Notícias UPF

Grupo de estudos sobre metodologias ativas discute métodos de ensino

  • Por: Assessoria de Imprensa
  • Fotos: Jéssica França

O Grupo de Estudos Sobre Metodologias Ativas (Grupo Gema), vinculado ao curso de Filosofia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade de Passo Fundo (IFCH/UPF), realizou, na tarde desta quarta-feira, 7 de novembro, mais um encontro de formação. O grupo encontrou-se em uma sala de aula da unidade acadêmica.

De acordo com um dos coordenadores do grupo, professor Dr. Andrei Luiz Lodea, o grupo foi formado no início de 2017, com a proposta de debater sobre as novas metodologias de ensino e aprendizagem. “A proposta é que, dentro da área de ética e conhecimento, possamos desenvolver algumas estratégias para trabalhar as metodologias. Temos disciplinas que normalmente envolvem vários cursos, de modo compartilhado, que precisam não apenas de uma abordagem tradicional, mas também de alguns métodos que forneçam subsídios a partir das tecnologias de informação, principalmente como uma forma de dar subsídio às aulas presenciais”, explicou.

O grupo se reúne mensalmente, e, a cada encontro, um professor fica responsável por apresentar uma metodologia diferente. “Até o momento, estamos trabalhando no nível teórico de interpretação sobre como é cada uma dessas metodologias. Já estudamos a metodologia baseada em problemas, a peer instruction, a baseada em estudos de casos e, hoje, especificamente, estamos trabalhando a sala de aula invertida, cuja abordagem se estrutura como um guarda-chuva, na medida em que abrange as outras metodologias, como um ensino híbrido”, disse.

A proposta do grupo é formar um material para suporte teórico, compreendendo o que são as metodologias e a aplicação delas na Área de Ética e Conhecimento. “A forma de ensino mudou. Então, a ideia é a gente acompanhar essas transformações, não desfazendo da importância do ensino tradicional, mas sabendo que o ensino tradicional precisa ter uma atualização. As metodologias ativas precisam do ensino presencial, mas podemos trazer elementos dessa ciência da informação como suporte para a aprendizagem dos alunos”, finalizou.