente são amplificadas pelo ambiente virtual e difundidos pela tecnologia.

Autores: Me. Ivan Penteado Dourado; Victor Billy da Silva

Curso: Sociologia

Local: B4 - IFCH – sala 229

Vagas: 30

Ferramentas Google para educadores

O objetivo do curso é conhecer e explorar algumas ferramentas Google para a educação. Atualmente não podemos mais fugir do uso das tecnologias. Então vamos facilitar a vida dos educadores e a nossa, utilizando ferramentas inovadoras, trabalhando em nuvens, editar e compartilhar textos, planilhas, apresentação de slides, aulas através de hangout sem sair de casa, e outras tantas de pesquisa, etc. Tendo em vista o domínio das tecnologias pelos mais jovens, aprendemos com eles mas também devemos orientá-los, mostrando algumas facilidades em sua rotina de estudos, de forma gratuita. Aqui não se tem a pretensão de ensinar, mas sim, compartilhar.

Autoras: Drª. Ivânia Aquino e Prefeitura Municipal de PF

Curso: Letras

Local: ICEG - B5(LCI) – sala 15

Vagas: 25

A filosofia e os super-heróis: a lição de casa do homem aranha

Atualmente, o desenvolvimento da cultura pop potencializou o ressurgimento do super-herói como ícone cultural e de entretenimento. Os super-heróis voltaram ao nosso universo cultural e suas histórias com experiências arriscadas e suspense vêm causando impacto em nossas vidas. A maioria da população consegue facilmente diferenciar os poderes e equipamentos do Batman, da Mulher Maravilha e do Homem Aranha. O que poucos percebem é que por trás de uniformes e efeitos especiais, estão fascinantes temas e ideias de profundidade filosófica que merecem atenção intelectual. A responsabilidade social, a justiça, o valor da amizade, o significado do amor, o sentido de nossas vidas, a identidade pessoal e nossas noções de destino são alguns assuntos abordados pelas histórias de super-heróis, tão logo, divertem e encantam, elas têm o poder de aproximar as maiores interrogações da humanidade. Quando valores como sabedoria, coragem e honra se fazem cada vez mais raros ao cotidiano, a figura dos super-heróis personifica tais audácias, atraindo a atenção da massa, deixando-nos ofegantes para vestir uma capa e sair combatendo as injustiças e vilões do mundo. Aliás, cabe perguntar: "Por que ser um super-herói?", "Por que os super-heróis são bons?", "O que motiva as suas escolhas?", "Será que faríamos o mesmo no lugar deles?", "Será que o exemplo dos super-heróis pode nos ajudar com as escolhas futuras?", "Grandes poderes vêm com grandes responsabilidades?". Um escritor e um artista podem inventar personagens com poderes fantásticos e elaborar boas cenas de ação, permitindo aos leitores projetar nos personagens suas fantasias pessoais de força e poder. Uma coisa muito diferente, porém, é lidar com todas as questões morais "alheias" que começam a pipocar quando você faz enfrentar o bem contra o mal ou ainda pior, quando sacrifica a sua vida por este fim. Por que ser um super-herói? Eis o potencial filosófico-pedagógico das histórias dos super-heróis.

Autores: Me. Carina Tonieto e Altair Alberto Fávero

Acadêmicos colaboradores: Alexandre José Hahn e Nathália Pereira de Oliveira

Curso: Filosofia

Local: B3 - CET – sala 227

Vagas: 30

Desenvolvendo a Ética da Virtude na Escola e na Vida

O objetivo do presente minicurso consiste em explicitar a vinculação existente entre a Ética e o trabalho do Educador, através do entendimento e do desenvolvimento de uma Ética da Virtude tanto nos Professores quanto nos educandos. Baseado na concepção de que Educar é sobretudo desenvolver e aperfeiçoar o caráter do educando, o que revela a conexão existente entre Ética e Educação, nossa proposta de trabalho consiste basicamente em: a)entender o que é a Ética da Virtude; b)compreender a sua importância na vida humana em geral e c)delinear possíveis formas de desenvolver esse tipo de ética nos diferentes âmbitos da Escola, seja com os Professores seja com os Educandos.Nesse sentido, serão abordados temas como: - O que é Ética? -Tipos de Ética - Distinção entre Ética e Moral - A Ética da virtude - Distinção entre a Ética do Dever e a Ética da Virtude - A importância das virtudes na formação moral da pessoa - A ética da virtude como a Ética do Professor - Propostas de desenvolvimento da ética da virtude junto aos Educandos

 

Autor: Me. José Francisco Martins Borges

Curso: Área de Ética e Conhecimento

Local: B3 - CET – sala 228

Vagas: 30

Crentes x macumbeiros": a intolerânciareligiosa, os estigmas e pré-conceitos religiosos na sociedade brasileira e nas escolas

