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Acadêmicos da UPF recebem as chaves do Programa Residência Compartilhada

  • Por: Assessoria de Imprensa
  • Fotos: Caroline Simor

Parceria firmada entre a Universidade e a Fundação Lucas Araújo viabiliza moradia a estudantes

 A Universidade de Passo Fundo (UPF) e a Fundação Beneficente Lucas Araújo mantém diversas atividades em comum. Parcerias que envolvem cursos de graduação, extensão e que movimentam tanto os acadêmicos da Instituição, quanto as crianças, adolescentes e idosos da Fundação. Um dos exemplos práticos dessa relação é o Programa Residência Compartilhada, que viabiliza moradia aos estudantes que não têm condições financeiras para pagar o aluguel. Nesta quarta-feira (12), as chaves foram entregues aos acadêmicos selecionados.

O Programa oferece apartamentos e quitinetes aos estudantes que, em contrapartida ao valor do aluguel do imóvel, realizarão atividades de 8 horas semanais nas mantidas da Fundação Lucas Araújo: Lar da Menina Pe. Paulo Farina e Instituições de Longa Permanência São José e São João XXIII. O encontro teve início com uma reunião e a participação dos estudantes, dos representantes da UPF, Silvana Ribeiro e Vinícius Santos de Miranda, do diretor da Fundação, Luiz Costella, além de membros da equipe administrativa, Claudia da Rocha, Jurema Bruschi e Camila Bottesini.

Em sua fala, Costella apresentou a Entidade abordou as peculiaridades de uma Fundação que atende crianças, adolescentes e idosos e que, para isso, conta com o apoio da comunidade, das organizações e instituições da cidade. Para ele, este momento é bastante significativo, uma vez que une ainda mais a UPF e a Entidade, bem como contribui para a sociedade. “Quando estudante, eu contei com este tipo de auxílio e isso fez toda diferença na minha formação. Além de permitir que os jovens venham morar em Passo Fundo, também os coloca em ação nas suas formações e em contato com uma realidade que pode ser complexa, mas é apaixonante. Será uma troca de experiências, vivências e aprendizados que serão levados para os cursos e para a própria formação acadêmica e de vida”, destacou, ressaltando que hoje a Entidade atende aproximadamente 110 meninas e 60 idosos, estes, em tempo integral.

De acordo com Silvana Ribeiro, a ideia é dar início às atividades na próxima semana, visto que no decorrer desta, os acadêmicos finalizarão as mudanças e a organização dos apartamentos designados no Edifício Dom João. Durante o encontro, ela incentivou os estudantes para que tirassem dúvidas sobre o funcionamento, horários e ações desenvolvidas na Entidade. 

Para Dienifer Risson, acadêmica do 7º nível do curso de Artes Visuais, a experiência será enriquecedora. Natural de Marau, ela quer aproveitar a oportunidade para conhecer mais sobre a Fundação, bem como colocar em prática os conceitos aprendidos no curso. “Eu não tinha ideia de que a Fundação era tão grande e tão complexa. Aqui, vamos ter a oportunidade de vivenciar várias experiências, de crescer e nos fortalecer enquanto profissionais e humanos”, frisou.