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Secretaria de Saúde do Estado e UPF promovem atividade sobre Vigilância da Raiva

30/11/2023

17:01

Por: Assessoria de Imprensa

O Evento ocorre no dia 06 de dezembro no auditório do Curso de Medicina Veterinária e no Laboratório de Patologia Animal do Hospital Veterinário

Promovido pela Secretaria Estadual de Saúde em parceria com a Universidade de Passo Fundo (UPF), o Treinamento teórico-prático no Controle e Profilaxia da Raiva na 6ª CRS ocorre no dia 06 de dezembro na UPF.  O encontro será dividido em duas etapas: a teórica, realizada no auditório do curso de Medicina Veterinária, e a segunda, mais prática, realizada no laboratório de patologia animal do Hospital Veterinário, no Campus I.

O objetivo é atualizar o conhecimento e o fluxo de diagnóstico sobre a raiva, uma zoonose viral mortal que afeta mamíferos, incluindo seres humanos. O treinamento é voltado para servidores que atuam no programa da raiva que nas mais de 60 cidades da região. 

O treinamento irá abordar aspectos epidemiológicos da raiva, as medidas de profilaxia e as estratégias de vigilância ambiental da enfermidade. Os profissionais também terão a oportunidade de entender de que forma é feito o diagnóstico, detalhando o trabalho dos laboratórios IPVDF (SEAPI) e CDCT (SES/CEVS), que têm alcançado resultados inovadores no diagnóstico molecular e na vigilância genômica da Raiva. 

Informações sobre a Raiva no RS

O Programa Estadual de Controle e Profilaxia da Raiva, criado pelo Decreto Estadual 24.581, de 2 de junho de 1976, atua na vigilância da raiva animal e humana por meio da Secretaria Estadual de Saúde do RS.

-Não há casos de raiva em humanos há mais de 40 anos.

-Não há casos de raiva por variante canina há mais de 30 anos.

-Nos últimos dez anos, não houve o diagnóstico de raiva em cães no estado. 

-Em felinos domésticos, o resultado foi positivo em seis casos, todos causados por variantes virais de morcego.

-Nesse ano, a vigilância ambiental já detectou 24 morcegos positivos para raiva.

No RS, atualmente a raiva  está relacionada exclusivamente a morcegos hematófagos ou não, caracterizando um ciclo silvestre.

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