Esta proposta tem por objetivo debater, elucidar e discutir alternativas a respeito da pluralidade religiosa e as problemáticas que surgem desse crer diverso: pré-conceitos, intolerância e violência religiosa, tanto simbólica quanto física e/ou material. Para isso faremos uma breve revisão histórica sobre a formação do campo religioso brasileiro, focando em duas matrizes importantes que são as religiões protestantes e as afro-brasileiras. Esta escolha se dá especialmente pelos conflitos existentes entre elas, compreendendo que estudá-las vem ao encontro das exigências do MEC para que o ensino de História e das culturas africanas e afro-brasileiras aconteça em todas as esferas do ensino do país; a ênfase na história das religiões como proposta de ensino capaz de dirimir preconcepções e intolerâncias; e as perspectivas de cidadania e cidadania cultural contempladas em nossa Constituição. A atividade visa a contribuir com a formação continuada de professores da educação básica e na formação de novos profissionais capacitados para exercer uma docência que respeite e valorize as diferenças e a diversidade cultural e religiosa brasileira. Este minicurso deriva das atividades realizadas pela equipe do Laboratório de Estudo das Crenças (LEC-PPGH/UPF).

Autora: Drª. Gizele Zanotto

Acadêmicos colaboradores: Augusto Diehl Guedes e Jeferson Sabino

Curso: História

Local: B4 – IFCH - sala 1

Vagas: 30

 

Educação Infantil

A linguagem verbal na educação infantil

A linguagem verbal está presente no cotidiano das crianças desde muito cedo, com a qual aprendem a comunicar-se com os outros e a estabelecer relações com o meio a sua volta. O presente trabalho objetiva apresentar reflexões sobre a linguagem verbal, mais especificamente a fala, no contexto da educação infantil, possibilitando um olhar mais denso nas questões pedagógicas. Nos espaços escolares torna-se fundamental a interação verbal entre pares e entre as crianças e suas professoras. Esse processo pode ocorrer em diversas situações com diferentes condições de produção da língua. Sobre essas condições, proporcionadas, especialmente, pelas professoras é que o minicurso propõe sua discussão. Dentre as condições que possibilitam qualificar a linguagem infantil, destacamos a intervenção realizada pelas professoras em situações de diálogo e as rodas de conversa presentes no contexto da educação das crianças pequenas. Tais condições permitem não somente contribuir no desenvolvimento da linguagem infantil, mas num processo de aprendizagem que envolve crianças e adultos em situação formal de ensino.

Autora: Me. Adriana Bragagnolo

Acadêmicos colaboradores: Mariele Fátima de Camargo

Curso: PEDAGOGIA

Local: D3 - FAED – sala 201

Vagas: 25

Já sei ler! Como as crianças de 4 a 5 anos aprendem a ler na educação infantil?

A leitura tem uma função como prática social e cultural, sendo fundamental na vida de cada indivíduo que vive numa sociedade letrada. Está presente no cotidiano dos sujeitos desde o seu nascimento, o que requer que este processo inicie como prática ainda na Educação Infantil, formando sujeitos leitores que leiam por prazer e interesse. Percebemos que as crianças estão demonstrando cada vez mais cedo o interesse pela leitura. Se esta aprendizagem ocorre, é porque são apresentadas a elas situações significativas de leitura, que produzem informações que se tornam importantes para o indivíduo. Entende-se que a Educação Infantil é a etapa em que as crianças iniciam o seu processo de alfabetização, é o lugar em que elas se se familiarizam com a leitura, através de diversas práticas que promovam um ensino de qualidade, na intenção de formar sujeitos leitores que leiam por apreciação e ainda, que compreendam a leitura e a função de cada gênero textual. Considerando o exposto, esta oficina visa contribuir com estratégias que possam levar a criança a aprendizagem da leitura na Educação Infantil através de diversas práticas que proporcionam significado ao ensino da leitura. O minicurso será desenvolvido com diferentes estratégias e recursos; a partir da contribuição de professoras alfabetizadoras

Autoras : Me. Silvia Maria Scartazzini e Maiara Foli Severo

Curso: Pedagogia

Local: D3 - FAED – sala 202

Vagas: 25

Patologias de linguagem: saberes e ações

A linguagem se constitui um dos eixos básicos na educação infantil, visto seu papel decisivo no processo de construção do conhecimento. Patologias de linguagem, como o atraso na aquisição da linguagem, trocas na fala, gagueira, podem trazer prejuízos secundários à aprendizagem escolar, por isso precisam ser identificadas e tratadas precocemente. Orientações e estratégias fornecidas aos professores, sobre tais patologias, constituem ações capazes de otimizar o processo terapêutico. O objetivo da oficina é estudar o desenvolvimento da fala/linguagem, seus atrasos e distúrbios; planejar e reconstruir estratégias e atividades para promover a estimulação da fala/linguagem em diferentes contextos educacionais. Integram o conteúdo da oficina as etapas do desenvolvimento e da aquisição da linguagem; principais atrasos/distúrbios de linguagem; atividades e estratégias para a estimulação da fala/linguagem. A metodologia utilizada na oficina valoriza a apresentação expositiva dialógica do conteúdo, associando o conhecimento teórico às práticas do professor e a exploração e a vivência de jogos e materiais pedagógicos.

