Oficinas

Oficina Os desafios da inclusão na escola.   
Período: 03 a 06 de outubro de 2017
Horário: das 14h às 17h30
Local: Auditório da Biblioteca Central (prédio C1) – Campus I - UPF
Ministrantes: Dário Aguirre e Karla Negry
Coordenação: Diego Rodrigues – SAES UPF


Oficina Aprendizagem Criativa - Faber-Castell
Período: 04 a 06 de outubro de 2017
Horário: das 14h às 17h30
Local: Auditório da FEAC (prédio B6) – Campus I - UPF  
Ministrante: Lourdes Atié


Oficina de desenho e narrativa - SESC

Período: 02 a 06 de outubro de 2017
Horário: das 14h às 17h30
Local: Faculdade de Direito – Campus I - UPF
Ministrante: Rafael Coutinho
Resumo:
O foco dos encontros será a experimentação de diferentes formas de se contar uma história, usando conversas, diálogos entre os alunos, jogos narrativos e o espaço ao redor, tanto do próprio Sesc como as imediações.
O objetivo é simples: desbravarmos juntos novas formas de se entender histórias em quadrinhos, tirando do jogo narrativo a obrigação do traço educado, bem como a necessidade de linearidade, começo, meio fim, o virtuosismo, a busca por um estilo maduro. Dessa forma, o grupo terá como objetivo principal a reflexão da própria função de uma história: o que a constitui em sua gênese. O que nos mantém atentos e ligados em uma conversa entre amigos, na observação de uma cena entre pessoas reais, a sequência de imagens que nos encantam, surpreendem ou até mesmo repelem.
O grupo fará uma série de histórias curtas, sempre com o enfoque em um aspecto da construção narrativa: imagem; enredo e roteiro; ritmo; diálogo; Todos os encontros serão conduzidos pelos eixos de compreensão dos sentidos, do que nos emociona, da desconstrução e da visualidade.
Nosso objetivo é sair com um grupo de exercícios que dialogue intimamente entre si, respeitando o limite e potencial de todos os envolvidos. Aproximar os quadrinhos e a narrativa da vida das pessoas, redefinindo sua utilidade enquanto ferramenta de expressão livre.


Oficina de Introdução à Leitura e Criação Poéticas - SESC

Período: 02 a 06 de outubro de 2017
Horário: das 14h às 17h30
Local: Faculdade de Direito – Campus I - UPF
Ministrante: Suzana Vargas
Resumo:
Oficina de poesia que trabalhará as múltiplas formas de ler e escrever poesia utilizando autores clássicos e contemporâneos.A poesia é um gênero? Um estilo? Um estado de espírito? De que recursos dispõe o poeta? Quais as diferenças fundamentais que existem entre prosa e poesia?
Leituras diversas, exercícios de criação, roda crítica e a produção de um minilivro coletivo fazem parte das atividades propostas.
Suzana Vargas é gaúcha e reside no Rio de Janeiro há mais de 40 anos. Poeta, ensaísta e autora de Literatura infantil e juvenil com 16 livros publicados. É professora de literatura e de oficinas de criação literária, Mestre em Teoria Literária pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e especialista na área de leitura.
Possui projetos pioneiros como curadora e produtora de eventos e ações em favor do livro e da leitura como o projeto Rodas de Leitura, as Caravanas de Escritores e o espaço que criou e dirige há 21 anos, a Estação das Letras agora transformado no Instituto Estação das Letras.
Suzana Vargas é poeta, autora de livros infantis e juvenis e Mestre em Teoria Literária pela UFRJ. Trabalha como promotora de leitura, desenvolvendo oficinas de capacitação para professores e oficinas de criação literária para neoescritores desde 1982. É curadora da programação cultural de feiras e eventos literários que acontecem dentro e fora do Rio de Janeiro onde vive . Criou e dirige a Estação das Letras há 21 anos. Entre seus livros de poemas publicados, destacamos: Sombras Chinesas (Massao Ohno EDitor 1990), Caderno de Outono ( Ed. Relume Dumará, 1999, Indicado ao Prêmio Jabuti ) e O amor é vermelho (Ed, Garamond, 2005). Em 2017, lança Conta-Gotas (Ed.Ibis Libris).


