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Crítica - Bohemian Rhapsody

  • Por: Assessoria de Imprensa
  • Fotos: Divulgação

Acaba de estrear o filme biográfico que conta a trajetória de Freddie Mercury e do Queen. O longa explora de maneira sensível momentos importantes da história do Queen, e narra a mutação artística do imigrante Farrokh Bulsara até o dito Freddie Mercury. 

Detalhes como a sátira de seus icônicos dentes até os pontos de virada: como, quando a banda gastou todo seu dinheiro e vendeu sua van para gravar seu primeiro disco, e como o grande clássico “Bohemian Rhapsody” não foi levado a sério pelo dono da gravadora, são alguns pontos (spoilers, pra quem não conhece a carreira), da história do grupo.

A licença poética ou a linguagem do cinema alterou a ordem cronológica de alguns fatos: o Rock In Rio, por exemplo, que ocorreu em 1985, no longa se passa em 1976, isso se justifica para ilustrar o sucesso da banda para com o público. Parte relevante do filme é focado na relação entre Freddie e Mary, o grande amor de sua vida – que apesar de não poderem permanecer juntos, permaneceram amigos durante o resto de suas vidas.

A riqueza de detalhes no show do Live AID, concerto beneficente ocorrido em Londres em 1985, também é um destaque do longa: quem puder conferir o show original, pode observar o quão fiel à realidade foi a versão cinematográfica. 

Como não poderia deixar de ser, a AIDS atravessa a narrativa, tal qual foi na vida de Mercury. Mas ao nosso ver, o longa projeta muito mais o drama na auto aceitação de Freddie, bem como na aceitação de seu pai

Texto: Bettina Ferreira Goulart 
Edição: Jonathas Koche