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As oficinas acontecerão no turno da tarde, das 14h às 17h, nos diferentes prédios do Campus I, da UPF.

São 60 oficinas gratuitas nas mais diferentes áreas!

Inscrições em http://www.upf.br - link Eventos

Observação: Considerando a gratuidade do evento e o número limitado de vagas, recomenda-se que o interessado, ao realizar sua inscrição, avalie previamente sua possibilidade de participação, para não inviabilizar a participação de outro colega interessado.

CONFIRA OS RESUMOS DE TODAS AS OFICINAS, OS PALESTRANTES E LOCAL ONDE SERÃO APRESENTADAS!

 

Ciências da Natureza e suas Tecnologias: Biologia, Física e Química 

1. Brincando e aprendendo com ciência

A formação continuada do professor visa, além do conhecimento específico, uma vivência da realidade que forneça subsídios para que a sua ação docente não esteja descolada na realidade. Pretende-se na oficina apresentar e discutir alternativas metodológicas inovadoras que possibilitem um maior envolvimento dos alunos nas aulas de ciências e de biologia.

Professores: Lisete Maria Lorini; Kelly S. Dartora; Lisiane Frosi Benetti

Colaboradores: Dilana Ferreira da Silva;Luana Maira Rosa; Vanessa Lando Bortoncello; Nicolas dos Santos; Iago dos Santos; Kélen Scherer da Costa; Vânia do Amarante

Local: Instituto de Ciências Biológicas L5 -  sala 124 (Lab.)

Vagas: 25

2. Práticas em Biologia

Um dos grandes desafios atuais é formar educadores que contribuam na sociedade de forma crítica e criativa, sempre alicerçados na ciência. Nesse contexto, deve-se proporcionar aos educandos a oportunidade de desenvolver habilidades, despertando a inquietação diante do desconhecido e, desafiando-os para que atuem na melhoria da qualidade de vida no mundo em constantes transformações.

Professores: Lisete Maria Lorini; Nadia T. Fante Escobar; Juliana Leitão

Colaboradores: Alânia Helena Balbinot; Chaiane Vargas da Cunha; Carlos Vinicius Dutra Borges; Oscar de Souza Santos 

Local: Instituto de Ciências Biológicas L5 -  sala 214 

Vagas: 25 

3. Oficinas ecológicas- integrando saberes e experiências

A presente oficina se propõe a discutir as questões que envolvem a sustentabilidade e a construção de uma Ciência e de uma cultura voltada  para a preservação ambiental e para a melhoria da qualidade de vida, integrando saberes, experiências e atividades práticas.

Professora: Luciane Spanhol Bordignon

Local: Faculdade de Educação D3 – sala 208

Vagas: 30

4. O ensino de Ciências contextualizado com o tema ambiental

A preservação do meio ambiente, nos tempos atuais, deixou de ser tratada como um assunto de um grupo pequeno. Partindo desta problemática, surge a necessidade do ensino voltado às questões ambientais, envolvendo os mais diversos componentes curriculares. Preocupados com a formação continuada de professores no ensino escolar, busca-se uma forma alternativa de construir e reestruturar os ambientes de ensino, envolvendo conhecimentos científicos de meio ambiente e ecologia, como um espaço para se desenvolverem discussões mais amplas, pesquisas e experiências concretas, favorecendo o aprendizado dos educandos. Além disso, permite o intercâmbio entre os diferentes saberes promovendo a interdisciplinaridade. Para envolver os mais diversos conhecimentos ambientais, serão trabalhadas questões envolvendo ecossistemas, através de uma trilha ecológica, a fim de propiciar novas formas de ensinagem, construindo ambientes investigativos para ensino de ciências, partindo de atividades práticas. Outra forma proposta para o estudo do meio ambiente será através estudo dos gases, será construído um ambiente de aprendizagem voltado ao tema efeito estufa, desmitificando a concepção errônea do tema, simulando desta forma, em pequena escala, o efeito estufa, bem como sua importância para a manutenção e equilíbrio da vida terrestre, envolvendo ainda a investigação, produção e identificação dos principais gases presentes no ar atmosférico, bem como suas propriedades.  O progresso e a vida moderna modificaram as condições da atmosfera terrestre, aumentando as emissões de poluentes para a atmosfera, tornando-se mais frequente a ocorrência de chuva ácida, assim a simulação da mesma e a discussão com um olhar pedagógico sobre o tema, terá o intuito de tornar o ensino de ciência mais contextualizado com as questões ambientais atuais e assegurar na formação continuada dos professores. 

Professores: Clóvia Marozzin Mistura; Claudete Terezinha Dal Canton Giacomini; Denise de Mello Resende; Nelsi Suzana Lauxen; Teresinha Aparecida Rodrigues Hermes.

Colaboradores: Josemere Both; Cinara Bonafé, Fernanda Gnoatto; Vanessa Louise Carniel

Local: Instituto de Ciências Exatas e Geociências B2- Laboratório - 03

Vagas: 20

5. Trabalhando com situações de estudo para a construção dos conceitos de ciências naturais no Ensino Fundamental

Os conteúdos do ensino de ciências nos anos finais do ensino fundamental têm sido marcados por sua organização disciplinar. Os conteúdos em ciências mostram-se usualmente fragmentados, descontextualizados, lineares e não costumam extrapolar os limites de cada campo disciplinar. Muito disso decorre de uma construção histórica e marcada pela influência dos livros didáticos que acabam por determinar aquilo que será abordado pela escola. Ao trabalhar os conteúdos a partir de situações de estudo a complexidade que é o trabalho pedagógico escolar passa ter um outro viés. A situação de estudo parte da vivência social dos estudantes e, portanto, permite a interação pedagógica necessária à construção da forma interdisciplinar de pensamento e à produção de uma aprendizagem significativa. Ao trabalhar com situações de estudo espera-se a superação da fragmentação e linearidade com que os conteúdos são abordados no ensino de Ciências Naturais no ensino fundamental.

Professores: Ademar Antonio Lauxen; Ana Paula Härter Vaniel; Mara Regina Linck

Colaboradores: Lucas Brandalise Menezes;Yasmin Vieira

Local: Instituto de Ciências Exatas e Geociências B2- Laboratório 04 

Vagas: 20

6. Feira de Ciências: possibilidade de vivência de uma proposta interdisciplinar

O objetivo desta oficina é promover a reflexão sobre a inovação científico-tecnológica subsidiando os professores da educação básica, através do desenvolvimento de atividades que possibilitem articular conhecimentos sobre a temática:“Água: responsabilidade, preocupações e perspectivas” de forma a viabilizar a proposição de projetos de investigação interdisciplinares, com vistas à realização de Feiras de Ciências nas escolas. Esta proposta justifica-se pelo fato de o ensino de ciências nos últimos tempos ter sofrido uma restrição qualitativa importante. Por outro lado, as Feiras de Ciências, mostram-se extremamente produtivas em relação ao desenvolvimento e à propagação de uma mentalidade investigativa junto às escolas. De fato cabe às mesmas propiciar aos seus alunos um contato com a atividade de pesquisa, já que ela oportuniza um aprendizado que vai além da mera absorção mecânica de conteúdos, formando o espírito de investigação e de busca da compreensão mais profunda dos fenômenos da realidade, tornando-se agentes das transformações necessárias. Nesse sentido há necessidade, por parte dos professores de inserção em processos permanentes de formação continuada. Segundo MORAES (1991), a formação inicial dos professores, nos cursos de graduação, é apenas uma etapa do processo de tornar-se um bom professor e acredita-se que a formação continuada deva ocorrer durante toda a vida, uma vez que a docência constitui um desafio que se renova cotidianamente. Com a proposta da oficina “FEIRA DE CIÊNCIAS: possibilidade de vivência de uma proposta interdisciplinar”, pretende-se subsidiar a qualificação dos projetos de iniciação científica orientados pelos professores viabilizando a possibilidade de participação na Feira de Ciências da UPF. 

Professores: Rejane Padilha Quedi; Sylvana Carpes Moraes

Colaboradores: Deise Mara Schäfer; Gisele de Souza dos Santos

Local: Instituto de Ciências Exatas e Geociências B5 ( prédio do LCI) - sala 102 

Vagas: 25

7. A Física da cozinha 

Os fenômenos físicos acontecem ao nosso redor a todo o instante e precisamos aprender a captar situações cotidianas e transformá-las em contextualização para o ensino de Física. Um dos locais mais recorrentes para isso é uma cozinha. Pretende-se abordar a Física que acontece e que contribui para a preparação dos alimentos que consumimos. 