 

Autora: Drª Ana Rita Brancalioni e Dra. Vanessa Giacchini

 

Acadêmicos colaboradores: Raira Fernanda Altmann; Larissa Andréia Blau;

Curso: Fonoaudiologia

Local: I7 - Fonoaudiologia – sala 2

Vagas: 30

 

Educação

Conectando docência com emoção

Este trabalho objetiva promover reflexões sobre práticas docentes e problemas na aprendizagem científica, considerando a percepção do impacto das emoções como um componente fundamental nesse processo. Considera-se que a amorosidade na atuação docente influencia diretamente os ambientes de aprendizagens, pois os docentes, ao propiciarem espaços dialógicos visando à valorização da colaboração, do cuidado, da ética e do respeito no compartilhamento do saber científico, favorecem a aprendizagem científica, e contribuem com a formação integral dos estudantes. No entanto, essa mudança de atitude docente necessita de conscientização e de reelaboração de práticas, bem como de mudança de postura em relação às próprias concepções sobre ensino e aprendizagem. Conforme Arruda (2003, p.30), é necessário refletir sobre "[...] como combinar o rigor acadêmico com o sentimento que dá vida às palavras e conecta as ideias com o coração.". Além disso, Maturana (2002) indica que, ao serem respeitadas as emoções em relações que ocorrem na sala de aula, por meio da aceitação do outro, como legítimo outro, é possível criar espaços de convivência que impulsionam a aprendizagem mediada pela atuação docente. Assim, propõe-se uma metodologia de atividades que é participativa, dialógica e de compartilhamento de vivências coletivas, articulada aos objetivos do Observatório da Juventude, Educação e Sociedade. Propõe-se, nesse sentido, a realização de dinâmicas, sensibilizando os participantes em relação aos temas apresentados, bem como a integração do grupo. Considera-se que as reflexões, propiciadas por cursos de formação continuada, possibilitam estimular os docentes, que vivenciam diariamente os problemas ocorridos em sala de aula, a repensarem e a complementarem suas práticas, na busca pela adequação de suas atuações frente aos desafios que se apresentam. Este trabalho tem como escopo, desse modo, despertar o interesse dos educadores no que diz respeito à renovação das práticas educativas, tendo em vista a ação amorosa, cuidadosa e colaborativa, na busca por soluções construtivas para os problemas de relacionamento vivenciados em sala de aula.

Autoras: Me Rosana Maria Luvezute Kripka, Rosane Rigo De Marco, Elisabeth Nunes Maciel

Acadêmicos colaboradores: Silvana Ribeiro, Franciele Fátima Talian

Cursos: Pedagogia/Matemática/ Ciências Sociais/ Serviço Social.

Local: D3 -FAED – sala 203

Vagas: 20

A cultura negra da sua escola

A oficina denominada "A CULTURA NEGRA DA SUA ESCOLA", tem como objetivo refletir sobre a importância da cultura negra na sociedade brasileira e construir coletivamente possibilidades teórico-metodológicas que problematizem o racismo na sala de aula. Para tanto, a oficina está compreendida em duas fases: a) na primeira, utilizaremos recursos audiovisuais; b) na segunda, abordaremos a cultura negra na escola, relacionando com as vivências dos participantes.

Autores: Me. Frederico Santos, Elisa Mainardi, Elizabeth Maciel, Giovana Henrich, Maria Helena Weschenfelder

Acadêmicos colaboradores: Vinícius Santos de Miranda, Ânderson Moreira dos Santos, Caroline Kurtz Koliski, Giulia Cabeda de Camargo, Guilherme Gregianin, Gislaine Pochmann, Edemilson Antônio Brambilla, Jeferson Sabino.

Cursos: Pedagogia, Serviço Social, Música, Jornalismo, História, Direito, Psicologia e Área de Ciências Sociais

Local: D3 - FAED – sala 211

Vagas: 25

Como promover uma educação em direitos e deveres na escola?

É possível perceber a escola como lugar de manifestação de conflitos que, exige do professor ações que ultrapassem somente a promoção de instrumentos que possibilitem o acesso ao saber elaborado. A escola depara-se também com a exigência e a necessidade de promover um currículo escolar humanizador e promotor de uma educação que colabore para que educandos/as se compreendam parte da sociedade e, por isso, com direitos e responsabilidades. Deste modo, como são os professores que, em certa medida, definem o que ensinar e como ensinar na sala de aula, e com isso, interferem significativamente na vida das pessoas, queremos apresentar, as concepções, os documentos legais e propostas metodológicas que possam contribuir na construção de um currículo escolar centrado na educação para a convivência responsável e para a promoção da cidadania.

Autores: Drª.Elisa Mainardi, Márcia Carbonari; Nilva Rosin, Iltomar Siviero, Paulo César Carbonari e Eldon Henrique Muhl

Curso: Pedagogia

Local: D3 - FAED – sala 209

Vagas: 20

Planejamento, planos e ações da e na gestão escolar.

