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Era uma Vez em... Hollywood brilha no Globo de Ouro

  • Por: Eugenio Siqueira - Rádio UPF
  • Fotos: Paul Drinkwater/NBC

Não houve uma supremacia. Em uma noite com prêmios bem divididos, o Globo de Ouro anunciou ontem (5) os vencedores de sua 77ª edição. Promovida pela Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood (HFPA, na sigla original), a disputa dá largada à temporada de prêmios no cinema e na TV. O filme mais premiado da noite foi "Era uma Vez em... Hollywood", de Quentin Tarantino, que levou três estatuetas, incluindo melhor filme - comédia ou musical.

Outros três filmes chamaram a atenção pelos prêmios que levaram: "1917"  venceu nas categorias melhor diretor (Sam Mendes)  e melhor filme - drama, "Coringa" levou as estatuetas de melhor trilha e  Joaquin Phoenix venceu como melhor ator - drama e "Rocketman" levou os prêmios de melhor música (com “(I’m Gonna) Love Me Again”) e melhor ator – comédia, para Taron Egerton.

As maiores decepções foram os super indicados "O irlandês", que mesmo com 5 indicações, não recebeu nenhum prêmio e "História de um casamento", com 6 indicações e um Globo de Ouro de atriz coadjuvante para Laura Dern.

Nos discursos, as eleições nos Estados Unidos em 2020 e os incêndios na Austrália foram lembrados, com destaque para as falas de Patricia Arquette e Michelle Williams. O diretor de Parasita, vencedor como melhor filme estrangeiro, o coreano Bong Joon-ho foi incisivo no seu discurso: "Assim que você romper a barreira da legenda, você será apresentado a muitos mais filmes incríveis".

O mundo da música viu uma consagração: Pela primeira vez após 52 anos de trabalho e e parceria, a dupla Elton John e Bernie Taupin ganhou um prêmio. Eles levaram por melhor música para filmes com “(I’m Gonna) Love Me Again” (de “Rocketman”).

Entre as séries, "Sucession", "Fleabag" e "Chernobyl" dividiram os holofotes, com dois prêmios cada.