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Acadêmicos de Jornalismo da UPF são premiados em congresso nacional de comunicação

  • Por: Assessoria de Imprensa
  • Fotos: Camila Guedes

O trabalho dos acadêmicos do curso de Jornalismo da Universidade de Passo Fundo (UPF) Andrei Nardi, Caroline Lopes, Caroline Beccari, Gabriela Schlotfeldt, Daniele Capelari e Fernanda Algayer foi premiado durante o Intercom Nacional, congresso de comunicação promovido pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação que aconteceu entre os dias 3 a 9 de setembro, na Universidade Positivo, em Curitiba.

O especial multimídia "O Canto das Sereias: a história de quem luta diariamente contra o vício das drogas", desenvolvido durante as disciplinas de Jornalismo Científico, A Reportagem, Reportagem para Rádio e Telejornalismo, sob orientação das professoras Sônia Bertol, Maria Joana Chaise e Nadja Hartmann, venceu na categoria Transdisciplinar – modalidade Produção Multimídia da Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação (Expocom). O prêmio aconteceu junto ao Intercom Nacional e é destinado aos melhores trabalhos experimentais produzidos exclusivamente por estudantes no campo da Comunicação.  

O trabalho foi produzido inicialmente para o Seminário de Linguagens, atividade culminante do trabalho em conjunto desenvolvido pelas quatro disciplinas no nível V. De acordo com a professora da disciplina de Jornalismo Científico Sônia Bertol, trata-se de um trabalho transdisciplinar cuja pauta é sempre um estudo científico e o desafio dos alunos é transformar em uma linguagem que seja acessível a um público leigo. “Nós propomos essa atividade, eles trabalharam esse estudo científico e o resultado foi uma reportagem multimídia lindíssima, desde que vimos pela primeira vez ficamos encantados com a ideia dos alunos e realmente mereceu ganhar o prêmio”, destacou. 

Para a professora da disciplina de Reportagem e também coordenadora do curso de Jornalismo Maria Joana Chaise o prêmio é importante pelo reconhecimento do trabalho dos alunos, mas também pelo trabalho de convergência desenvolvida por eles que os desafio a produzir um material que convergisse as diferentes linguagens do jornalismo. “Na primeira vez que nós propusemos esse trabalho a gente já teve esse resultado. Isso mostra, primeiro, que eles têm um potencial muito grande a ser explorado, que os alunos têm condições de produzirem materiais muito bons e que não são reconhecidos só por nós professores. Mostra que o próprio Seminário é algo que faz com que eles se desafiem a produzirem algo diferente, elaborado e que dá esse tipo de resultado interessante”, comentou a coordenadora. 

Já para a professora das disciplinas de Rádio e Telejornalismo Nadja Hartmann o grande desafio dos alunos foi fazer a tradução de todos esses termos técnicos e científicos do estudo e ao mesmo tempo humanizar o trabalho. “Acredito que isso foi o grande destaque da reportagem do grupo porque eles conseguiram humanizar, lidar com a questão da drogadição sem sensacionalismo, sem dramatização, mas humanizando, que é o grande desafio que a gente encontra hoje quando fala em jornalismo. Eles conseguiram fazer essa integração e ao mesmo tempo trabalhar a reportagem em cada linguagem conforme as peculiaridades do meio que é justamente o objetivo do Seminário”, completou. 

O canto das sereias    
A reportagem em formato de especial multimídia produzida pelos acadêmicos mostra o trabalho do projeto de extensão “Atenção Psicossocial aos usuários de drogas nas comunidades terapêuticas” desenvolvido pelo curso de Psicologia da UPF. Para uma das integrantes do grupo, a acadêmica do nível VII, Caroline Lopes, o grupo não esperava que um trabalho desenvolvido em sala de aula pudesse tomar proporções tão grandes. “A gente não esperava um reconhecimento desses. Nós termos chegado até a fase regional do Intercom já foi muita felicidade. Nós colocamos nesse trabalho tudo aquilo aprendeu na faculdade, e ao mesmo tempo que foi um desafio e foi o que nos motivou. Poder conta a história deles e levar elas a um nível nacional para nós acho que foi o maior reconhecimento. Muito mais do que ganhar um prêmio é contar essa história”, finalizou. 

O trabalho produzido pelos acadêmicos pode ser conferido aqui

 

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