A gestão escolar compreendida como processo que mobiliza meios e procedimentos para alcançar as intenções administrativas e pedagógicas das Instituições requer, participativamente, planejamento, planos e ações. A tríade planejamento, planos e ações revela a identidade do trabalho pedagógico da gestão. Mas como é o cotidiano desta tríade? Quais as situações que potencializam ou limitam a materialização da tríade? Quais indicadores teórico-metodológicos que podem orientar a vivência da tríade? Considerando o desafio da gestão apresentado na tríade o Grupo de Pesquisa e de Extensão em Políticas e Gestão da Educação – GPEPGE, da Faculdade de Educação da UPF pretende com o minicurso agregar profissionais que atuam, ou tem interesse na área da gestão escolar para refletir acerca dos processos de planejamento, planos e ações na perspectiva da prática da gestão democrática. Nesse sentido, pensar, decidir e agir no ambiente escolar ancorado em Freire (1982) que afirma "Simplesmente não posso pensar pelos outros, nem para os outros nem sem os outros", envolve conhecimentos empíricos e epistemológicos em movimento constante de reflexão. Assim, faz-se necessário, ultrapassar a porta do tempo limitado e dos espaços restritos de discussões dos gestores educacionais. Para tanto serão desenvolvidos debate, estudo de caso, trabalho em grupos e mapeamento de indicadores teórico-metodológicos acerca da temática ora apresentada, a fim de contribuir para o desenvolvimento das potencialidades e trabalhar as fragilidades da e na gestão escolar.

Autoras: Drª. Eliara Zavieruka Levinski, Tamara Danielle Pereira Machado Funcionário colaborador: Cátia Teixeira Sauer

Acadêmicos colaboradores: Ionara Soveral Scalabrin

 

Curso: Pedagogia

Local: D3 - FAED –sala 210

Vagas: 30

BULLYING E CYBERBULLYING: o papel da escola na prevenção da violência virtual

Violência é um conceito tão abrangente quanto as suas causas e consequências, atingindo a integridade física, moral, as posses ou as participações simbólicas e culturais das pessoas. Na escola, dentre os tipos de violência, está o bullying, fenômeno relacional grupal, caracterizado por comportamentos agressivos, cruéis, intencionais e repetitivosadotados por uma ou mais pessoas contra outras, sem motivação evidente. Trata-se de uma relação de poder do agressor com as vítimas e testemunhas, mantida pela intimidação e prepotência, utilizando estratégias como agressão física e verbal, exclusão ou isolamento social. Atualmente, porém, com o advento da internet, o bullying deixou de ser um evento localizado no espaço e tempo escolar para invadir a rede e constituir-se em um fenômeno de proporções ainda maiores e devastadoras. O cyberbullling ou bullying virtual caracteriza-se por ataques que se dão por vias eletrônicas, através de mensagens instantâneas, web site, salas de bate-papo ou torpedos. As diferenças entre um tipo e outro apontam para o potencial devastador das consequências morais e psicológicas daquele praticado em ambiente virtual: o cyberbullying não se restringe a uma plateia, a um tempo ou a um território específico! Além disso, o anonimato da internet permite que os agressores inventem mentiras, espalhem boatos, xinguem, ofendam e exponham sem restrição a vítima através de fotografias e vídeos humilhantes, conteúdo que tem fácil repercussão, manchando para sempre a imagem de alguém apenas com um clic. Como se pode ver, o bullying virtual é um tema de gravidade e urgência inquestionáveis quando se trata de prevenção da violência na escola. Neste sentido, o CEPAVI (Clínica de Estudos, Prevenção e Acompanhamento em Situação de Violência) oferece este minicurso de atualização considerando o importante papel dos professores de educação básica na prevenção do bullying e do cyberbullying que tem origem, também, no ambiente escolar.

Autoras: Drª. Ciomara Benincá,Mirna Branco

Curso: Psicologia

Local: B3 - CET – sala 224

Vagas: 20

 

Linguagens Códigos e suas Tecnologias: Língua Portuguesa, Literatura, Língua Estrangeira Moderna, Educação Física e Arte.

Modos de Ver Metodologias em Artes Visuais para Deficientes Visuais

 

Discutir a ação pedagógica junto a deficientes visuais tendo como foco a sensibilização plástica e a cultura visual através de experiências de inclusão entendido como uma forma de repensar o espaço educativo das artes visuais. A oficina terá dois momentos no primeiro serão desenvolvidas experiências sensório perceptivas com diversos materiais, texturas e propriedades e criação com argila onde as participantes foram convidadas a ficar vendadas para experimentar como é a vivência de deficientes visuais.

Autora: Me. Margarida Brandina Pantaleão da Silva

 

Acadêmicos colaboradores: (até 2) Marlise Van Vugh

 

Curso: Artes Visuais

 

Local: D2 - FAC – sala 210

 

Vagas: 15

Tintas Naturais: História e Artes

 

Com enfoque no panorama histórico do uso de pigmentos naturais pelo ser humano, desde a pré-história até a contemporaneidade, o minicurso "Tintas naturais: história e arte"abordará, de forma prática, a aplicabilidade da tinta natural em ambiente escolar, promovendo conexões com outras áreas do conhecimento.

