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Fase nacional da Olimpíada Brasileira de Informática terá acadêmicos da UPF

  • Por: Assessoria de Imprensa
  • Fotos: Natália Fávero

Esse é o segundo ano consecutivo que estudantes da Universidade se classificam para a fase nacional

Acadêmicos dos cursos de Ciência da Computação e Análise e Desenvolvimento de Sistemas do Instituto de Ciências Exatas e Geociências da Universidade de Passo Fundo (Iceg/UPF) estão entre os oito melhores do Rio Grande do Sul (RS). Eles participam da fase nacional da Olimpíada Brasileira de Informática (OBI), que é a UniProva final, no dia 25 de agosto.

Três acadêmicos da UPF conquistaram a classificação para a etapa final da OBI. Felipe Gazzoni Foschiera e Gustavo Anhaia Foschiera, do curso de Ciência da Computação, e Luciano Elly dos Santos, de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, todos do primeiro semestre, estão entre os oito estudantes do estado classificados na modalidade Programação Nível Sênior. Os acadêmicos são os únicos classificados do interior do estado.

A OBI é uma competição de programação realizada anualmente desde 1999 pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC). O objetivo da Olimpíada é despertar nos alunos o interesse pela ciência da computação, por meio de uma atividade que envolve desafio, engenhosidade e uma saudável dose de competição. “Este é o segundo ano consecutivo que acadêmicos da UPF vão para a final nacional da OBI. Temos alunos com a maior pontuação do RS na categoria universitária da Olimpíada. Isso é um incentivo para os alunos, um despertar para uma área que tem ampla oferta de emprego e que falta mão de obra”, comentou o professor do Iceg, Dr. Marcelo Trindade Rebonatto, enfatizando ainda que a Universidade está potencializando as Olimpíadas, em conjunto com as provas de Maratona de Programação, promovida pelo Iceg.

O conhecimento adquirido durante os cursos na UPF é essencial para o desempenho dos estudantes. “É importante eles participarem da OBI porque já vão treinando a lógica computacional, raciocínio lógico, muito utilizado. Eles estão vendo programação no curso e vão aprimorando os problemas exigidos na OBI, que são bem mais complexos do que os que desenvolvemos nestes níveis iniciais da graduação”, disse o coordenador do curso Ciência da Computação, professor Me. Eder Pazinatto, que integra a organização local da Olimpíada.

A prova da modalidade Programação é composta de tarefas de programação com níveis variados de dificuldade. “São provas muito complicadas e se não fosse o curso não tinha chegado nem próximo da primeira etapa. Chegar na etapa final é surpreendente. É algo que me deixa muito feliz”, disse o finalista Luciano Elly dos Santos, do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

Felipe Gazzoni Foschiera, do curso de Ciência da Computação, também fala da dedicação e da realização de estar entre os melhores do RS na Olimpíada. “É uma dedicação intensa e uma boa oportunidade para testar os meus conhecimentos em programação”, salientou o acadêmico.

Treinamento
A UPF, por meio do Programa de Extensão Conexões Tecnológicas, coordenado pelo professor Me. Marcos José Brusso, realizou, durante os últimos meses, a preparação dos estudantes que fizeram as provas da OBI. Participam do treinamento acadêmicos da graduação da UPF e estudantes do ensino fundamental e médio de Passo Fundo e região.