Professores: Cleci Terezinha Werner da Rosa; Álvaro Becker da Rosa; Luiz Marcelo Darroz

Colaboradores: Caroline Maria Ghiggi; Patrick Alves Vizzotto; Diogo José Brum

Local: Instituto de Ciências Exatas e Geociências B2 – Laboratório -  119

Vagas: 25

8. Conhecimentos básicos de Astronomia

A astronomia vem despertando a curiosidade humana desde a mais remota antiguidade. O fascínio pelo céu tem levado o homem a observá-lo, a estabelecer teorias e a adquirir conhecimentos sobre o universo. O ensino de ciências, incluindo o eixo terra e universo, é recomendado pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) desde a etapa inicial da escolarização. Nesse contexto, essa oficina visa levar ao público participante conhecimento acerca do universo e nosso lugar nele, como surgiu o universo, com se formam as estrelas como é o nosso sistema solar e outras curiosidades acerca da astronomia. Também apresenta-se a conquista espacial e as tecnologias envolvidas, servindo como contextualização para os níveis formais de ensino. Assim, inicialmente será apresentado, com o auxilio do software Stellarium, uma projeção do céu noturno do município de Passo Fundo/RS para a compreensão das constelações presentes no firmamento. Na sequência, buscando a compreensão significativa das fases da Lua será realizada uma metodologia em que todos os participantes possam perceber que as fases da Lua constituem-se dos diferentes aspectos que ela se apresenta para um observador terrestre ao ser iluminada pelos raios solares são denominados fases da Lua. Para finalizar, com a utilização de imagens projetadas, serão abordados os principais conceitos básicos dessa ciência.

Professores: Luiz Marcelo Darroz; Álvaro Becker da Rosa; Marcel Leonel Jorge

Colabordores: Renato Pereira Cótica; Guilherme Henkes Bagestan;Jonia Zimmermann Troczinski; Tais Renata Schaeffer da Silva; Sheila Maria Battocchio

Local: Instituto de Ciências Exatas e Geociências B2 - Laboratório 118

Vagas: 18 

9. Organizador prévio para aprendizagem significativa de grandezas fundamentais da cinemática

A presente oficina tem por finalidade apresentar uma atividade lúdica para estabelecer a conexão entre os conhecimentos prévios dos estudantes e os conceitos relacionados com as grandezas fundamentais da cinemática. A atividade constitui-se em um jogo para ser desenvolvido num momento anterior ao estudo dos conceitos, onde se busca identificar o conteúdo relevante na estrutura cognitiva do estudante e explicar a relevância desse para a aprendizagem do novo material, além de proporcionar uma visão geral do assunto em um nível mais alto de abstração, salientando suas relações importantes. No primeiro momento será construído um tabuleiro com uma trilha que se constituirá no caminho percorrido pelos peões/pinos durante a competição. Em seguida apresentar-se-ão as regras do jogo e os objetivos da atividade.  Na continuidade da atividade, os cursistas serão convidados a jogar e conhecer essa proposta metodológica para o ensino de Física e de Ciências. 

Professores: Cleci Terezinha Werner da Rosa; Luiz Marcelo Darroz; Álvaro Becker da Rosa

Colaboradores: Jonathan de Lima; Stefany B. Maria; Jaqueline Da Roz; Rubia P. Bem

Local: Instituto de Ciências Exatas e Geociências B2- Laboratório 116

Vagas: 18 

10. Química forense: a ciência na solução de crimes

No âmbito de investigações científicas de crimes e contravenções tão diversas quanto o controle de produtos químicos, o tráfico de drogas, a dopagem no esporte, a fiscalização da condução sob influência do álcool, o controle de falsificação de bebidas ou a análise de crimes ambientais, dentre outros aspectos da ciência química forense, o(a)  participante poderá discutir os conhecimentos fundamentais da aplicação da química forense na sala de aula e na vida cotidiana como forma de entender melhor a ciência do dia a dia.

Professores: Clóvia Marozzin Mistura; Claudete Terezinha Dal Canton Giacomini;  Denise de Mello Resende; Nelsi Suzana Lauxen; Teresinha Aparecida Rodrigues Hermes.

Colaboradores: Denise Kolling Oliveira; Josemere Both; Cinara Bonafé; Fernanda Gnoatto; Cassiane Vian

Local: Instituto de Ciências Exatas e Geociências B2 – Laboratório 114

Vagas: 20

11. Ensino de Química contextualizado na ciência, tecnologia, sociedade e ambiente

Na atualidade, a educação exige mudanças de metodologias de ensino diante dos desafios propostos por uma sociedade cada vez mais complexa. Todo momento surgem novidades no campo tecnológico que instigam a curiosidade dos estudantes para melhor entendimento da realidade. Por outro lado, é notável o esforço de muitos educadores em buscar alternativas eficazes para o rompimento da forma de ensino tradicional por uma maneira que represente significação dos conteúdos propostos à vida do estudante. Estamos envolvidos constantemente por artefatos da indústria tecnológica. Aparelhos sofisticados e modernos surgem e representam muitos conhecimentos produzidos pela ciência, mas acabam passando despercebidos. Como entender o mecanismo de funcionamento de um telefone celular, o computador, forno de micro-ondas, rádio, motor, televisão, ou até mesmo uma simples fralda descartável que é envolvida pela moderna tecnologia? Como usufruir das tecnologias que estão ao nosso redor e poder usá-las de maneira positiva nas aulas? Que conhecimentos científicos perpassam estes diferentes aparelhos que mantemos contato diariamente e que são pouco explorados durante o processo de ensino e aprendizagem? Como a sociedade descarta estes materiais que por hora têm valor e que depois se tornam lixo? Que impactos sofre o meio ambiente ao receber tanto lixo tecnológico gerado e que possibilidades a reciclagem desses materiais apresenta à sociedade?  A partir dessas indagações surge a proposta dessa oficina que tem como base as ideias discutidas por muitos autores no campo de educação em Química e Ciências que se voltam à temática: “Ciência, tecnologia, sociedade e ambiente” (CTSA).  Propõe a realização do trabalho pedagógico para aulas de Química e Ciências, direcionado ao entendimento de como a tecnologia e os aparatos tecnológicos podem servir como temas motivadores para o entendimento do conhecimento químico e científico da atualidade e as implicações ao meio ambiente.

Professores: Lairton Três; Alana Neto Zoch

Colaboradores: Júlia Luísa Antonelo; Marjoli de Campos Grando

Local: : Instituto de Ciências Exatas e Geociências B2 – Sala 214

Vagas: 30

Matemática e suas Tecnologias

12. Educação matemática no Ensino Médio por meio de projetos: experiências vivenciadas pelo PIBID

Nessa oficina deseja-se apresentar como contribuição à Educação Básica, uma das ações realizadas no terceiro eixo do Programa PIBID/CAPES/UPF 2010-2013, o da inovação pedagógica. Com a implantação do Novo Ensino Médio no Estado do Rio Grande do Sul, e sendo esse um dos objetos de atuação futura dos nossos acadêmicos, o grupo desafiou-se em estudar a metodologia de projetos e elaborar sequências que propusesse uma matemática contextualizada. As propostas que serão apresentadas foram elaboradas conjuntamente entre bolsistas do Curso de Matemática da UPF (acadêmicos e professora coordenadora do Pibid Matemática ) e professoras de Matemática supervisoras/bolsistas de duas escolas públicas do Município de Passo Fundo. A oficina foi elaborada e aplicada nas duas escolas particularizando o tema, turma e sequenciamento didático, respeitando interesse e necessidade de cada escola. No Colégio Estadual .Joaquim Fagundes dos Reis a oficina foi realizada com um 3º Ano e o tema sugerido foi “A Geometria presente nas diferentes práticas sociais”. Na Escola Estadual de Ensino Médio Mario Quintana.a oficina foi desenvolvida com alunos do 1º Ano, com o tema “Educação Matemática e Cidadania”. Nas duas escolas, objetivou-se promover Educação Matemática investigando a matemática presente no cotidiano das pessoas com a finalidade de aproximar a matemática escolar da matemática das práticas sociais. Para isso, as sequencias pedagógicas revisaram conceitos subjacentes e integrantes das unidades em estudo e a elaboração e desenvolvimento de iniciação ao estudo por projetos. Durante o Seminário, será apresentada noções relativas ao estudo da matemática pela pedagogia de projetos e as duas sequencias vivenciadas pelo grupo do Pibid. Também, será debatido sobre a viabilidade de os participantes da oficina simularem temas e situações didáticas possiveis de serem utilizados na Escola com o Ensino Médio.