Autora: Me. Mariane Loch Sbeghen

 

Acadêmicas: Cristieli Costa, Geisi De Carli, Gabrieli Leusin, Ana Agatti

 

Curso: Artes Visuais

 

Local: D2 - FAC –sala 115

 

Vagas: 20

Papel reciclado em sala de aula

O consumo de papel aumentou consideravelmente a partir do século XV, e na metade do século XX, começou a surgir no mundo uma preocupação ambiental. Desde então a reciclagem passou a ser valorizada como meio para promover a sustentabilidade e o consumo consciente. Visando desenvolver nos alunos uma consciência a respeito da sustentabilidade

por meio do reaproveitamento de materiais, apresenta-se a possibilidade de confecção de papel reciclado em sala de aula.

Autora: Me. Mariane Loch Sbeghen

 

Curso: Artes Visuais

 

Local: D2 - FAC –sala 112

 

Vagas: 20

Formação Pessoal e Profissional: O Eu Que Ensina"

A oficina "Formação pessoal e profissional: o Eu que ensina", foi elaborada com vistas a promover uma reflexão sobre a tarefa docente e as razões que conduziram a essa escolha profissional. Exercícios de autoconhecimento, a história de vida, a vocação, a formação pessoal e humana e princípios que embasam essa tarefa serão discutidos e poderão dar um melhor norte para formação profissional e para o exercício da profissão, com maior êxito. Temas como: Motivação para o trabalho, Inteligência Emocional, Talento, Relações humanas no trabalho, Espiritualidade, Comunicação verbal e não verbal serão propostos para suscitar novas reflexões e possibilitar um dar-se conta o que poderá aumentar a consciência e comprometimento com o trabalho de ensinar e educar. Debater sobre caminhos de autoformação e formação continuada na perspectiva de uma busca da inteireza do ser. Para Palmer (2012), enquanto ensinamos projetamos a condição de nossas almas nos nossos alunos, nos conteúdos que ministramos e na nossa forma de nos relacionarmos, pois, "ensinamos quem somos" (p. 18). Ideias como essa precisam se melhor trabalhadas na formação docente.

Autora: Me. Marilise Brockstedt Lech

Curso: Educação Física

Local: A12 - FEFF – sala 15

Vagas: 40

Dança Escolar

 

A dança pode ser uma das maneiras mais divertidas e adequadas para ensinar na prática todo potencial de expressar do corpo humano. Na escola a dança pode ser parte integrante das disciplinas e como uma forma de expressão e de comunicação para poder expressar os seus sentimentos sem ter a vergonha de suas expressões corporais na dança. Quem dança transforma seu próprio corpo molda-se, remodela, reconfigura e quando a dança manifesta-se no corpo, esta transforma este corpo, multiplicando-o, diversificando-o e ampliando-o numa explosão de sentimentos (SIMÃO et al, 2005). É através do movimento que o aluno (a) pode se relacionar com o outro, consigo mesmo e aprende a conhecer sobre o meio social no qual está inserido. Assim a dança quer possibilitar mais expressividade do aluno, exigir maiores habilidades corporais, integrando a vivência pelo movimento com uma prática afetivo-social e educativa do mesmo.

 

Autores: Me. Luís Gustavo Maias da Silva, Andrea Bona

Acadêmico colaborador: Gabriela Correia da Silva

Curso: Educação Física

Local: A4 – FEFF – Ginasinho

Vagas: 40

Parede de Escalada: Um Novo Espaço Para Enriquecer o Currículo Escolar

Quando observamos a cultura da Educação Física no Brasil verificamos grandes transformações e evoluções. A Educação Física Escolar é o componente curricular que vai tratar pedagogicamente da cultura corporal do movimento na escola. Com objetivo de desenvolver atividades diferenciadas dentro do contexto escolar, a implantação dos esportes de aventura na escola é uma importante ferramenta. Neste contexto, através de uma vivência recreativa desportiva, em específico, a Escalada indoor, pretende-se apresentar um novo espaço de interação e vivência dentro do contexto escolar. Apesar de pouco conhecida e implantada em poucas escolas no Brasil, entende-se como uma atividade inclusiva e de risco mínimo, que todos podem participar desde que seja ministrada por um profissional capacitado. Nesta perspectiva, através de uma apresentação teórico-prática, este minicurso pretende trabalhar aspectos físicos e motores, que ajudem na organização pessoal, elaboração de estratégia e tomada de decisão mais rápida e eficiente, além de desenvolver questões psicossociais tornado o sujeito mais concentrado, confiante e corajoso.

