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Rede de Cuidados Territoriais inicia ações em agosto

  • Por: Assessoria de Imprensa
  • Fotos: Alex Borgmann/Prefeitura de Passo Fundo

Parceria entre a UPF e a Prefeitura identificará grupos populacionais vulneráveis e fará ações para o enfrentamento da Covid-19

Nascido de uma necessidade apontada pela Prefeitura de Passo Fundo, o projeto Rede de Cuidados Territoriais tem como objetivo identificar onde está a população de maior vulnerabilidade social e grupos de riscos à Covid-19, promovendo ações para o seu enfrentamento. Por meio de uma parceria firmada com a Universidade de Passo Fundo (UPF), esse trabalho começa a ser feito e as atividades terão início no mês de agosto.

O surgimento da pandemia alterou processos, atendimentos e a forma como as pessoas estão buscando serviços. Entre os setores mais afetados, está o da Atenção Básica, uma vez que o setor da saúde precisou priorizar os casos suspeitos, intensificar medidas de educação e controle, além de estabelecer novos fluxos, com orientações e cuidados remotos. “Com essa realidade, o projeto tem o objetivo de desenvolver ações territoriais que visem o enfrentamento da pandemia da Covid-19, considerando as dimensões que envolvem o conceito ampliado de saúde e potencializando as ações da atenção básica”, explica o professor da UPF, coordenador do projeto, Anderson Flores.

Ele recorda que, em função do novo cenário, muitas atividades voltadas para a atenção em saúde foram interrompidas. A partir disso, surgiu a necessidade de analisar as características sociais e sanitárias dos grupos populacionais, principalmente para a identificação de suas vulnerabilidades. “A ideia é desenvolver ações baseadas nos territórios que visem o enfrentamento da pandemia da covid 19, considerando as dimensões que envolvem o conceito ampliado de saúde e potencializando as ações da atenção básica”, pontua.

Ações iniciam em agosto
A parceria com a Prefeitura foi oficializada na última semana e as atividades de planejamento de inserção nos territórios já estão sendo desenvolvidas. A previsão é de que as atividades iniciem no dia 3 de agosto. 

De acordo com Anderson, no primeiro momento será realizada a aproximação com as lideranças das diferentes localidades e a apresentação do projeto. As ações nos territórios serão realizadas por meio de visitas domiciliares para avalição das condições sociais e de saúde, com atenção especial para situação do coronavírus destas localidades. “Depois do levantamento das demandas dessas populações, será realizada a reconstrução dos fluxos de atendimento ou encaminhamentos possíveis dentro da rede de serviços do município, incluindo aqueles ofertados pela própria UPF”, destaca, ressaltando que as visitas são realizadas por acadêmicos e professores dos diferentes cursos da área da saúde da Universidade.