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Acadêmica da UPF realiza pesquisa sobre aplicação de isótopos radioativos na medicina nuclear

  • Por: Assessoria de Imprensa
  • Fotos: Reprodução

A radioatividade, descoberta há muitos anos, vem sendo cada vez mais utilizada em várias áreas e para os mais diversos propósitos. A área médica é, atualmente, uma das que mais utiliza a radioatividade, tanto para fins de diagnóstico quanto para fins de tratamentos. Dessa forma, nas últimas décadas, a medicina nuclear, por meio dos radiofármacos, tornou-se uma importante ferramenta para essas finalidades. Pensando no constante aumento e na demanda da aplicação da radioatividade no desenvolvimento de tecnologias de ponta na área médica e farmacológica, a acadêmica Julia Hoffmann, do curso de Química Bacharelado da Universidade de Passo Fundo (UPF), sob orientação da professora Dra. Yara Patrícia da Silva, do Instituto de Ciências Exatas e Geociências (Iceg), realiza pesquisa bibliográfica acerca da aplicação de isótopos radioativos na medicina nuclear.

De acordo com a pesquisa literária realizada até o momento, a radioatividade na medicina nuclear é utilizada, principalmente, por meio dos radiofármacos, que são substâncias caracterizadas pela presença de um ligante radioativo e um ligante não radioativo. Como a radioatividade é utilizada para diagnósticos e tratamentos de disfunções do organismo, para que ela seja empregada corretamente, deve ser levado em conta algumas características do radiofármaco, dentre as quais uma das mais importantes é o tipo de radiação emitida pelo radioisótopo presente nele, o que, se não levado em consideração, pode afetar a saúde do paciente, bem como a qualidade do diagnóstico ou tratamento.

Incentivo à iniciação científica
A Universidade vem desenvolvendo, ao longo dos últimos anos, diversas ações para incentivar os alunos, tanto do ensino médio quanto da graduação, a ingressar no universo da pesquisa. O objetivo, segundo o vice-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Leonardo José Gil Barcellos, é instigar, desde cedo, o espírito de curiosidade e vontade pela transformação. “Essa troca é muito importante, uma vez que proporciona ao acadêmico a possibilidade de conversar e trabalhar juntamente com alunos que estão fazendo mestrado e doutorado. Assim, eles aprendem a lidar com o novo, participam de descobertas, enfrentam desafios e superam dificuldades. A pesquisa está em todos os lugares e a UPF, por meio da Iniciação Científica, permite que eles tenham contato com ela desde o ingresso na Instituição”, destaca, ressaltando que a experiência será útil para eles, mesmo sem seguir a carreira científica, pois a pesquisa estimula o pensamento lógico.