Ensino

“Escolhi ser economista!” é tema de roda de conversa da UPF

12/08/2021

14:24

Por: Assessoria de Imprensa

Fotos: Divulgação

Evento on-line ocorre nesta sexta-feira (13) sendo uma promoção do curso de Ciências Econômicas

Em homenagem ao Dia do Economista, o curso de Ciências Econômicas da UPF promove a roda de conversa “Escolhi ser economista!”. A atividade, que acontece nesta sexta-feira, 13 de agosto, às 19h30min, pelo Youtube, contará com relatos de egressos do curso. Participam Edson Talamini (Faculdade de Ciências Econômicas – UFRGS), Sílvia Letícia Bampi (StoneX/CEA), Cristiano Soccol de Farias (Programa DAAD/Universität Leipzig) e Mariza de Almeida (Confederação da Pecuária e da Agricultura do Brasil).

O dia 13 de agosto, conforme a coordenadora do curso de Ciências Econômicas da UPF, professora Dra. Cleide Fátima Moretto, marca o reconhecimento da profissão. “Nessa data, em 1951, o ex-presidente Getúlio Vargas sancionou a Lei Nº 1.411, que oficializou a criação da profissão de economista no Brasil. Para atuar profissionalmente, é necessário concluir um curso superior em Ciências Econômicas ou em Economia”, disse, complementando que é no cenário econômico, sempre desafiador para a sociedade em geral, que se destaca a profissão de Economista.

“Pesquisar sobre questões econômicas, coletar e analisar dados utilizando modelos matemáticos, técnicas estatísticas e softwares, apresentar os resultados da pesquisa em relatórios, interpretar e prever tendências de mercado, aconselhar empresas, governos e indivíduos sobre tópicos econômicos e recomendar soluções para problemas econômicos são algumas das habilidades desenvolvidas durante a sua formação”, relata a docente.

Curso na Universidade tem mais de 60 anos
Ainda de acordo com Cleide, a UPF teve o curso de Ciências Econômicas como um dos seus pioneiros. “Há 63 anos, ele está presente na região, contribuindo para a formação de bacharéis em Ciências Econômicas que atuam em nível de país e região. O ambiente adverso que estamos vivendo revelou a importância de duas áreas fundamentais: a saúde e a economia. Portanto, a retomada do setor produtivo e a garantia do bem-estar da população dependem da atuação dos economistas, sobretudo pelo potencial de apontar caminhos para a solução de problemas que envolvem produção, renda e emprego”, finaliza.

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