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UPF e empresas atuam juntas em prol da produção de conhecimento

  • Por: Assessoria de Imprensa
  • Fotos: Divulgação

Laboratório de Fisiologia Vegetal firma parcerias internacionais que ajudam na realização de pesquisas sobre o agronegócio

O incentivo a pesquisa e a inovação tecnológica nas mais diversas áreas do conhecimento é uma das marcas da Universidade de Passo Fundo (UPF). E nesse sentido, o trabalho do Programa de Pós-Graduação em Agronomia (PPGAgro) da Instituição, por meio do Laboratório de Fisiologia Vegetal, é intenso e constante, principalmente devido as parcerias firmadas com empresas internacionais, que contribuem com o desenvolvimento de estudos ligados ao agronegócio.

Segundo o responsável pelo Laboratório de Fisiologia Vegetal da UPF, professor Dr. Geraldo Chavarria, atualmente, há parcerias com as empresas, indiana UPL; norte-americana, Cytozyme; alemã, Bayer; além da Associação dos Produtores e Comerciantes de Sementes e Mudas do Rio Grande do Sul (Apassul). “Esta atuação conjunta objetiva resolver problemas, visando o aumento da produtividade da cultura da soja, obtendo recursos para equipamentos e bolsas de estudos, e para formar mestres e doutores com uma visão prática das necessidades da agricultura brasileira”, comenta o docente.

Conforme Chavarria, o trabalho com a UPL e a Cytozyme visa avançar em conhecimento de tecnologia que reduza o estresse nas plantas causado por restrição hídrica e fitotoxidez causada por fungicidas e herbicidas. Já com a Bayer e Apassul, de acordo com o professor, o propósito é criar relações de imagens de satélite com fisiologia das plantas de soja, de forma a predizer a qualidade das sementes de soja obtidas. “Destaco também a parceria que temos com a empresa produtora de sementes, Cabanha Butiá, que nos auxilia com bolsas e reagentes para as nossas pesquisas, além de realizarmos experimentos em suas fazendas”, complementa.

Trabalho conjunto promove continuidade dos estudos
As parcerias têm o intuito não só de obtenção de recursos, mas de promover a formação de profissionais mestres e doutores que saibam quais são as necessidades da agricultura. “A área em que atuamos (fisiologia vegetal) é uma dos alicerces do conhecimento do engenheiro agrônomo. Este profissional obrigatoriamente precisa entender como a planta funciona para ser mais assertivo no manejo e ter capacidade de alavancar a produtividade”, relata Chavarria.

Por isso, atuar para formar recursos humanos se torna fundamental. “Além de termos capacidade de comprarmos equipamentos de pesquisa, obtemos recursos para acadêmicos de graduação e estudantes de pós-graduação, assim como reagentes para os trabalhos em laboratório. Desta forma, a pesquisa não para e estamos inseridos no entendimento das demandas oriundas do sistema produtivo”, destaca o professor.