Vestibular UPF: área da comunicação se transforma na velocidade da luz

  • Por: Assessoria de Imprensa
  • Fotos: Arquivo pessoal

Em pouco mais de três décadas trabalhando com comunicação, a jornalista e egressa da UPF Zulmara Colussi acompanhou muitas das transformações da área

Quem tem menos de 20 anos certamente mal sabe o que era uma máquina de escrever. Prima mais velha dos computadores que usamos hoje, foi com ela que a jornalista Zulmara Colussi, egressa da Universidade de Passo Fundo (UPF), escreveu suas primeiras linhas. Ao longo das mais de três décadas de profissão, Zulmara viu a comunicação se transformar. E, com isso, sentiu a necessidade de estar sempre acompanhando as mudanças.

Da década de 1980, quando se levava uma eternidade para conseguir uma ligação telefônica, até os dias atuais, com a velocidade das redes sociais, foi, segundo ela, uma transformação absurda. “Eu comecei a trabalhar usando máquina de escrever comum, passei pela máquina elétrica, usei os primeiros computadores com disquete e Carta Certa (programa). Passei pelo telex, mimeógrafo... vi surgir o fax como algo inovador. Depois vieram os e-mails, os chats, celulares e agora as redes sociais que facilitam a comunicação e deram liberdade para que qualquer pessoa seja um produtor de conteúdo”, lembra.

Hoje, a realidade nas redações é outra. “Conseguimos tocar produção, fazer entrevistas, captar imagens sem sair da frente do computador. Há algum tempo, isso seria inimaginável”, ressalta a jornalista acrescentando que essa transformação atinge praticamente todas as profissões e classes sociais. “No jornalismo essas mudanças chegam ao ponto da dramaticidade, pois além da transformação tecnológica imposta aos profissionais da área, estamos perdendo postos de trabalho”, frisa.

Reinvenção constante
Com toda a experiência de quem já atuou em rádio, jornal impresso, televisão e assessoria de imprensa, Zulmara garante que acompanhar tudo isso é uma busca diária. “A reinvenção é constante e eu procurei fazer isso diversificando as plataformas de atuação e me encaixando onde me saio melhor e me considero mais confortável. E o que pauta o meu trabalho é transmitir a informação com verdade, da forma mais transparente possível”, comenta. 

“Quem está aberto ao novo e acompanha essa transformação, topa passar pelo processo de mudança. Agora, quem é mais conservador e cético em relação às mudanças, geralmente não se reinventa e fica patinando no mesmo lugar”.

Zulmara Colussi, egressa do curso de Jornalismo

Ela mesma, por exemplo, buscou conhecimento para acompanhar essas mudanças. Em 2009 após anos atuando na profissão, concluiu o curso de Jornalismo na UPF. “Conhecimento nunca é demais. A formação em Jornalismo só acrescentou em técnica, em novas relações e novas perspectivas. Foi muito importante profissionalmente. Ganhei maturidade e reforcei meu entendimento de que o aprendizado, seja ele formal ou não, deve ser uma constante na vida de qualquer profissional”, explica. 

De acordo com a jornalista, nem sempre essa capacidade de mudança é uma característica de quem trabalha com comunicação. “Quem está aberto ao novo e acompanha essa transformação, topa passar pelo processo de mudança. Agora, quem é mais conservador e cético em relação às mudanças, geralmente não se reinventa e fica patinando no mesmo lugar”, argumenta acrescentando que não perceber que as coisas estão mudando a velocidade da luz traz também desconforto e infelicidade.  

Por que ser um profissional da área de comunicação
Para a jornalista, o maior desafio de seguir na área de comunicação é manter a credibilidade. “Acho que o jornalismo sairá fortalecido deste momento conturbado do mundo. Estamos assentando a poeira. O mundo precisa do jornalismo porque ele é o observador, é o mediador, é o que tem condições de abrir todos os lados de um determinado assunto com técnica e capacidade de interpretação”, pontua. 

Independente das dificuldades, na opinião dela, o caminho do sucesso é ter amor pela carreira escolhida. “Eu amo o que faço. E quando se ama o que faz, o resultado é natural e o fazer não é um fardo em que pesem todas as circunstâncias adversas. E porque o jornalista e o jornalismo são essenciais numa sociedade que preza democracia e liberdade”, completa. 

Vestibular de Verão UPF
Se você, assim como a Zulmara, gosta e dá conta de acompanhar todas as transformações da sociedade, então, inscreva-se para o Vestibular de Verão da UPF. Neste ano, estão sendo ofertados sete cursos na área de Comunicação e Artes: Artes Visuais, Design de Moda, Design Gráfico, Jornalismo, Música Canto, Música Instrumento e Publicidade e Propaganda

As inscrições podem ser feitas até o dia 11 de novembro, pelo site vestibular.upf.br. A prova única de redação será na sexta-feira, dia 15 de novembro, com várias novidades. No site, você conhece todas elas e ainda confere todas as opções de cursos e informações importantes.