 

Autor: Me. Raphael Loureiro Borges

 

Acadêmicos colaboradores: Vilma Giugno, Angelo Giuriatti Isotton

 

Curso: Educação Física

 

Local: A3 - FEFF- Ginásio

Vagas: 40

Intervenções Psicomotoras para Crianças e Adolescentes Com TEA

Estimular o desenvolvimento psicomotor por meio de movimentos naturais, sendo capaz de produzi-los e transformá-los em benefício de sua qualidade de vida, bem como ajudá-los a controlar seus movimentos repetitivos e estereotipados. Scheurer (2002), diz que para que a criança evolua na comunicação, o papel do adulto é fundamental, pois por meio de interferências o adulto pode compreender o que a criança quer dizer através dos gestos e movimentos corporais, na ausência dessa interferência podem ocorrer prejuízos para o desenvolvimento da comunicação e da linguagem. Desta forma se percebe que a prática de atividade física pode ser um importante elemento na busca de resultados satisfatórios para a melhora do nível motor e um meio eficaz para prevenir ou suavizar tais condições, fazendo que o indivíduo com autismo tenha mais autonomia e independência para realizar as atividades do cotidiano, seja no âmbito familiar, escolar ou na comunidade em que vive. Nesse sentido se ressalta a importância de programas de intervenção, vendo as melhoras dessas condições impostas pelo transtorno, para que as pessoas com autismo possam viver bem e participar de maneira ativa na sociedade em que está inserida.

Autores: Esp. Paulo Cezar Mello, Cleiton Chiamonti Bona e Maristela Scottá

Acadêmico colaborador: Diosecler Maicon Garcia

Curso: Educação Física

Local: A12 - FEFF – sala 16

Vagas: 40

 

Como Ensinar Gramática nas Séries Finais e no Ensino Médio a partir dos Diferentes Gêneros Textuais.

 

Este trabalho foi formulado a partir da observação da prática docente e de questionamentos formulados por bolsistas e supervisores do PIBID Língua Portuguesa da UPF. Percebe-se que, na escola, muitas vezes, à língua é dado um tratamento artificial, objetivo e distante do contexto de realização. Pensando nisso, o trabalho com diferentes gêneros discursivos permite que a linguagem seja abordada a partir de manifestações reais de seu uso, pois, como afirma Bakhtin (2003), a língua materna não chega ao nosso conhecimento a partir de dicionários e gramáticas, mas de enunciações concretas que nós mesmos ouvimos e reproduzimos por meio de tipos relativamente estáveis de enunciados, que são os gêneros discursivos. Diante desse aspecto da realidade, objetiva-se, com esse minicurso, oferecer sugestões de trabalho com diferentes gêneros textuais nas aulas de Língua Portuguesa, abordando, além dos aspectos da compreensão e da produção, dois conteúdos gramaticais básicos: tempos verbais e pontuação. Para isso, partir-se-á da apresentação de duas sequências didáticas envolvendo a temática "Grandes e pequenas cidades", as quais têm como eixo diferentes gêneros discursivos, a partir dos quais desenvolvem-se atividades linguísticas, que abordam os recursos expressivos utilizados pelo autor e os sentidos que produzem; atividades epilinguísticas, que promovem a reflexão sobre regularidades e irregularidades da língua; e atividades metalinguísticas, que categorizam e sistematizam os conhecimentos adquiridos a partir do trabalho com o texto (GERALDI, 1997). Para a montagem do minicurso parte-se do pressuposto que os professores têm consciência do que não se deve fazer em uma aula de Língua Portuguesa, porém suas dúvidas surgem quando se trata da metodologia a ser utilizada, então para ensinar língua, ou seja, quanto ao "como fazer" para que o aprendizado seja efetivo. Nesse sentido, entende-se que o presente trabalho pode colaborar para uma melhor clareza em relação ao trabalho com texto em sala de aula e, consequentemente, para facilitar o trabalho do professor e viabilizar uma efetiva aprendizagem dos alunos.

Autoras: Me. Elisiane Regina Cayser, Janaína Lupatini Benedetti, Laércio Fernandes dos Santos

 

Curso: Letras

 

Local: B4 - IFCH – sala 228

 

Vagas: 30

Neuropsicologia escolar: os jogos como instrumentos de avaliação e intervenção na aprendizagem

 

Conhecer a aprendizagem escolar em uma abordagem neuropsicológica pode inspirar práticas educacionais cotidianas mais eficientes, baseadas na forma como o cérebro funciona. Nesta perspectiva, a aprendizagem escolar está relacionada a uma série de funções neurocognitivas, tais como a atenção, memória, funções executivas e linguagem. Estas funções podem ser estimuladas na sala de aula, através da utilização de jogos e brinquedos. O objetivo deste curso é promover a capacitação do professor a utilizar os jogos como ferramenta de avaliação de potencialidades e dificuldades cognitivas, bem como de estimulação. Ao longo das atividades serão apresentados aos participantes diferentes jogos/brinquedos e as possíveis formas de utilização no processo ensino-aprendizagem e de interpretação do desempenho das crianças. Considera-se que os jogos caracterizam uma importante ferramenta de apoio ao professor no seu papel de estimular o desenvolvimento neuropsicológico e prevenir/intervir nas dificuldades de aprendizagem escolar.