Oficina Encantos com autores e personagens: possibilidade de aprendizagem com recursos didáticos - PlayMais®

Período: 04 a 06 de outubro de 2017
Horário: das 14h às 17h30
Local: Faculdade de Direito – Campus I - UPF
Ministrante: Marta Chaves (UEM)
Resumo:
O Recurso Didático PlayMais foi desenvolvido na Alemanha há quase vinte anos, estando presente em 25 países desde a Europa até os Estados Unidos da América.
É um recurso que atende aos mais avançados conceitos ambientais, de sustentabilidade e segurança para nossos escolares, sendo desenvolvido a partir da sêmola de milho é biodegradável, atóxico e utiliza corantes comestíveis, quando umedecidas e unidas tornam-se as mais variadas composições, que pode ser maquetes, murais e painéis.
Após meses de uso constante das representações, em contato direto com água, tornam-se matéria orgânica e podem ser colocadas em jardins, canteiros de hortas ou em vasos com plantas retornando ao ambiente sem causar qualquer dano.
O que para as crianças de diferentes idades, e porque não dizer adultos também, é expressão de um brinquedo em razão de suas cores e formas. Para os profissionais que atuam nos espaços educativos direta ou indiretamente, configura no que há de mais avançado em termos de Recurso Didático.
O PlayMais é o único recurso que permite a representação de conteúdos das mais diversas áreas do conhecimento. Ao mesmo tempo que é capaz de reproduzir com exatidão uma célula para o ensino de Ciências, pode também reproduzir a paisagem de Vila Velha para uma aula de Geografia, pode transformar-se em letras para o ensino da linguagem escrita ou ainda assumir o formato de números ou formas geométricas para o ensino de conteúdos de todas as áreas do conhecimento, seja para a Educação Infantil, Ensino Fundamental. 
Vale destacar as possibilidades de realizações didáticas com Educação Especial e Educação de Jovens e Adultos.
Seu potencial compreende ainda o trabalho com Arte e Literatura, pois suas peças coloridas podem reproduzir com riqueza de detalhes uma tela de Alfredo Volpi com suas bandeirinhas, ou a tela “Abaporu” de Tarsila do Amaral com seu lindo pôr do sol. Podem ainda ilustrar os belos versos de Vinícius de Moraes e Toquinho, com flores, animais e a linda bailarina.
Não podemos deixar de mencionar as possibilidades de trabalho com autores e personagens de nossa literatura; como “Chapeuzinho Amarelo” de Chico Buarque ou a “Girafa sem sono” de Liliana Iacocca, sem deixar é claro de lembrar autores como Ruth Rocha, Tatiana Belinky e Pedro Bandeira.
Essas possibilidades de intervenções pedagógicas tornam-se possíveis a partir do potencial do Recurso Didático PlayMais em desenvolver as capacidades humanas, onde podemos mencionar a atenção, memória, concentração, criatividade, coordenação motora fina, espírito coletivo e solidário.


Oficina Para compreender textos literários: o ensino de estratégias de leitura com livros infantis
Período: 04 a 06 de outubro de 2017
Horário: das 14h às 17h30
Local: Faculdade de Direito – Campus I - UPF
Ministrante: Renata Junqueira (UNESP/Presidente Prudente)
Resumo:
Este minicurso tem como objetivo apresentar a metodologia proposta por Souza e Girotto (2010) sobre as estratégias de compreensão leitora.  As autoras propõem o ensino de estratégias de leitura com base na metodologia norte-americana com origens na metacognição aplicadas em textos de literatura infantil e juvenil. As estratégias propostas são as seguintes: conexões, inferência, visualização, questionamento, síntese e sumarização. Tal metodologia permite a utilização de diversos tipos de textos. Neste workshop utilizaremos o texto literário pelo fato de possuir um campo que gera grande liberdade para quem lê e ainda amplia o conhecimento prévio de seus leitores. Este tipo de leitura amplia os referenciais de mundo construídos pela linguagem e pelo meio social e cultural do leitor, objetivo maior do ensino das estratégias de leitura.


