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Desenvolvimento de Bioativos Microencapsulados para Adição em Alimentos Funcionais é tema de curso na UPF

  • Por: Assessoria de Imprensa
  • Fotos: Alessandra Pasinato

A Universidade de Passo Fundo (UPF), por meio do Parque Científico e Tecnológico UPF Planalto Médio (UPF Parque), do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos (PPGCTA) e do curso de Engenharia de Alimentos, promove, durante esta quinta-feira, 24 de maio, o curso “Desenvolvimento de Bioativos Microencapsulados para Adição em Alimentos Funcionais”. A atividade, dividida em módulos teórico e prático, reúne acadêmicos de Engenharia de Alimentos, Engenharia Química, Farmácia, Química e Nutrição, além de alunos de programas de pós-graduação e de outras instituições de ensino superior.

Pela manhã, no auditório do prédio G3 da UPF, os participantes acompanharam o módulo teórico, no qual as palestrantes Cindiele Karen Zen e Cíntia Guarienti abordaram questões relativas ao histórico, ao conceito, e as técnicas de encapsulação e análises. No turno da tarde, a partir das 14h, na Central Multiusuários do UPF Parque, ocorre o módulo prático, composto pela gelificação iônica e coacervação. 

A formação faz parte das metas do projeto “Ampliação da Estrutura da Central Multiusuários do Parque Científico e Tecnológico do Planalto Médio – UPF”, aprovado no edital 2/2017 da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul. Segundo a coordenadora, professora Dra. Luciane Maria Colla, o projeto objetiva ministrar cursos nas temáticas que envolvam os equipamentos adquiridos. “Nesse contexto, trabalhamos muito com a microencapsulação de bioativos”, comenta. 

Segundo ela, a microencapsulação é estudada de forma conjunta na Instituição. “O desenvolvimento de alimentos funcionais e nutracêuticos iniciou em 2014, quando aprovamos junto ao governo, para edital de parques, o projeto Nutra-Ali, que teve duração até o ano de 2016. O projeto de ampliação de estrutura da Central Multiusuários do UPF Parque foi aprovado no ano passado. Trabalhamos com a questão da microencapsulação com o suporte do PPGCTA, onde várias dissertações foram feitas, advindas destes recursos que oportunizaram a compra dos equipamentos. Queremos repassar à comunidade acadêmica, às empresas incubadas no UPF Parque e aos demais participantes essa tecnologia desenvolvida. É uma forma de oportunizar a divulgação da ciência”, completa Luciane.