Autoras: Drª. Luciane Sturm, Suelen Oliveira Tomasi , Me. Vanisa Fante Viapiana

 

Acadêmica colaboradora: Gabriela Brusamarello

 

Curso: Letras

 

Local: B4 - IFCH sala 3

 

Vagas: 20

Muito além das estratégias: práticas de produção e de compreensão oral em Língua Espanhola

 

O desenvolvimento de compreensão e de produção oral em língua espanhola, em sala de aula, justifica-se na medida em que a apropriação de uma língua estrangeira concede ao aluno maior autonomia como cidadão crítico e analítico em um mundo globalizado. Além disso, a aprendizagem significativa consente a ele o acesso a novas culturas, a expressão (produção) clara e coerente e também a compreensão da realidade e do contexto social e linguístico em que está inserido. Nesse sentido, o minicurso realizará com os docentes, de forma breve e objetiva, um estudo teórico-prático das habilidades de compreensão, expressão e interação oral em sala de aula de língua espanhola, na busca do desenvolvimento de habilidades específicas para o trabalho com seus estudantes. Além disso, apresentará atividades práticas como de estratégias de comunicação, expressão dramática, audiodescrição e legendagem, que auxiliam na condução de uma aprendizagem significativa da língua espanhola.

Autora: Me. Mariane Rocha Silveira

 

Acadêmicos colaboradores: Irenize Sonaglio Teixeira e Lucas Antônio de Carvalho Cyrino

 

Curso: Letras

 

Local: B4 - IFCH sala 123

 

Vagas: 20

Uso de Textos Autênticos nas Aulas de Inglês para Ensino Médio

 

A leitura e a escrita são peças fundamentais para promover a inclusão do indivíduo dentro da sociedade. A escola tem grande responsabilidade em sistematizar esses saberes, por isso destaca-se a importância do professor de inglês utilizar-se do texto para que haja uma aquisição significativa da língua adicional. A atividade de leitura é um processo de construção de significados que envolve a habilidade de processar as informações registradas na forma escrita, e o conhecimento de mundo que o leitor aciona para compreender um texto, consistindo em um jogo de adivinhações em que o leitor utiliza seu conhecimento de mundo para testar hipóteses e fazer previsões sobre o que vai encontrar em um texto (BROWN, 1994). Com isso, uma forma de atualizar a noção de uso da linguagem é a construção de um currículo e de sequências didáticas com base em temáticas relevantes, para a reflexão sobre a participação dos educandos na sociedade e em diferentes gêneros do discurso que se relacionem aos temas selecionados. Dessa forma, este minicurso objetiva possibilitar um espaço para compartilhar experiências vividas e momentos de reflexão entre professores de inglês de Ensino Médio, a partir da análise de duas sequências didáticas, em que textos autênticos norteiam o ensino e aprendizagem da língua inglesa.

Autora: Me. Priscila Rostirola dos Santos

 

Acadêmicos colaboradores: Fiama Vanz e Jéssica Zanatto

 

Curso: Letras

 

Local: B3 - CET – sala 230

 

Vagas: 30

Aprender mais que palavras: o ensino de língua espanhola aliado ao ensino de aspectos culturais dos países hispanofalantes

 

O ensino de língua estrangeira tem entre seus objetivos apontados nos Referenciais Curriculares - Lições do Rio Grande a intenção de levar o aluno a perceber a diversidade cultural do mundo, além de ajudar o estudante a construir sua própria identidade e a pensar criticamente sobre a realidade a partir do (re)conhecimento da identidade/realidade do outro. Esses objetivos, entretanto, não podem ser alcançados se a aula de língua na escola contemplar somente os aspectos linguísticos e desconsiderar os aspectos culturais dos países de origem da língua estudada. No caso da Língua Espanhola, são 21 países e, portanto, 21 possibilidades de enxergar o mundo a partir de outros ângulos. Mas transformar esses objetivos em atividades práticas no dia a dia nem sempre é uma tarefa fácil. Muitas vezes, aspectos culturais não são contemplados nos materiais didáticos adotados pelas escolas ou, quando são, passam despercebidos ou são ignorados, já que o professor nem sempre tem tempo ou sabe exatamente o que fazer com tal material. Com a intenção de auxiliar os professores de diferentes níveis de ensino na busca por soluções para esse problema, o minicurso "Aprender mais que palavras..." terá como principal foco a demonstração e análise de atividades práticas que possam ser utilizadas em sala de aula por professores de Língua Espanhola de diferentes níveis para trabalhar língua juntamente com os aspectos históricos e culturais dos países hispanofalantes. Mais do que cumprir com os desígnios de um documento, mostrar como e onde vivem os nativos da língua estudada torna a aula mais significativa e apresenta ao aluno motivos concretos para envolver-se e aprender o novo idioma. As atividades que serão propostas estão teoricamente fundamentadas nos Referenciais Curriculares do Rio Grande do Sul (2009) e nos estudos de autores como Simone Sarmento (2004), Lucimeiri Maria Schinelo (2009), entre outros.