Professores: Sandra Mara Marasini; Elisangela de Assis Stocco; Rosi de Fátima Oliveira Portela

Colaboradores: Flávia Costa de Oliveira; Joice do Nascimento  Camargo; Luana Danelli da Silva;Lisandra Barreto da Silva

Local:  Instituto de Ciências Exatas e Geociências B2 - Laboratório 218

Vagas: 25

13. O uso de jogos na educação matemática: experiências vivenciadas pelo PIBID

Nas atividades desenvolvidas junto as escolas pelo Programa PIBID/CAPES/UPF 2010-2013 na Educação Básica constatamos inúmeras dificuldades no processo ensino-aprendizagem da Matemática. Dentre as muitas causas dessas dificuldades, a proposição de situações diferenciadas e desafiadoras seria uma das  indicadas por alunos dos ensinos fundamental e médio, quando da realização de investigação nas escolas. Diante disso, uma das sugestões para aumentar a interação em sala de aula e proporcionar o desenvolvimento da cognição e de capacidades diversas nos alunos, seria a utilização de jogos pedagógicos em aulas de Matemática. Com base nisso, foram elaboradas sequencias didáticas utilizando jogos aplicadas no ano de 2012, em turmas das escolas do município de Passo Fundo participantes do Programa Pibid Matemática. Nessa oficina, como contribuição à Educação Matemática local, serão apresentados alguns dos jogos utilizados com os alunos dos primeiros anos do Ensino Médio de duas escolas públicas com distintas finalidades, uma como revisão dos conceitos por parte dos alunos e outra como parte do estudo de um conhecimento matemático. Na  Escola Estadual de Ensino Médio Adelino Pereira Simões os diferentes jogos foram usado para a revisão da Álgebra Elementar,  e na Escola Estadual de Ensino Médio Antonino Xavier e Oliveira para o estudo dos logarítmos. As sequencias didáticas utilizando os jogos pedagógicos envolvem desde materiais concretos à jogos eletrônicos. As propostas foram elaboradas conjuntamente entre os bolsistas do Curso de Matemática da UPF e professoras de Matemática das escolas públicas, bolsistas do Programa Pibid. Duarante a oficina, será apresentada essas experiências que fizeram parte da formação inicial dos acadêmicos da UPF e da formação continuada dos professores das escolas envolvidas no programa Pibid Matemática. Também, serão desenvolvidos alguns dos jogos e indicadas algumas possibilidades de jogos aos participantes.   

Professores: Rosângela Salles dos Santos; Ivânia dos Santos Mellegari; Sandra Mara Marasini

 

Colaboradores: Emanueli Decezaro Gonçalves; Haranyn de Almeida Correia de  Lacerda; Leticia Dall’Agnol;Paula Boito; Taís Montelli dos Santos

Local: Instituto de Ciências Exatas e Geociências B2 - Laboratório 219

Vagas: 20

14. Interatividade e criatividade nas aulas de Matemática

A proposta dessa oficina tem por objetivo proporcionar atividades criativas possibilitando o desenvolvimento de habilidades de leitura, interpretação e registro do raciocínio matemático. Além disso, promover a interação e o trabalho em equipe entre os participantes, desenvolvendo habilidades e competências matemáticas através de atividades de construção de material e jogos. A metodologia a ser utilizada na oficina propiciará construções de materiais, desenvolvimento de raciocínio lógico mediante recorte, montagens e jogos envolvendo os conteúdos matemáticos e resolução de problemas. Nesse contexto as atividades propostas para o encontro consistem na construção por dobradura do Tangran, com a análise das figuras geométricas existentes, a competição da reconstrução do quadrado a partir das partes, por tempo e com peças ampliadas; a mágica das cartas, o jogo da tabuada com dados, o sudoku e o quadrado mágico. 

Professores: Rosa Maria Tagliari Rico; Mariane Kneipp Giareta; Neuza Terezinha Oro

Colaboradores: Estela Rosso dos Santos, Vanessa Pansera; Gustavo de Oliveira Rosa

Local: Instituto de Ciências Exatas e Geociências B2 - Sala 205

Vagas: 25

Ciências Humanas e suas Tecnologias: História, Geografia, Sociologia e Filosofia

15. Desvendando mistérios da história: oficina de investigação em sala de aula

O cenário educacional contemporâneo, marcado pelo esgotamento dos modelos pedagógicos calcados na reprodução de informações e na memorização, exige novas práticas em sala de aula.   No campo da história escolar, em geral os conhecimentos são apresentados aos alunos na forma de conteúdos prontos, acabados, como verdades inquestionáveis. Essa condição não contribui para que os alunos relacionem os   conhecimentos históricos com os princípios e métodos próprios da ciência histórica. Dentre as alternativas que têm sido gestadas para superar os métodos verbalistas e memorísticos, a investigação histórica ganha cada vez mais a adesão dos professores da educação básica. A oficina que ora propomos tem como principal objetivo socializar uma metodologia investigativa na sala de aula, que concebe o aluno como construtor de conhecimentos históricos e protagonista de seu processo de aprendizagem. Trata-se de uma metodologia que prioriza estratégias de problematização, análise, interpretação, busca de soluções, sistematização e síntese. Enfim, uma metodologia que busca fomentar o esforço historiográfico de desconstruir, reconstruir e construir histórias, entre professores e estudantes, utilizando os métodos e instrumentos do historiador, resumidos nas seguintes habilidades: aprender a formular hipóteses; aprender a classificar fontes históricas; aprender a analisar fontes; aprender a analisar a credibilidade das fontes; e, por último, a aprendizagem da causalidade e a iniciação na explicação histórica (PRATS, 2006).

Professores: Flávia Eloisa Caimi; André Martinelli Piasson

Colaboradores: Letícia Mistura

Local: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas B4 – sala 221

Vagas: 25

16. Da história local à cultura material - o ensino de História e suas fontes

A oficina é destinada a professores de História dos anos finais do ensino fundamental e do ensino médio e trata de uma proposta que se dividirá três momentos. Em um primeiro momento se discorrerá sobre o uso da historia local do ensino de história; em um segundo momento se apresentará a turma uma proposta de inserção da história local em aula; e, por último, se trabalhará com a fonte material através de uma pesquisa-investigação prática. Objetiva-se assim, auxiliar os professores a dinamizarem as aulas de História com atividades significativas, que valorizam a atitude investigativa e o trabalho de campo.

Professora: Gizele Zanotto

Colaborador: Francielle Moreira Cassol 

Local: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas B4 – sala 235

Vagas: 30

17. O trabalho de campo como recurso didático na verificação de impactos ambientais

O trabalho de campo é um dos recursos que o professor pode utilizar para tornar a aprendizagem da geografia não só mais “legal” ou descontraída para os alunos como também mais significativa.  A presente proposta tem como objetivo utilizar a metodologia de trabalho de campo para a observação e análise de impactos ambientais, bem como compreender que esse recurso didático é uma ferramenta importante no ensino da Geografia, como oportunidade de promover o conhecimento geográfico, bem como a socialização com os alunos e desses entre.   Referida proposta prevê um embasamento teórico e uma atividade prática no campus Central da UPF. 

Professora: Luciane Rodrigues de Bitencourt 

Colaboradores: Nilmar Oliveira dos Santos; Edson Luis da Silva Blon

Local: Instituto de Ciências Exatas e Geociências B2 - sala 01

Vagas: 20

18. A maquete de lâminas de projeção como recurso didático nas aulas de Geografia

A presente proposta tem como temática a produção de uma maquete como recurso didático nas aulas de Geografia, porém utilizando material alternativo de fácil acesso, as lâminas de projeção.  De uma forma mais simples, prática, barata e acessível, as lâminas para projeção podem ser uma excelente alternativa, tanto em relação ao acesso como em recurso financeiro. E este é justamente o objetivo da proposta, divulgar a construção de uma maquete didática de fácil acesso, tanto para a escola quanto para os alunos. 

Professores: Luciane Rodrigues de Bitencourt

Colaboradores: Hully Pastorio Pereira; Jaqueline de Souza Mello; Marilene Ramos da Silva Trilha

Local: Instituto de Ciências Exatas e Geociências B2 - sala 207

Vagas: 10

19. Qual a cor da cidadania?

A oficina denominada “qual a cor da cidadania?”, tem como objetivo refletir sobre as relações étnico-raciais e propor ações teórico-metodológicas problematizando o racismo na sala de aula. Para tanto, a oficina está compreendida em duas fases: a) na primeira, desenvolveremos uma reflexão teórico-metodológica sobre a complexidade das relações étnico-raciais; b) na segunda, trabalharemos os conflitos étnico-raciais a partir das vivências dos participantes. Finalizaremos, com as estratégias construídas coletivamente para abordar a temática nas escolas.

Professores: Frederico Santos dos Santos; Eizabeth Nunes Maciel; Mara Rubia Bispo Orth

Colaborador: Sueli Tondello

Local: Faculdade de Administração, Economia e Contábeis B6 – sala 112

Vagas: 30

20. Cinema e Filosofia na Escola

A reflexão filosófica muito frequentemente tem enfatizado os aspectos negativos da recepção de bens culturais de massa, de modo especial do cinema. Longe de ignorar os aspectos redutores da recepção acrítica, a oficina visa marcar possibilidades de diálogo entre o que o discurso filosófico tem de específico e o que o cinema oferece a partir de sua complexa estrutura (imagem, som, diálogo, performances, efeitos, tempo, movimento, trilha sonora...). A oficina procura esclarecer as diferentes maneiras da filosofia “lidar” com o cinema e como é possível “ver”, nessa expressão artística, “amostras” de filosofia. Como “pano de fundo” da oficina está a convicção metodológica que iniciativas qualificadas de ensinar filosofia precisam estar atentas ao ambiente cultural em que os alunos estão inseridos.

