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A história local e criminal de Passo Fundo

  • Por: Assessoria de Imprensa
  • Fotos: Sabrine Paludo

Acadêmicos da UPF participaram de uma visita guiada que abordou a história de alguns dos principais crimes ocorridos na cidade

Os cursos de História e Direito da Universidade de Passo Fundo (UPF) tiveram um encontro que foi além da sala de aula na segunda-feira, dia 10 de fevereiro. Em uma articulação entre os projetos Trilhas da História e Museu a Céu Aberto, ambos promovidos pelo Arquivo Histórico Regional (AHR/PPGH/UPF) e Instituto Histórico de Passo Fundo (IHPF), com a disciplina de Criminologia, os estudantes do curso de Direito tiveram a oportunidade de participar de uma visita guiada dedicada a abordar a história da cidade de Passo Fundo e algumas tipologias de crimes ocorridos no núcleo mais antigo de povoação.

Acompanhados pelas professoras Dra. Gizele Zanotto, coordenadora dos projetos, e Dra. Josiane Petry Faria, professora da disciplina, os estudantes partiram da Praça da Mãe, na Avenida Brasil, seguindo até a rua General Netto e encerrando o passeio na Estação da Gare. De acordo com a professora Gizele, o grupo ampliou a proposta inicial da atividade, que era uma visita sobre a história da cidade, transformando em um roteiro misto, que agregou a história da cidade com crimes ocorridos no percurso realizado. “Contando com os mestrandos Djiovan Carvalho e Alex Vanin como guias, realizamos a visita evidenciando a conformação citadina, desde o século XIX e crimes, de personagens conhecidos ou não, pensando também em abordar algumas tipologias como feminicídios, homicídios passionais, crimes políticos, crimes passionais, bem como a discussão das repercussões dos mesmos em processos judiciais e notícias de imprensa”, explicou.

Para a professora Josiane, a atividade foi uma experiência excelente do ponto de vista pedagógico, de pesquisa e, sobretudo, do aproveitamento de metodologias ativas. “Tudo aquilo que se espera, que se possa pensar a ementa da disciplina no seu espaço de convívio, aconteceu ali. A convivência dos programas, dos cursos da UPF é realmente um dos nossos diferenciais. E eu considero a atividade como a primeira de muitas que se sucederão, uma vez que os conhecimentos não devem ficar enclausurados, e os cursos têm muito a se comunicar”, pontuou.