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Agricultura visionária e inteligente

  • Por: Assessoria de Imprensa
  • Fotos: Camila Guedes

Professor da UPF falou sobre pesquisa e desenvolvimento de soluções para o dia-a-dia no campo no palco da Arena Agrodigital

O futuro do agro passa por pensar em tecnologias inteligentes, ao alcance de todos e que possam ser utilizadas no dia-a-dia, especialmente no campo. E foi para mostrar um pouco dos avanços que a ciência já fez e ainda pode fazer, que o professor do Programa de Pós-Graduação em Computação Aplicada da Universidade de Passo Fundo (PPGCA/UPF) Dr. Rafael Rieder subiu ao palco da Arena Agrodigital na 21ª Expodireto Cotrijal, nesta quinta-feira, 5 de março. O professor falou sobre o tema “Agricultura visionária e inteligente: pesquisa e desenvolvimento”.

O foco da fala de Rieder foi em chamar a atenção para o uso de tecnologias que utilizam como base modelos inteligentes, principalmente aplicados ao agronegócio, além de mostrar as potencialidades de se utilizar tecnologias como a realidade virtual pensando de forma visionária. “Pensando para o futuro o uso dessas interfaces multimodais, onde a pessoa possa ter um contato maior com os dados, sem precisar ter relatórios ou ter que analisar tabelas, poder ter isso ao alcance da mão, ao alcance da visão, ao alcance de qualquer senso, para poder fazer tomada de decisão junto com essas bases mais inteligentes”, explicou. O professor também aproveitou a oportunidade para mostrar alguns dos projetos desenvolvidos pela Universidade e a inserção dos alunos nesse processo. 

Para Rieder, apresentar temas como esse na Expodireto é também uma forma de buscar futuras parcerias com empresas, de forma que elas vejam potencial em projetos de pesquisa, aproximando a Universidade do local de trabalho e, especialmente, do produtor. “É importante ele saber que existe gente trabalhando, pensando em formas de facilitar a vida dele no campo e que a nossa intenção é logo ter algo disponível na palma da mão deles em um aplicativo de smartphone, na TV, enfim, na mídia que tiver interesse, para que ele possa usar no seu dia a dia”, ressaltou. 

Na opinião do professor, a inteligência artificial tem esse potencial de ser aplicada para ajudar a promover qualidade de vida, melhorar a produtividade, reduzir perdas, reduzir uso de químico. “A gente quer mostrar que nós podemos, sim, tornar produtos de pesquisa e de ciência algo que pode ser consumido pelo público em geral. Para isso, precisamos ter apoio, obviamente não só da academia, como das empresas, e a confiança do público de que somos capazes de fazer essas inovações e mostrar produtos diferenciados para o nosso dia a dia”, completou.