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Maio Amarelo: UPF engajada na conscientização por um trânsito melhor

18/05/2022

08:16

Por: Assessoria de Imprensa

Fotos: Jéssica França

Instituição atua em diversas frentes relacionadas ao Movimento, que chama a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito

O Movimento Maio Amarelo é uma campanha reconhecida, que objetiva conscientizar e alertar as pessoas sobre a importância de ter um comportamento adequado no trânsito, para que assim acidentes e óbitos sejam evitados. Abordando o tema “Juntos Salvamos Vidas”, diversas ações são promovidas sobre o assunto em todo o Brasil no decorrer do mês. Na Universidade de Passo Fundo (UPF), não é diferente, já que a Instituição possui uma vasta trajetória no desenvolvimento de trabalhos referentes à temática da segurança viária.

Uma dessas atividades é a realização da oficina de conscientização no trânsito “Juntos Salvamos Vidas”. Ela ocorrerá no dia 25 de maio, no auditório da Faculdade de Educação (Faed), Campus I, em parceria com o Núcleo de Educação para Trânsito, da Secretaria Municipal de Segurança Pública de Passo Fundo.

Mas além dessa prática, a UPF se destaca pelo que já foi feito desde que se engajou ao Movimento Maio Amarelo. Debates com os acadêmicos, professores e funcionários foram realizados, assim como ações de extensão que levaram a discussão à comunidade. Um exemplo é o projeto Circulando Cidadania, no qual integrantes de diferentes instituições iam às escolas do município e levavam temáticas de acessibilidade, segurança e mobilidade urbana até elas. O grupo se solidificou e atualmente é o Fórum de Mobilidade e Educação, no qual a UPF faz parte através de docentes e estudantes interessados no tema.

Outra iniciativa é que, desde 2018, a Universidade, por meio do MOVE-UPF, que é um grupo de pesquisa e extensão em mobilidade urbana do Escritório Escola de Engenharia Civil, promove ações de educação e conscientização no mês de setembro, na Semana Nacional do Trânsito, alusivas ao Dia Mundial Sem Carro.

Ainda, a Instituição oferta, em parceria com o Detran, capacitações voltadas aos instrutores de trânsito. Entre elas, está o Curso de Formação de Instrutor de Trânsito, ministrado desde 1996 e que já formou mais de 1.100 alunos em 36 turmas. Também há o Curso de Atualização de Instrutor de Trânsito, que, desde o ano de 2013, contou com mais de 500 participantes atualizados.

Trânsito é questão de comportamento e responsabilidade
Trabalhar temáticas relacionadas ao trânsito na UPF e na comunidade é pertinente. Segundo a professora da Faculdade de Engenharia e Arquitetura (Fear), Me. Eliara Riasyk Porto, assuntos sobre a mudança de comportamentos e hábitos são sempre contínuos e evolutivos. “Na década de 1990, por exemplo, muita campanha e fiscalização se fez em relação ao uso do cinto de segurança, que foi fundamental para a mudança de hábito de não usá-lo daquela época. Mesmo com muita gente usando quase que no piloto automático, ainda é preciso lembrar as pessoas da importância do uso do mesmo”, comenta.

Outra alternativa que pode contribuir com os problemas ligados à segurança no trânsito é o uso de outros meios de transporte pela população que não sejam carros e motos, os quais não só ajudam na preservação da vida e da diminuição do número de acidentes, mas auxiliam o meio ambiente. “Todos os modos considerados ativos são os melhores em termos de benefícios coletivos, como o transporte pedonal, cicloviário e transportes coletivos. Os benefícios vão na ordem de saúde, uma vez que a prática de exercício realizada no modo pedonal ou cicloviário traz melhorias como um todo a nossa saúde. Também há benéficos de ordem ambiental, pois, ao optar pelo transporte coletivo, há uma redução na emissão de poluentes por pessoa”, destaca Eliara.

Embora existam possibilidades, a docente ressalta que a relevância de movimentos como o Maio Amarelo está associada a compreensão de que a sociedade faz parte do problema, mas principalmente da solução. “Precisamos ser a mudança que queremos ver. De nada adianta apontarmos o dedo para o outro no trânsito e não olharmos para o nosso próprio comportamento”, finaliza Eliara.

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