Professores: Gerson Luís Trombetta; Francisco Fianco

Local: Centro de Educação e Tecnologia B3 - Sala 230

Vagas: 25

Linguagens Códigos e suas Tecnologias: Língua Portuguesa, Literatura, Língua Estrangeira Moderna, Educação Física e Arte

21. A leitura, a escrita e a reescrita como princípio na construção do conhecimento 

O domínio da linguagem deve se dar em todas as áreas do conhecimento, sendo que para que  o indivíduo domine a língua escrita deve, antes de tudo, partir da leitura, aqui  entendida como forma de ampliação dos horizontes. Ler e escrever é um processo constante  na vida de uma pessoa socialmente ativa, crítica e atuante no seu meio. Um dos principais desafios encontrados pelo professor de Língua Portuguesa é conseguir fazer com que seus alunos aprendam a escrever bem. Mas como pode ele contribuir, através do processo de avaliação que faz, para uma produção escrita de maior qualidade? Que  estratégias de intervenção são mais produtivas para o aluno? O que torna, afinal, uma correção de redação mais eficiente? Seria a tarefa de correção uma mera "caça aos erros" localizada? 

Professores: Elisane Regina Cayser; Ângela M. Cé Luft

Colaboradores: Laércio Fernandes dos Santos; Itatiane Chiaradia 

Local: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas B4 – sala 4

Vagas: 40

22. O ensino da gramática a partir dos textos

A oficina proposta destina-se a professores de língua portuguesa do ensino fundamental e médio e a alunos do Curso de Letras. Tem por objetivo refletir sobre o ensino de gramática na escola de modo a rever práticas e qualificar o trabalho para o melhor desenvolvimento da competência comunicativa dos alunos. Para tanto, serão propostas três  etapas: a primeira pretende analisar o trabalho já desenvolvido em livros didáticos, a segunda visa apresentar sugestões que possam qualificar o trabalho com a análise linguística e, por fim, pretende-se que os participantes possam construir atividades práticas a partir de textos (de diferentes gêneros discursivos) previamente selecionados. 

Professora: Patrícia Valério

Local: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas B4 - Sala 231

Vagas: 40

23. Proposta de leitura e produção de textos dissertativo-argumentativos com base na teoria dos blocos semânticos

Esta oficina tem o objetivo de examinar a organização semântico-argumentativa de textos expositivo-argumentativos, com vistas a facilitar tanto a  leitura quanto a produção de textos desse gênero. Adotar-se-á, como base teórica, a Teoria dos Blocos Semânticos (TBS), desenvolvida por Marion Carel e Oswald Ducrot, na Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais, de Paris. Na primeira parte da oficina, tratar-se-á da concepção argumentativa de linguagem por oposição à concepção descritivo/ informacional. Em seguida, serão focalizadas e explicitadas as noções  de interdependência semântica entre predicados ; de bloco semântico, de aspectos argumentativos e de quadrado argumentativo.  Distinguir-se-á a argumentação linguística e a argumentação retórica,  para  tratar da argumentação interna (AI) e da argumentação externa  que as  entidades linguísticas comportam estruturalmente ou que o contexto linguístico permite construir. Na segunda parte, será feita a análise da organização semântico-argumentativa de textos, retirados das revistas Veja e IstoÉ, utilizando-se os conhecimentos postos à disposição pela TBS, acrescidos das noções de conexão por contiguidade e por similaridade, apresentados por Graeff, na revista Desenredo, v.8,n.2,2012.  A primeira,  produzida pelas relações entre AI e AE de uma unidade linguística permite a progressão temática do texto, enquanto a segunda, produzida pelas relações entre enunciados que exprimem o mesmo aspecto argumentativo, isto é, que têm a mesma AI, é responsável pela reiteração, pela exemplificação, pelo esclarecimento de um ponto de vista.  Por fim, será feita a leitura de  uma proposta de redação do ENEM e  explicitadas as  possibilidades argumentativas que poderiam resultar em planos de textos dissertativos. 

Professores: Telisa F. Graeff; Lauro Gomes

Colaboradora: Patrícia Salles Bernardi

Local: Centro de Educação e Tecnologia B3 – sala 231

Vagas: 25 

24. O trabalho com o texto literário: transposição do enredo em mapas  

Nesta oficina, desenvolve-se um trabalho referente ao ensino de literatura para jovens a partir da relação entre literatura, história e geografia. Para isso, recorre-se à proposta teórico-metodológica do crítico italiano Franco Moretti, que consiste, basicamente, em estudar a geografia literária de uma obra e, com a seleção de aspectos textuais, elaborar mapas/figuras que ilustram o enredo. A vinculação que se cria entre a literatura e a geografia, por meio dos mapas, faz emergir do universo narrado os elementos que ajudam a esclarecer as relações entre espaço e personagens, construídas na ação que estrutura um romance ou um conto, e permite interpretar a visão do autor acerca do tempo histórico representado. 

Professora: Ivânia Campigotto Aquino

Colaboradores: Lucas Flores Hayet; Jair Pereira Junior

Local: Centro de Educação e Tecnologia B3 – sala 228 

Vagas: 25

25. Machado de Assis para crianças

Resumo: Normalmente os professores não contemplam os contos, crônicas e poemas do maior escritor brasileiro de todos os tempos, Machado de Assis, em suas atividades letivas. Há preconceitos do tipo, é autor de uma escritura hermética, vocabulário da língua culta padrão muito elevado, temas ultrapassados e fora do contexto atual, dentre outros. Na essência, não conhecem a obra machadiana, pois não a leram por vontade própria e porque também nunca viram seus textos na vida escolar, inclusive superior. No entanto, o mercado editorial está repleto de obras machadianas especificamente voltadas às crianças e aos jovens, especialmente as Editoras Ática, Projeto, Scipione e Cosac & Naify. Dentre muitas, podemos citar Conto de Escola, da Editora Cosac & Naify; O Alienista, da Editora Ática; O Espelho e Outros Contos Machadianos, da Ed. Scipione; Cinco Histórias do Bruxo do Cosme Velho, da Projeto. Oportunizar e mediar a leitura de algumas obras machadianas às crianças é, sem dúvida, formar novéis leitores emancipados e cidadãos para o futuro.   Para o escritor Luiz Antonio Aguiar “Machado de Assis difícil de ler não existe”.    

Professor: Eládio Vilmar Weschenfelder

Local: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas B4 – sala 232 

Vagas: 50

26. Teaching English as a second language: technologies to boost learning & developing students' communication skills

The language teaching process has as its essential principle the development of a critical nature and it is said to be rich in cultural aspects, to be effective.  Most English as a Second Language students would argue that developing the communicative skills is a very tough task. At the same time, many researchers defend that these are the most important skills to be addressed, since people who are fluent in a language are called speakers of that language, as if he/she had full knowledge of the other skills. Authors such as Moon (2000), Cameron (2001), Phillips (2003) and Ellis (2004) have advocated the language teaching must contribute to intellectual, physical, emotional and socio-cultural individual’s growth.  Considering this context, this workshop is divided in two parts: the first one will focus on technology. It will be presented tasks and activities from different lesson plans that have centered in the use of technology in the classroom to develop students’ skills, mainly the written production.  The second part of this presentation, the participants will be provided with different tools and engaging activities to help them develop students’ oral and listening abilities, getting more chances of having a successful and motivating class.

Note: The workshop will be taught in English, mainly, but Portuguese can be used if necessary. 

Professores: Carolina Obem Ferraz; Aline Fae; Luciane Sturm

Local: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas B4 – sala 222

Vagas: 30

27. How to engage your star students

We're stars and our students need to be stars, too! To help our students reach their full potential. The goal of this workshop is to present and discuss ideas that will help our students succeed, both as English students and citizens of the world. At the same time, the participants will be challenged to use games, songs, and interactive activities to make their classrooms places where star students are formed. Come and discuss new ideas to engage your star students!

Note: Susan Banman Silecithe guest - has a degree in linguistics and has lived and taught English in Brazil since 1987. She is the co-author of the 7-level primary course, Everybody Up, and has worked on various publications specifically for Brazil. With a strong interest in values, Susan believes that teachers should not only give students an enthusiasm for English, but should pass on other skills, like helping others. She has an active presence in the classroom, working with NGOs in Campo Limpo and Paraisópolis, in São Paulo.

See more at http://elt.oup.com/bios/elt/b/Banman_Sileci_s?cc=cz&selLanguage=cs

Professora: Susan Banman Sileci Oxford University Press

Colaboradora: Luciane Sturm

Local: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas B4 – sala 223

Vagas: 40

28. Recursos imagéticos no ensino de Língua Espanhola

Segundo estudos científicos, as pessoas recordam aproximadamente 30% de que veem em relação a 10% do que leem. Assim, o objetivo deste trabalho é apresentar e discutir recursos imagéticos no ensino de língua espanhola.  A proposta está embasada no fato de que o  input visual é um recurso que chama mais a atenção do que um texto e, por esta razão, é fundamental na percepção e na interpretação de forma mais intensa. A imagem tem sido uma constante na vida das pessoas e, desta forma, é uma ferramenta extraordinária a ser usada no ensino de língua adicional nas escolas ou em cursos livres, pois é capaz de colocar o mundo dentro de uma sala de aula, colaborando desta maneira para a formação da cidadania. Igualmente, é um instrumento que agiliza a aprendizagem de léxico e de estruturas da língua de maneira mais significativa e dinâmica. 

