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Campus UPF Soledade promove debate sobre violência familiar

  • Por: Assessoria de Imprensa
  • Fotos: Divulgação

Iniciativa marcou as comemorações de aniversário dos cursos de Direito e Pedagogia

Segundo o Conselho Nacional de Justiça, o Rio Grande do Sul é o estado líder em expedir medidas protetivas, e, de acordo com os dados da polícia civil de Soledade, o município muito tem contribuído com essas estatísticas, pois, somente no ano de 2016, registrou mais de 500 ocorrências de Maria da Penha e 3 feminicídios.

Sensíveis a essa estatística e com o intuito de promover o conhecimento e a reflexão sobre essa realidade, os cursos de Direito e de Pedagogia da Universidade de Passo Fundo (UPF), campus Soledade, escolheram o tema violência familiar como pauta do debate acadêmico comemorativo aos 20 anos do curso de Direito e 30 anos do curso de Pedagogia. A atividade, que ocorreu no dia 10 de novembro, contou com os debatedores Dra. Karen Luise Vilanova Batista de Souza Pinheiro, juíza da Vara criminal da comarca de Soledade; Dra. Suraia Estacia Ambrós, professora do curso de Psicologia da UPF e representante do Programa de acolhimento  interinstitucional às famílias (Paifam)  e da Clínica de estudos, prevenção e acompanhamento à violência (Cepavi);  psicóloga Camila Lando Silva, do Centro de referência especializado de assistência social; e Carolinne Nhoato dos Santos, coordenadora do Projur/Soledade. 

Além dos acadêmicos dos cursos de Pedagogia, Direito, Educação Física e Administração, o evento contou com a presença de professores da UPF, do diretor do campus, professor Idioney de Oliveira Vieira e autoridades locais.

As coordenadoras adjuntas, professora Elisa Mainardi, do curso de Pedagogia, e  Regina Helena Marchiori Canali, do curso de Direito, avaliaram positivamente o evento, considerando a abordagem contextualizada que foi realizada pelas painelistas e a pertinência das várias questões  apresentadas pelos acadêmicos no final do evento. De acordo com as professoras, esse é um tema complexo que necessita ser debatido nos diferentes espaços e por diversos profissionais no intuito de reduzir os índices da violência e promover uma cultura do bem viver.

Destaca-se ainda, na promoção e realização da atividade, junto ao trabalho das coordenações adjuntas, o envolvimento coletivo das professoras Cristiane Beurer Vasconcelos, coordenadora do Sajur Soledade; Carolinne Nhoato dos Santos, coordenadora do Projur mulher e diversidade no mesmo campus; e Cybele Carvalho Pereira, professora do curso de Educação Física.