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Pesquisador americano aborda metodologias de sequenciamento genômico na UPF

  • Por: Assessoria de Imprensa
  • Fotos: Camila Guedes

O curso de Medicina Veterinária da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária da Universidade de Passo Fundo (FAMV/UPF) realizou, nessa segunda-feira, dia 29 de abril, o seminário de extensão “Novas metodologias de sequenciamento, análise e interpretação de dados genômicos: uma janela para o futuro”, ministrado pelo Dr. Matt Lee Settles, coordenador do Grupo de Genômica e Bioinformática da UCDAVIS, da Califórnia, considerada a melhor universidade de Medicina Veterinária e Ciências Agrárias do mundo. A atividade ocorreu no auditório da FAMV, com a presença de alunos dos programas de pós-graduação de áreas relacionadas à saúde e agrárias e acadêmicos dos cursos de Agronomia e Medicina Veterinária. 

De acordo com o professor Dr. Ricardo Zanella, coordenador do seminário, há alguns anos, a UCDAVIS vem desenvolvendo trabalhos bastante sérios em relação à utilização da genômica para fazer diagnóstico molecular de doenças, enfermidades, testes de paternidade, sequenciamento e identificação de patógenos. “Hoje em dia, fica muito limitado o diagnóstico de enfermidades somente utilizando as metodologias tradicionais. Então, esse é um diferencial que nós estamos tentando trazer aqui para a realidade da UPF, para que nossa instituição seja destaque no Brasil”, explicou o professor, lembrando que a Instituição já vem desenvolvendo vários trabalhos utilizando essas novas metodologias de sequenciamento e investigação, que estão tendo bastante destaque. “Essas novas metodologias estão aí para serem utilizadas e a ideia é mostrar o tempo que levou para descobrir todas essas formas de sequenciamento e que a gente pode fazer ainda mais”, completou. 

Em sua fala, Settles tratou sobre as novas metodologias de sequenciamento, análise e interpretação dos dados genômicos e falou sobre como essas metodologias podem auxiliar no avanço tecnológico do futuro. “Vou falar sobre sequenciamento de DNA, em particular a genômica, e sobre como nós estamos explorando a próxima grande aquisição da indústria e quais outros tipos de informações podemos obter desses dados. Além disso, avaliaremos como isso chega ao campo e que tipos de habilidades nós precisamos ter para fazer genômica. Para encerrar, precisamos falar um pouco sobre o futuro, ou seja, qual é o impacto que teremos no futuro na saúde do homem e na agricultura”, disse.