Professora: Elaine Ribeiro

Local: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas B4 – sala 224 

Vagas: 30

29. Lutas na escola – será a luta um conteúdo da Educação Física escolar?

As lutas são manifestações da cultura corporal de movimento, assim como, os esportes, jogos, danças e ginásticas. Mas a luta possivelmente seja o conteúdo que encontre maior resistência de ser vivenciado nas aulas de educação física escolar, por diversas razões: A falta de espaço, material, roupa adequada e sobretudo pela associação as atitudes de violência. O que os alunos aprendem praticando lutas? O que os professores devem saber para desenvolver este conteúdo? Estes e outros aspectos do processo de ensino e aprendizagem das lutas serão discutidos e vivenciados nesta oficina. OBS.: Vestir roupa apropriada para prática. 

Professora: Sybelle Regina Carvalho Pereira

Colaboradores: Vanduir  Zancanaro; Diorgenes Alves

Local: a ser definido 

Vagas: 25

30. Linguagens corporais na escola, a dança, o teatro, os jogos e as lutas como formas de expressão e de comunicação

A Oficina de EXPRESSÕES NA ESCOLA contemplará uma abordagem a partir do paradigma Estético, alicerçado nas cinco estratégias textuais sugeridas por Gennari (1997) que são: o gesto, o som, a imagem, o número e a palavra. O objetivo da oficina é proporcionar aos participantes vivências envolvendo as diferentes formas de expressão e comunicação – verbal e não verbal - como a dança, o teatro, os jogos, as lutas, entre outras, favorecendo a livre criação, a improvisação, a transformação, levando em consideração a prática inclusiva (valorização das diferenças).  Serão abordados os seguintes conteúdos: expressão dramática escolar, técnicas de expressão teatral, dança escolar: criativa, figurativa e expressiva, jogos e brincadeiras cantadas e improvisações. 

Professor: Rodrigo José Madalóz

Local: Faculdade de Educação Física e Fisioterapia A12 – sala 02

Vagas: 50  

31. Movimentos dançantes para um corpo vivo

As possibilidades de movimentação corporal estão cada vez mais reduzidas pelas novas tecnologias e comodidades que restringem a possibilidade de expressão corporal. A prática da dança deve ser apresentada na escola como uma forma de ensino e qualificação interdisciplinar, pois possibilita além do trabalho psicomotor, neuromotor e psicológicos, aspectos de criatividade e valorização do movimento para obtenção da saúde. 

Professores: Luis Gustavo Maias

Local: Faculdade de Educação Física e Fisioterapia A12 – sala 03

Vagas: 50 

32. Jogos teatrais para crianças e jovens: possibilidades em espaços educativos formais e não formais

Esta oficina pretende apresentar, na prática, aos participantes, atividades que incluem jogos teatrais e jogos dramáticos possíveis de serem feitos com crianças e jovens em sala de aula e também em outros espaços como grupos com os mais diferentes objetivos. O programa da oficina prevê: Jogos teatrais que incluem atividades de autoconhecimento e relacionamento com o outro; Exercícios de estimulação da espontaneidade; Desafios provocadores da criatividade; Jogos dramáticos de socialização e relacionamento feitos em grupos. Exercícios de teatro terapêutico para o fortalecimento da auto-estima e auto-expressão.

Observação: Participantes, vir de calçado baixo e roupas confortáveis. A Oficina é prática.

Professora: Cilene Potrich

Local: Faculdade de Artes e Comunicação D2 – sala 204 

Vagas: 16

33. Maquiagem teatral como recurso para encenar e contar histórias

Crianças e jovens se sentem atraídos pela maquiagem teatral por ser um recurso que permite caracterizar diferentes personagens de maneira fácil, rápida, eficiente e atual.  Muitas vezes o material utilizado na escola, tanto com crianças quanto com jovens, como por exemplo, a tinta guache ou acrílica,  não é adequada por conter elementos que podem ser tóxicos.   Nesta oficina será apresentado aos participantes um material acessível, fácil de usar, com excelente efeito plástico e que não prejudica a pele.  Os participantes farão na prática caracterizações de personagens de histórias infantis como bruxas, fadas, monstros e outros para contação de histórias. Também podem experimentar a “maquiagem de efeito”, muito apreciada pelos jovens por ser vista pelos mesmos em filmes de ficção.

Observação: Vir com roupa confortável. Trazer: Uma toalha de banho grande já bastante usada e macia; rabicó ou outro para prender o cabelo e escova de cabelo; creme de rosto (o seu de uso diário); algumas sombras, batons e lápis de olho e de boca que estejam lá “parados”, sem uso. Máquina fotográfica (opcional). 

Professores: Cilene Potrich;  Singrai S.tradiotti da Silva 

Colaboradores: Ana C. Agatti; Évelyn Biorchi, Glaúcia Roveda, Júlia Bouvié;Thaíse B.de Barros

Local: Faculdade de Artes e Comunicação D2 – sala 115 

Vagas: 10

34. Máscaras como recurso para encenar e contar histórias

Crianças e jovens se sentem seduzidos pelas máscaras por ser um recurso que permite caracterizar diferentes personagens de maneira fácil, rápida, moderna e eficiente. Na oficina serão apresentados aos participantes diferentes materiais, bastante acessíveis, com excelente efeito plástico e por isso adequado para diferentes propostas e desafios didáticos.  Os partícipes farão na prática dois tipos de máscaras e serão desafiados a realizar uma dezena delas, posteriormente em propostas interdisciplinares na escola. A máscara está na história do teatro desde a Comédia Dell’Arte italiana e continua sendo um  recurso excelente para a representação teatral e  também para os mais diferentes usos em processos educativos.

Observação: Vir com roupa confortável e trazer uma toalha de banho grande já bastante usada e macia;  rabicó e escova de cabelo; creme de rosto (o seu de uso diário)1 caixa de sapato vazia; máquina fotográfica (opcional).

Professores: Cilene Potrich;  Declaine Favero Tomé 

Colaboradores: Aline Mattos, Amábile Scorteganha, Camila Iser; Lucas Chaves

Local: Faculdade de Artes e Comunicação D2 – sala 209

Vagas: 10

35. Oficina de arte: exploração tridimensional - uma experiência sensorial de acessibilidade

O projeto tem como objetivo primordial favorecer as condições de acesso a arte e cultura através da tridimensionalidade à participantes  deficientes visuais e de baixa visão, promovendo na comunidade universitária uma convivência pautada na valorização da diversidade humana por efetivar a acessibilidade a pessoa cega e de baixa visão, com a participação de alunas do Curso de ArtesVisuais e uma voluntária da comunidade, Ex-aluna da FAC, formada em Artes Visuais. No ano de 2012 seu eixo temático adotou um tema transversal: Identidade: Como me vejo, como vejo o ouro e como ele me vê., permitindo o desenvolvimento de cidadãos conscientes, capazes de construir um olhar crítico sobre suas ações na sociedade. Dessa maneira o projeto pode atua como estimulador das relações interpessoais, promovendo sua integração consigo e com o outro.  Relato de experiências do grupo participante 

Professora: Margarida Brandina Pantaleão da Silva

Local: Faculdade de Artes e Comunicação D2 – sala 205

Vagas: 15

36. Arte e criatividade: ecodesign - uma experiência positiva na formação dos professores

As oficinas de ecodesign têm como tema principal a sustentabilidade que modifica a forma de pensar e o comportamento da sociedade. Mais diretamente a preocupação com o destino dos resíduos sólidos que são descartados pelas indústrias, os quais, muitas vezes, não têm o destino correto. Ao serem transformados em novos produtos, como materiais lúdico-didáticos e brinquedos esse material passa a ter uma nova função educacional que reconhece o ecodesign e apresenta interatividade para que as crianças possam aguçar seus sentidos, criar seus significados e, consequentemente, desenvolver sua aprendizagem. Com uma tendência muito marcante de formação lúdica, os professores estão buscando conhecimentos e se atualizando para ensinar e aprender de forma mais lúdica. A valorização da prática do brincar e do jogar está despertando no professor e no aluno uma maneira diferente de fazer educação. O desafio da universidade está na formação de professores que acreditam na transformação do quadro educacional para atender às necessidades atuais e na formação de pessoas com direitos e deveres na sociedade. Também no reconhecimento da extensão universitária visando à interação entre a comunidade acadêmica e a sociedade, contribuindo assim para o desenvolvimento. A valorização da arte, da criatividade e da ludicidade na formação do professor pode ser o elemento que alavanque o lúdico na educação da criança quando o professor estiver atuando. A educação estética desenvolve a criatividade e aguça os sentidos; desenvolve também a percepção do que há ao nosso redor, no meio em que estamos inseridos. Essa percepção atinge os canais da imaginação e a interpretação por todos os sentidos; ela aflora o sensível no ser humano e faz com que este interprete essa forma artística e a transforme de forma crítica em aprendizado para que possa ser analisado e aplicado na realidade em que vive.

Professora: Dulcicléia Antunes

Local: Faculdade de Educação D3 – sala 210

Vagas: 25 

37. Música: um contraponto com as várias áreas de conhecimento... uma melodia possível e acessível

Demonstrar, desenvolver algumas atividades de vivência e apreciação musical dentro do vasto campo de abrangência da área musical, mostrando as várias possibilidades que a   música oferece para a realização de atividades educacionais nas mais diversas áreas de conhecimento da Educação Básica.

