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Grupo de Estudos de Animais Silvestres completa 7 anos de atuação

  • Por: Assessoria de Imprensa
  • Fotos: Arquivo

A preocupação com a fauna, a flora e o meio ambiente tem sido constante em atividades de grupos que atuam nesse meio. Na Universidade de Passo Fundo (UPF), isso não é diferente, pois, há 7 anos, o Grupo de Estudos de Animais Silvestres (Geas) desenvolve trabalhos que, além de proteger, visam à manutenção e à conservação da fauna através da reabilitação e do atendimento emergencial de animais silvestres.

O Geas, que é coordenado pela professora Me. Michelli de Ataide, reúne acadêmicos dos cursos de Medicina Veterinária e Ciências Biológicas.  Os estudantes participam ativamente de todo o processo, como o resgate e o recebimento de animais silvestres, da reabilitação, de cirurgia, da clínica, da soltura ou destinação das espécies, da conversação ativa com órgãos fiscalizadores, de conversa informal, entre outras ações. “Cada um que sai da comunidade acadêmica sai preparado para essas atuações. Os estudantes se tornam aptos para o atendimento adequado de espécies selvagens, inclusive para animais ameaçados de extinção”, comenta a docente.

O Grupo – que, além de educar a comunidade acadêmica para que os profissionais em formação saiam preparados para o atendimento à fauna e à conservação, objetiva, também, educar a sociedade (principalmente as crianças) para a conservação do meio ambiente – já deixou a sua marca nesses 7 anos de existência, completados em 2019. “Foram mais de 1500 animais reabilitados. Vários profissionais formados estão espalhados pelo mundo inteiro, em locais como Espanha e Londres, e em estados brasileiros, levando o legado e os ensinamentos do Geas. Crianças e adolescentes levam a nossa mensagem adiante para a conservação da fauna brasileira e mundial”, conta Michelli.

Para ela, a atuação do Geas é de extrema importância. “Contribui em todos os âmbitos, desde o atendimento, a conservação, a manutenção, a educação, entre outros, sendo exemplo, executor e educador na sociedade passo-fundense e região, além de ser uma fonte informativa junto ao Ibama, à Secretaria do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema) e ao Ministério Público”, relata Michelli, desejando que o Grupo alcance cada vez mais os próprios objetivos, mantendo como exemplo e trabalho para o bem-estar do Planeta.