Oficina (Des)Encontros com a literatura na pequena infância

Período: 04 a 06 de outubro de 2017
Horário: das 14h às 17h30
Local: Faculdade de Direito – Campus I - UPF
Ministrante: Cyntia Girotto (UNESP/Marília)
Resumo: 
Na educação infantil, as crianças pequenininhas e pequenas não encontram textos para aprender, sobretudo, aprendem com eles; não buscam textos para estudar ou para se alfabetizar, prioritariamente, nesse acesso, convívio e mediação adequados, aprendem sobre si, sobre os outros e sobre o mundo. Se vigora, hoje,  uma inquietação desmedida, mas não infundada, com a formação de leitores, e se estamos preocupados com indicadores, como o Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), e com a necessidade de otimizar oportunidades, tornando mais rápido e garantido o ingresso do indivíduo na vida produtiva e adulta, é preciso parar e repensar. A propositura deste mini-curso, procura ressignifcar a valoração sobre a  formação de crianças leitoras, desde a mais tenra idade, mediante o acesso direto e mediado  ao (1) livro, como objeto da cultura humana e portador de modos, usos e funções, e (2) às atividades de leitura literária, bem como (3) compreender as relações com o trabalho pedagógico dirigidos à humanização das crianças via literatura infantil.  Ao entender a leitura como compreensão, interlocução, produção de sentido e prática cultural, a discussão proposta se fundamenta na Teoria Histórico-Cultural preconizada por Vygotsky e seus colaboradores, em diálogo com Bakhtin e com estudiosos da área da leitura e da literatura infantil.  Desde este ponto de vista, este mini-curso conclama professores da EI a repensar aspectos do papel do professor como mediador da leitura literária e da escola como um lugar privilegiado, em que as relações com a cultura escrita e com a literatura infantil se estabelecem. Interrogo, então, os princípios que orientam e justificam o modo como temos abandonado ou não nossas crianças a encontros com a literatura, como de resto com toda a palavra escrita, por intermédio de abordagens que auxiliam ou não sua permanência. Se quisermos que escrevam, há que se ver a escrita como um ato cultural de escrever, se quisermos que leiam, há que se ter contato com práticas produtivas do ato ler em suas diversas nuances e, desse modo, verter, deixar escorrer, a naturalidade da leitura que encanta, a voz que surge de uma palavra viva,  o gesto que cresce de uma intimidade com textos que não é simplificação,  os modos de ler que pululam entre tateios e imitações,  os sentidos outro que emergem dos processos de práticas leitoras, que no conjunto são acolhimento e afetamento  à complexidade da ‘simples’ e grandiosa experiência poética com a linguagem.


Oficina Educação Literária: o trabalho com o poema em sala de aula

Período: 04 a 06 de outubro de 2017
Horário: das 14h às 17h30
Local: Faculdade de Direito – Campus I - UPF
Ministrante: Maria Amélia Dalvi (UFES)
Resumo:
Nesta oficina, abordaremos noções do materialismo histórico-dialético, da psicologia histórico-cultural e da filosofia enunciativo-discursiva da linguagem e elaboraremos conjuntamente possíveis desdobramentos para a educação literária em contexto escolar. A partir da leitura e discussão de poemas e temas de Carlos Drummond de Andrade, proporemos possibilidades pedagógicas que problematizem as perspectivas que intentam reduzir a atividade de leitura a um corpo claramente definido, organizado e sistematizado de momentos e procedimentos. Procuraremos recuperar a leitura de poemas como uma atividade de linguagem, e, portanto, uma atividade intrinsecamente social e, com isso, nos dedicaremos a extrapolar o foco na dimensão estritamente (meta)cognitiva da formação de leitores.