Professora: Leila Mariza Orth

Local: Faculdade de Artes e Comunicação D2 – sala 206

Vagas: 35

Ensino Fundamental I

38. Reflexões sobre leitura e atividades didáticas que possam ser desenvolvidas nos anos iniciais do Ensino Fundamental para a constituição da competência leitora

O gosto pela leitura é um processo que se inicia ainda na infância e, na medida em que é oferecida a criança possibilidades de relacionar-se com materiais escritos de boa qualidade e adequados a sua faixa etária, maior será seu interesse e gosto pelo ato de ler. Sendo assim, o ato de ler começa antes do ingresso da criança na escola, ainda em âmbito familiar. Entretanto, é da escola a responsabilidade de promover estratégias de compreensão leitora, criando condições para que o aluno efetivamente saiba ler, no sentido de superar a compreensão de que ler não é apenas entender um texto, mas sim, ser capaz de criar estratégias de raciocínio que lhe permitam compreender a mensagem de um texto conjugando as informações oferecidas pelo próprio texto e os conhecimentos que ele possui. Então, para ensinar a ler, o professor precisa ter claro o que significa ler e que processos estão implicados nesta tarefa. Considerando o exposto, esta oficina visa contribuir com a reflexão sobre o ensino da leitura através da exploração de situações didáticas variadas que venham a servir como recurso aos professores para auxiliarem seus alunos na construção de ferramentas para uma prática leitora competente. As atividades que estruturarão o estudo dirigem-se ao trabalho com os Anos Iniciais do Ensino Fundamental, buscando situar-se de forma contextualizada e considerando os diferentes gêneros textuais. 

Professora: Silvia Maria Scartazzini

Colaboradores: Giovana Maciel de Anhaia; Janete Aparecida de Souza; Kristine Szymanski; Maiara Foli Severo; Zanandreia Kurtz

Local: Faculdade de Educação D3 – sala 207

Vagas: 40

39. Políticas afirmativas para a construção da qualidade na escola infantil

O contexto atual evidencia a publicação de políticas afirmativas para a construção da Qualidade na Escola Infantil brasileira.No entanto, urge, acompanhar o processo da implementação, de forma que assegure a integração das ações de cuidado,  educação e ludicidade, respeitando os Direitos da criança de 0 a 6 anos.Propõe-se, a reflexão da Lei Nº 12.796 - Obrigatoriedade da Matrícula de a 5 anos e o Programa do PROINFÂNCIA.

Professores: Sussi Abel Menine; Marina S. Grando, Bianca Bertuol, Queila Dias

Local: Faculdade de Educação D3 – sala 204

Vagas: 30

Oficinas interdisciplinares: saúde, inclusão, educação, formação de professores, gestão escolar

40. Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade na escola: como diagnosticar e manejar

Nesta oficina serão apresentados o conceito e Diagnóstico de TDAH: o papel do professor no diagnóstico de crianças e adolescentes portadores de TDAH;  a avaliação de crianças e adolescentes com suspeita de TDAH: a avaliação do professor  e o tratamento e manejo do TDAH na escola. Haverá espaço para perguntas e dúvidas sobre TDAH.

Professores: Cláudio Joaquin  Paiva Wagner;  Bruno Novello; Carla Tarrasconi; Ciomara Benincá; Cristiane Barelli; Lenita Quevedo

Colaboradores: estagiários do projeto programa de atenção as pessoas portadoras de TDAH

Local: Faculdade de Administração, Economia e Contábeis B6 – sala 101

Vagas: 50

41. Violência contra crianças, adolescente e idosa: diagnóstico e intervenção

A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a violência como um problema de saúde pública, pois afeta a integridade física e a saúde mental, sendo evidentes para quem trabalha na área. Indivíduos vítimas de violência frequentam com assiduidade os serviços de saúde em geral e os departamentos de Medicina Legal, com “queixas vagas”. Segundo RUFINO (1997), a rota das vítimas de violência passa regularmente pelos prontos-socorros, ambulatórios, hospitais, escolas e institutos de medicina legal, que têm dificuldade em fazer o diagnóstico da violência, assim como de compreender a magnitude do problema e de assumir a responsabilidade que lhes cabe. No Brasil, outro dado importante é a omissão do poder público que não habilita os profissionais para o atendimento adequado às vítimas da violência. A negligência, os maus-tratos e os diversos tipos de abusos contra crianças, adolescentes, e idosos, estão entre os tipos de violência de maior incidência, com origem que predominantemente provém do ambiente familiar, e que resultam em implicações médicas, legais, e para o efetivo desenvolvimento psicológico e educacional. Os efeitos prejudiciais desse infortúnio constituem um potencial gerador e mantenedor de danos psicológicos em curto e longo prazo.

Professores: Mirna M. N. Branco; Carla Tarasconi, Christiane Miranda, Silvana Alba Scortegagna

Colaboradores: Helena Carolina de Almeida; Alexandra Verardi Burlamaque; Luciane de Albuquerque Höner

Local: Faculdade de Administração, Economia e Contábeis B6 – sala 102 

Vagas: 30

42. Alternativas à violência na escola para a construção de uma cultura de paz

Diferentes manifestações de violência, dentro e fora da escola, pautam as relações de convivência humana e conhecer uma determinada realidade não representa saber lidar com essa realidade. O incremento das violências nas escolas vem gerando estudos que buscam a melhor compreensão da problemática. A partir dessas investigações, metodologias de intervenção vem sendo buscadas visando reduzir e prevenir a problemática. Neste sentido, o Observatório da Juventude e de violências nas escolas, através do Projeto de Alternativas à Violência, tem oferecido oficinas de formação, onde são usadas dinâmicas que estimulam as pessoas no processo de descoberta de si e dos outros na convivência social. A filosofia central do Projeto é a descoberta do poder transformador, que cada pessoa/grupo pode utilizar para transformar situações e comportamentos conflitivos, violentos e destrutivos em experiências libertadoras, construtivas e cooperativas. O projeto se destina a educadores, estudantes do ensino médio, acadêmicos, lideranças comunitárias e profissionais de diferentes áreas de conhecimento que manifestem disposição em constituir-se em coletivos no protagonismo de processos educacionais voltados ao enfrentamento das violências, na resolução de conflitos e na promoção de uma cultura de paz nos ambientes de convivência. Visa também oferecer elementos teórico-metodológicos voltados à ressignificação da educação e da gestão educacional na perspectiva da ética do cuidado consigo mesmo, com o outro, com o ambiente, com a vida, valorizando e focando o potencial criativo na construção de valores que humanizem as relações e promovam a cultura de paz. 

Professores: Silvio A. Bedin; Rosana Maria Luvezute Kripka

Colaboradores: Berenice M. Romanzini; Tânia M.de Oliveira, Jéssica Limberger, Lisiane L. Mella; Fernanda Farias

Local: Faculdade de Educação D3 - sala 205

Vagas: 30

43. A escola no olhar do professor: reflexões sobre a violência

A oficina tem o propósito de oportunizar ao professor a busca de uma compreensão mais profunda sobre as expressões complexas de violência no meio escolar. Ao lado de tantos desafios que a escola precisa se defrontar, surge a necessidade de uma ampla reflexão sobre a questão da violência, verificando as possibilidades de ações mais eficazes. No contexto atual, a escola tornou-se um lugar onde também ocorrem uma série de expressões, tais como a interferência de grupos externos, a depredação escolar, as brigas entre alunos, as agressões entre alunos, professores e pais, discordâncias familiares e outras situações que geram um clima de incertezas. Essa problemática aponta para compreensão do tema, de forma criteriosa, pois a escola é o lugar no qual as relações de conflito precisam ser resolvidas de maneira construtiva. Neste sentido, entende-se que o conflito não se opõe a idéia de paz.  Os casos  que se revelam diariamente na escola podem ter também o caráter de autodefesa. Há uma tendência de se localizar o problema em um ou em outro grupo e perder de vista a complexidade do fenômeno, que perpassa pela história, pela cultura, pela posição social, experiências  individuais e outros aspectos. Sabe-se que todos, pais, alunos e professores sofrem e causam violências dentro e fora da escola. A reflexão que se impõe é analisar o fenômeno  não de forma isolada, evitando o senso comum e  buscando ações que possam ser realizadas em microcontextos. Pode-se equilibrar a necessidade de coerção social, que reprime comportamentos violentos, com o desenvolvimento do potencial de mudança  da pessoa e ela ser  protagonista de sua vida.   A metodologia proposta é participativa, por meio de exercícios vivenciais,  reflexões em grupo e socialização das ações.  Utilizar-se-á  datashow, vídeo, gravuras e música.

