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Experiências transformadoras pautam o último dia de Presença UPF

  • Por: Assessoria de Imprensa
  • Fotos: Camila Guedes e Augusto Albuquerque

Professores da Instituição se reuniram na tarde desta sexta-feira, 14 de fevereiro, para pensar mudanças e inovações nas estruturas curriculares dos cursos

No terceiro e último dia de Presença UPF, o desafio dos professores da Universidade de Passo Fundo (UPF) foi o de pensar coletivamente sobre os currículos dos seus cursos. Divididos em oito áreas do conhecimento, os docentes participaram de oficinas onde puderam discutir e propor soluções. As atividades ocorreram em diferentes espaços do Campus e contaram com a participação de professores de outras instituições que atuaram como facilitadores, compartilhando suas próprias experiências de mudança de currículos. 

A temática “experiências transformadoras” foi, inclusive, o que norteou todo o evento. “Nós trouxemos esses profissionais que passaram por experiências de mudança de currículo para que pudessem dividir e promover oficinas com professores. Então, hoje o trabalho é mais técnico. Os professores vão debater, vão trabalhar em conjunto, vão conversar sobre as diretrizes curriculares nacionais, as institucionais, esclarecendo suas dúvidas de como fazer inovação e como transformar o que estamos fazendo”, explicou a coordenadora do Núcleo de Apoio Pedagógico (NAP) Me. Eliara Riasyk Porto. 

Para o diretor da Faculdade de Direito Me. Edmar Vianei Marques Daudt a movimentação iniciada no Presença UPF mostra que o semestre está começando de forma espetacular. “As atividades que já estamos tendo desde quarta-feira à noite indicam o quanto realmente a Instituição está envolvida e efetivamente produzindo algo de novo, não há dúvidas. Muitos de nós, ontem, passamos a manhã e à tarde discutindo sobre o que estamos fazendo e o que precisamos melhorar no que já é bom. Fazemos muita coisa boa e estamos sempre buscando melhor”, pontuou. 

Na opinião do diretor da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária Dr. Eraldo Zanella a reformulação curricular é uma necessidade. “Vimos durante todo o evento que os estudantes que estamos recebendo hoje são completamente diferentes do que tínhamos no passado. E, sem dúvida nenhuma, esses estudantes têm e necessitam de uma metodologia alternativa, na qual a gente consiga com que eles aproveitem o máximo possível dos ensinamentos e do conhecimento que a gente tentamos passar em sala de aula”, disse o professor ressaltando que essa mudança não é exclusiva dos cursos da UPF, nem do Brasil. “Esse é um desafio mundial e nós temos que quebrar essa barreira”, finalizou.