Autora: Me. Talita Maria da Silva

 

Curso: LETRAS

 

Local: B4 - IFCH – sala 122

 

Vagas: 25

 

Interdisciplinar

Educação financeira nas escolas

A ideia do minicurso "Educação Financeira nas Escolas" surge no contexto da urgente necessidade de educar as pessoas a aprenderem a lidar com o dinheiro de forma responsável e sustentável, buscando organizar de forma equilibrada e disciplinada as suas finanças pessoais. Vivemos em uma sociedade que estimula e incentiva o consumismo exacerbado, e como consequência dessa realidade o que se observa é o aumento cada vez maior dos índices de inadimplência dos consumidores resultado do endividamento pessoal e familiar. A inserção recente da temática da educação financeira no currículo da educação básica, proposto pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), tem por objetivo capacitar crianças, adolescentes e jovens a serem bem-sucedidos na sua vida financeira pessoal tornando-se consumidores mais conscientes e responsáveis em relação ao uso do dinheiro.

Autor: Dr. Ginez Leopoldo Rodrigues de Campos

 

Acadêmicos colaboradores: Alexandre Denardi

Curso: Ciências Sociais e Ciências Econômicas

Local: B4 - IFCH – sala 232

Vagas: 60

O Power Point como recurso didático

O minicurso aborda a utilização do programa Power Point como ferramenta para desenvolvimento de atividades didáticas, como módulos teóricos e aulas expositivas. Aponta a questão instrumental, da estrutura e das possibilidades deste programa, que mesmo sendo um simples apoio, possibilita agilidade e envolvimento em sala de aula.

Convida aos participantes para o desenvolvimento de uma aula em power point através de tutorial. É necessário que o participante traga um referencial teórico para ser desenvolvido dentro das diretrizes do trabalho proposto.

Autores: Drª. Adriana Gelpi, Rosa Kalil

Acadêmicos colaboradores: Wagner Mazetto e Nelita Preto

Curso: Arquitetura e Urbanismo

Local: D2 - FAC –sala 201

Vagas: 30

Justiça Restaurativa e Processos Circulares Nas Escolas

O MEDIAJUR - Núcleo de Mediação e Justiça Restaurativa, Projeto de Extensão da UPF, desenvolvido no campus Carazinho e Passo Fundo, pelos Cursos de Direito, Pedagogia, Serviço Social e Psicologia, visa o enfrentamento de situações que envolvem a prática de ato infracional, a violência no âmbito escolar, doméstico e o tratamento de conflitos familiares a partir de uma abordagem integrada, cooperativa e humanitária por meio da aplicação da Justiça Restaurativa e da Mediação, enquanto instrumentos de (re)estabelecimento da relações sociais e familiares. Dessa forma, o MEDIAJUR promoverá o minicurso com o objetivo de apresentar aos professores os princípios da Justiça Restaurativa a fim de possibilitar a aplicação de processos circulares nos conflitos escolares. A Metodologia utilizada será a dos Círculos de Construção, recomendada pelo Projeto Justiça 21, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, que envolve vivências de resgate de valores, como, o respeito, a autonomia, a responsabilidade, o emponderamento, a solidariedade e o reconhecimento do outro. A equipe do MEDIAJUR será responsável pelo material que será utilizado no minicurso.

Autoras: Me. Linara da Silva, Cármen Souza e Geni Fátima Pithan Da Silveira

Acadêmicos colaboradores: Kevin Rittes e Sabrina Vieira Weise

Curso: Direito

Local: D3 - FAED – sala 212

Vagas: 25

Robótica educativa com o Arduino

A escola, atualmente, encontra-se inserida na era tecnológica e na sociedade digital, o que não quer dizer que se deve excluir ou se opor aos modelos anteriores de aquisição e utilização de conhecimentos. No âmbito educacional o currículo escolar, de um modo geral, ainda é pobre em atividades que enfatizam o fazer como meio de aprender. Atividades que requerem que os alunos construam artefatos e reflitam sobre o produto obtido são pouco exploradas como meio de aprendizagem. Sabendo que a educação deve privilegiar a reflexão crítica e a construção de conhecimentos singulares, ressalta-se a importância da integração dos processos tecnológicos nas práticas educacionais. Outra possibilidade tecnológica que vem se configurando neste contexto tecnológico da sociedade contemporânea é a Robótica Educativa. Neste contexto de manifestação da tecnologia na escola, apresenta-se a robótica como um dispositivo potencializador da aprendizagem, possibilitando que situações específicas de aprendizagem possam ser criadas a partir de uso de dispositivos robóticos integrados a outros recursos digitais. Quando alunos se envolvem em atividades relacionadas à robótica, é possível obter uma série de benefícios, a saber: interdisciplinaridade, responsabilidade, criatividade, imaginação, espírito observador, habilidade na resolução de problemas, socialização, comunicação, compreensão visual de matemática e ciências, aprimoramento do raciocínio lógico e abstrato, dentre tantas outras. Diante deste cenário, este minicurso objetiva apresentar um kit robótico a fim de mostrar que é possível realizar atividades de robótica na escola, desmistificando a sua complexidade.

Autores: Dr. Marco A. S. Trentin, Adriano Canabarro Teixeira e Evandro Luis Viapiana

 

Acadêmicos colaboradores: Leonardo Costela

 

Curso: Ciência da Computação

 

Local: B5 - LCI – Sala 3

 

Vagas: 20