Professora: Rosane Rigo De Marco

Colaboradora: Adriane Lodi Castellani

Local: Faculdade de Educação D3 - sala 203

Vagas: 20

44. Projeto político-pedagógico: cadê você?

O título da oficina emergiu de inquietações de acadêmicos, professores e gestores que estão atuando em instituições de ensino, no momento em que foram desafiados a pensar sobre onde podemos encontrar o projeto político-pedagógico escolar. Inicialmente uma questão óbvia e com pouco sentido, considerando pesquisas, legislações e práticas cotidianas, mas a reflexão desinstalou o óbvio, cedendo lugar para várias hipóteses e incertezas.  Com os participantes da oficina pretendemos a partir das vivências, discutir o sentido, a representação e o endereço do projeto político-pedagógico. Além disso, destacaremos indicadores teórico-metodológicos que possam contribuir para a construção, vivência e avaliação deste documento escolar. O projeto político-pedagógico adquire significado e revela-se no cotidiano quando emerge das necessidades daqueles que o constituirão e o materializarão e quando possui relação com um projeto mais amplo de sociedade que se almeja, implicando reflexão constante sobre o feito, sobre as contradições da prática social e sobre os limites próprios que o processo de transformação apresenta. O encontro será desenvolvido com diferentes estratégias e recursos; com a colaboração da coordenadora e dos alunos Pós-Graduação Lato Sensu Políticas e Gestão da Educação, da Faed, Campus Lagoa Vermelha.

Professores: Eliara Zavieruka Levinski; Ilse Vanin

Colaboradores: Viviane Prates; Juliane Trevisan Guadagnin; Marly Webber; Magda Rejane Carvalho Cordeiro; Lenira Bombassaro; Lucélia Picoli de Assumpção; Lemira Bueno  Andrigue

Local: Faculdade de Educação D3 - sala 202

Vagas: 40

45. Discutindo a sexualidade com professores  

No cenário escolar as questões relacionadas à sexualidade são muito frequentes. Iniciação sexual precoce, promiscuidade, doenças sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada são situações com as quais o público estudantil se depara diariamente, tornando o educador um agente coparticipante do processo de amadurecimento sexual. Neste contexto, a efe­tividade de programas de orientação sexual reside na possibilidade de não restringir a informação sobre o cuidado com a saúde sexual e reprodutiva, ao mesmo tempo em que promove o conhecimento e o respeito de si e do parceiro(a). Este é um módulo de oficina que tem como objetivo proporcionar a discussão sobre a temática da sexualidade com professores da educação básica, no sentido de promover um espaço de diálogo, que favoreça uma melhor forma para se abordar tais aspectos. Para tanto, é pautado no acolhimento das dúvidas e fornecimento de subsídios diretos e adequados ao desenvolvimento e ao contexto das crianças e adolescentes, com vistas à formação de multiplicadores que promovam a informação e a saúde sexual. A ideia, portanto, é proporcionar um espaço de discussão/reflexão lúdico e informativo, com o intuito de envolver os participantes em um clima de confiança ética e abertura ao debate. As atividades serão diversificadas e primordialmente baseadas na experiência prática dos estagiários em Psicologia Escolar que desenvolvem dinâmicas voltadas ao levantamento e esclarecimento de dúvidas sobre sexualidade. Justifica-se na necessidade de capacitar profissionais da educação para o trabalho informativo/preventivo/reflexivo tendo como foco a sexualidade dos jovens, ao mesmo tempo em que atende aos objetivos e  compromisso social do projeto de extensão universitária Saúde na Escola, do qual participam os docentes e discentes proponentes da presente oficina. Saúde na Escola é um projeto integrante do CEUSC, sob a coordenação da Vice-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários da Universidade de Passo Fundo. 

Professores: Carla Tarsconi Ciomara Benincá; Mirna Branco

Local: Faculdade de Administração, Economia e Contábeis B6 – sala 103

Vagas: 20

46. O cuidar de si e do outro como facilitador do aprendizado: uma metodologia do vínculo

Entendemos que atualmente a forma como o processo de trabalho do professor se estabelece dificulta uma vinculação mais profunda destes com seus alunos, o que acaba por interferir no aprendizado. Aliado a isso, percebemos também a necessidade de encontrar meios para refletir junto aos alunos sobre visões de homem e de mundo, a fim de contribuir na constituição destes como sujeitos autônomos, auxiliando-os a se inserirem de forma crítica e responsável nos seus espaços de convivência e na sociedade como um todo. Para isso, propomos nesta oficina a apresentação de uma metodologia que busca problematizar, compreender e refletir sobre: histórias, contextos e saberes produzidos e vividos na dinâmica  relacional cotidiana entre professores  e alunos.  Espaço esse produtor de vínculos, subjetividades e cuidados, dimensão situada/sitiada entre o sofrimento psíquico e o bem estar/saúde mental. A oficina será realizada no formato da metodologia que pretendemos apresentar como possível ferramenta de ensino

Professores: Clenir M. Moretto; Hélio Possamai 

Colaboradores: Robert F. dos Passos; Natália V. De Souza; Anna C. Ferrari; Fernanda R. dos Santos; Willian Guimarães

Local: Faculdade de Administração, Economia e Contábeis B6 – sala 104 

Vagas: 30

47. Programa "saúde na escola" - como e por que se engajar nessa estratégia?

O Programa Saúde na Escola (PSE), instituído desde 2007, resulta do trabalho integrado entre o Ministério da Saúde e o Ministério da Educação, na perspectiva de ampliar as ações específicas de saúde aos alunos da rede pública de ensino: Ensino Fundamental, Ensino Médio, Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, Educação de Jovens e Adultos. O PSE contribui para a formação integral dos estudantes por meio de ações de promoção da saúde, prevenção de doenças e agravos à saúde e atenção à saúde, visando o enfrentamento das vulnerabilidades que comprometem o pleno desenvolvimento de crianças, adolescentes e jovens da rede pública de ensino. O PSE constitui estratégia para a integração e a articulação permanente entre as políticas  e  ações  de   educação  e  de  saúde,   com  a  participação da  comunidade  escolar, envolvendo as equipes de saúde da família e da educação básica.  As ações  em  saúde   previstas   no   âmbito   do   PSE  considerarão   a   atenção,  promoção, prevenção e assistência, e serão desenvolvidas articuladamente com a rede de educação   pública   básica   e   em  conformidade   com  os   princípios   e   diretrizes   do   SUS. As ações relacionadas a prevenção da obesidade, compreendem: avaliação clínica, avaliação nutricional, promoção da alimentação saudável,  atividade física e saúde. A educação e a saúde devem estar juntas na escola. A escola pode ser também um lugar de saúde. Partindo desta premissa, esta oficina objetiva apresentar estratégias de operacionalização das ações de promoção da saúde escolar aos professores da educação básica o Programa Saúde na Escola, com ênfase na prevenção da obesidade.

Professores: Kelen H.Schmidt; Francine Marchiori

Local: Faculdade de Educação D3 – sala 201 

Vagas: 20

48. Saúde e qualidade de vida: o papel da escola na saúde bucal

O aumento crescente da expectativa de vida faz com que se reforce a necessidade de que a vida, além de longa, deve ter agregado o aspecto qualidade, em todas as suas fases. Obviamente, um dos aspectos mais importantes para a qualidade de vida é a saúde.           Ao se pensar em saúde, reveste-se de particular importância a saúde bucal, cujos hábitos e cuidados já deveriam ser estimulados desde a infância. Para a consolidação destes hábitos é necessário motivação e reforço constante, e neste aspecto a família e a escola exercem um papel fundamental.      Esta oficina propõe-se a analisar com os educadores as causas mais frequentes das doenças bucais e as ferramentas de que dispomos para combatê-las, principalmente os aspectos preventivos. Busca-se historiar sobre aspectos pitorescos de como antigamente se cuidou da saúde bucal, além de fazer referência às novas tecnologias. Por fim, pretende-se nesta oficina sensibilizar os educadores para uma prática reflexiva, fomentando no espaço escolar possíveis intervenções que venham a ser desenvolvidas e que favoreçam a prevenção à saúde, entendendo que o processo de transformação das escolas implica em uma prática pedagógica de relevante função social. Palavras-chave: saúde bucal, qualidade de vida, prevenção, escola.

Professores: Maristela Piva; Orlando Vanin Trage

Colaboradores: Gustavo Piva Guazzelli; Simone Artifon

Local: Faculdade de Administração, Economia e Contábeis B6 – sala 105

Vagas: 40

49. A importância da construção da imagem pessoal e profissional para o trabalho

Cuidar da imagem é uma preciosa ferramenta de trabalho. O cuidado com a aparência, com a saúde, o bem estar afetam diretamente a autoestima e as nossas relações pessoais. Nesta oficina serão abordados alguns aspectos relevantes para a construção da imagem pessoal, bem como dicas de beleza, maquilagem, visagismo e cuidados relacionados à imagem pessoal. 

