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UPF lamenta a perda do ex-professor Édison Nunes

  • Por: Assessoria de Imprensa
  • Fotos: Arquivo UPF

Com pesar, a Universidade de Passo Fundo (UPF) e a Fundação Universidade de Passo Fundo (FUPF) comunicam o falecimento do ex-professor, Édison Armando Nunes, ocorrido nesta sexta-feira, 19 de março. Ao longo dos anos que esteve na Instituição, Nunes foi um professor incansável, exercendo um papel fundamental no processo de idealização e de consolidação do curso de Medicina Veterinária e do Hospital Veterinário. Também exerceu o cargo de coordenador do curso de Medicina Veterinária e, até 2020, atuou como membro do Conselho Universitário.

Orgulhoso das Jornadas Literárias, quando vereador, instituiu a Lei nº 4478, de 23 de janeiro de 2008 que permite a obrigatoriedade da frase "Passo Fundo Capital Nacional da Literatura" em todas as correspondências oficiais do município de Passo Fundo.

Confira a trajetória

Édison Armando de Franco Nunes: foi funcionário público federal, atuando no Ministério da Agricultura, onde aposentou-se em 1997, exercendo a função de fiscal federal agropecuário. No período de 1993 a 1995, foi secretário municipal de Agricultura em Passo Fundo, oportunidade em que criou de forma pioneira no Brasil o Serviço de Inspeção Municipal de Produtos de Origem Animal. Entre abril de 1995 e maio de 1996, desempenhou a função de diretor do Departamento de Produção Animal da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado do Rio Grande do Sul.

Atuou como vereador por três mandatos, de 1997 a 2000, de 2001 a 2004 e de 2005 a 2008. Em 2013, assumiu a Secretaria de Captação de Recursos, atuando posteriormente como Secretário de Transparência e Relações Institucionais até o final de 2020.

Professor da Universidade de Passo Fundo, foi o criador do curso de Medicina Veterinária da UPF e idealizador do Hospital Veterinário da instituição. Foi membro da Academia Riograndense de Medicina Veterinária, ocupando a cadeira de imortal número 17.

Em função do falecimento do ex-professor, a reitora da UPF, Dra. Bernadete Maria Dalmolin, decreta luto oficial de três dias.