Professores: Margarete Rien; Micheline Teixeira 

Colaboradores: Acadêmicas do curso de Estética

Local: Centro de Educação e Tecnologia B3 Sala 227 & Laboratório de Estética e Cosméticos

Vagas: 40 

50. Tem chiclete na minha classe: questionando os hábitos comportamentais e cuidando do meio ambiente

A oficina apresentará uma pesquisa que  investigou os aspectos comportamentais relacionados ao uso do chiclete por estudantes universitários, buscando entender o que leva os mesmos a terem o hábito de mascar chiclete, além de conhecer sobre o descarte da goma de mascar.Na realidade acadêmica vê-se que muitas vezes o universitário “gruda” o chiclete em baixo das classes. Este mau hábito prejudica o meio ambiente, e denota que a conscientização ambiental ainda não faz parte da vivência de muitos universitários. Cabe a psicologia se inserir nestes espaços trazendo sua contribuição para influenciar o comportamento coletivo na busca das soluções de valorização ao meio ambiente. O estudo teve metodologia de pesquisa-ação.  O instrumento para a coleta de dados foi um questionário de questões objetivas que foi aplicado a 300 universitários do campus I da UPF, matriculados em 10 cursos diferentes. Viu-se também que 69%  dos alunos tem o hábito de mascar chiclete na universidade, contra  32% que não tem este hábito. Destes alunos que mascam chicle em sala de aula 88% responderam que descartam colocando o chiclete no lixo e apenas 5% admitiram grudar o chiclete embaixo das classes. Os dados apontam que a conscientização ambiental ainda não é frequente nos estudantes universitários. Denota-se o demasiado consumismo em nossa sociedade, também evidenciado no uso do chiclete. A maioria dos universitários mal sabe do que o chiclete é feito, mas mesmo assim o consomem. Entretanto tudo que se consome produz um lixo enorme, e sobre estes resíduos ainda há pouca discussão. Acreditamos que estes dados devem ser similares aos que podem ser encontrados em outras escolas da região, e, portanto, a pesquisa pode ser replicada e ampliada. A oficina discute, pois, formas de incentivar nossos alunos a cuidarem do meio ambiente, desenvolvendo ações políticas e educativas neste sentido.

Professores: Maristela Piva

Colaboradores: Amanda Valério Espindola; Elisiane Valandro; Lessandro Sassi da Silva; Lueli Baginski Moraes; Vania Maria Marafon

Local: Faculdade de Administração, Economia e Contábeis B6 – sala 106

Vagas: 40

51. Projetos de incentivo à leitura na escola: do planejamento à ação

A escola se configura como um espaço adequado e propício a ações que promovam e incentivem, cada vez mais, a leitura. Sabemos que a leitura, como prática social, gera aprendizagem, traz a informação, a cultura, estando extremamente vinculada ao desenvolvimento adequado das práticas de escrita. Nesse contexto, o projeto do curso de Letras “Autonomia e Letramento” traz esta oficina, com o objetivo apresentar e de discutir projetos de incentivo à leitura que possam ser desenvolvidos na escola. A proposta é destacar ideias que, de forma lúdica e envolvente, instiguem alunos e professores a ler cada vez mais. Estaremos evidenciando o Projeto Bookcrossing (livros livres), com os detalhes sobre seu funcionamento e implantação, bem como outras ações, a partir das quais, as escolas possam ampliar a democratização do acesso à leitura, a exemplo de saraus literários, grupo de contação de estórias, cirandas, atividades de troca-troca, entre outras. Com um maior número de leitores, consequentemente, teremos uma maior interação com a cultura escrita por parte dos professores, dos alunos e da comunidade, além de desenvolver continuamente suas respectivas competências leitoras. 

Professora: Luciane Sturm

Colaborador: Ana Carolina Zuchetto Cansi – Bolsista de Extensão – Projeto Autonomia e Letramento 

Local: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas B4 – sala 121

Vagas: 40

52. Fazendo a lição de casa

A oficina é parte do projeto de extensão da UPF denominado Fazendo a Lição de casa, ofertada desde 2011 para toda comunidade acadêmica, na qual ocorrem momentos de sensibilização, de ação e de orientações sobre a coleta seletiva dos resíduos na UPF e como se dá a destinação aos grupos de catadores/seletores do Projeto Transformação.  A oficina ter por objetivo realizar atividades através da sensibilização, ações práticas e acesso a informações que contribuam para o conhecimento sobre a segregação, coleta e destino correto dos resíduos produzidos nas nossas casas e instituições que atuamos. 

Professores: Carla Tedesco; Janaina Ortiz; Elisabeth Foschiera; Maritânia Morgan

Local: Faculdade de Administração, Economia e Contábeis B6 – sala 107 

Vagas: 60

53. (Re)significando as práticas avaliativas no processo inclusivo

A oficina busca possibilitar aos professores um espaço de escuta a respeito das dificuldades no processo avaliativo de alunos com necessidades educacionais especiais –NEP, levando em consideração os aspectos históricos das deficiências, bem como as possibilidades de interação/ inclusão dos alunos NEP na escola. Visa também, facilitar os processos que envolvem a inclusão, bem como os mecanismos que envolvem este processo, considerando o olhar como (re) significador no processo avaliativo, o qual possibilita desenvolver práticas inclusivas dentro da sala de aula considerando as especificidades de cada sujeito.

Professora: Teresinha Bastos Scorsato

Colaboradores: Cristina Ribas Teixeira; Thiane de Vargas

Local: Faculdade de Administração, Economia e Contábeis B6 – sala 109

Vagas: 30

54. Novos tempos, novas aprendizagens: uma discussão sobre a nova realidade escolar

Considerando o atual contexto da escola, cujos objetivos formam ampliados, ressignificando o lugar do sujeito na aprendizagem, observamos a importância dos estreitos laços entre o ensino médio e as aprendizagens.   Propomos através dessa oficina, oferecer uma alternativa por meio do Programa de Apoio a Aprendizagem do Estudante, oferecido pelo SAEs, apresentar o projeto das aulas de apoio, onde, por meio dele, oferecemos modalidades de ensino e aprendizagens que atendam as necessidades específicas de cada aluno e proporcione maior atenção às condições e realidades que ora ele apresenta, ampliando as redes de apoio as aprendizagens. É um espaço alternativo, organizado em pequenos grupos, dirigido por um professor ou um aluno interessado e envolvido no processo ensino-aprendizagem, denominado aluno apoiador. As aulas em pequenos grupos buscam resgatar a interação no processo ensino aprendizagem, a construção da autonomia, o compromisso e a responsabilidade nos estudos com maior qualidade e melhor desempenho, usufruindo o que a instituição proporciona enquanto vivência universitária.

Professores: Luiz Marcelo Darroz; Teresinha Bastos Scorsato

Colaborador: Guerti Kist

Local: Faculdade de Administração, Economia e Contábeis B6 – sala 110

Vagas: 25

55. O papel do intérprete de Libras na inclusão de alunos surdos

A oficina busca esclarecer aspectos referentes ao papel do tradutor/intérprete no âmbito escolar, para uma efetiva inclusão dos alunos surdos que utilizam Língua Brasileira de Sinais. Apresentar princípios básicos da atuação deste profissional necessários na relação professor - aluno surdo – intérprete. Formação e qualificação relacionadas à função que o Intérprete exerce. Apresentação de leis que regulamentam a profissão e o código de ética. Retomada histórica da trajetória deste profissional.

Professora: Teresinha Bastos Scorsato

Colaboradores: Andreia Mendiola; Aline Galina Veeck; Emanuelle Dalla Asta;  Fabiane Lima Cigognini; Francine Natália Pimentel; Juliana da Rosa Xavier; Tatiane Lima Cigognini

Local: Faculdade de Administração, Economia e Contábeis B6 – sala 111

Vagas: 25

56. Novos tempos, velhos conflitos: que aprendizagem é essa?

Da rigidez educativa a liberdade em excesso foi se tecendo modelos de educar impregnados dos ideais educativos de cientificidade formatando o sujeito em constituição. Para tanto, resgatar o sujeito da educação é recolocar em cena o desejo de aprender no ato de educar sem renunciar o lugar de suposto saber daquele que se autoriza a ensinar com todas as fraturas que esse ato implica.

Professores: Silvana Baumkartem; Teresinha Bastos Scorsato

Colaboradores: Ana Luiza Funghetti

Local: Faculdade de Administração, Economia e Contábeis B6 – sala 113 

Vagas: 25 

57. Criação de áudio para a educação

Esta oficina tem por objetivo capacitar os professores para a criação e edição de áudio a fim de ser utilizado na Escola, de diferentes maneiras: narrativa de poesias, contação de histórias, composição de músicas, rádio poste, entre outras. Será utilizado o software Audacity, que é um software livre de edição digital de áudio, é muito popular e possui disponibilidade para múltiplas plataformas, tais como Windows e Linux. 

Professores: Marco Antônio Sandini Trentin; Adriano Canabarro Teixeira

Colaborador: João Marcos Floriano

Local: ICEG B5 – Laboratório Central de Informática – sala 12

Vagas: 25

58. Aperfeiçoando apresentações multimídia com Microsoft PowerPoint

Atualmente, o meio em que vivemos está repleto de recursos e dispositivos tecnológicos, fazendo do computador uma ferramenta que vem auxiliar o processo ensino/aprendizagem nas questões do cotidiano trazidas até a sala de aula. É muito importante o compromisso do docente e escola de discutir e usar os aspectos da informática. Entretanto, apesar de muitas escolas possuírem tecnologias, muitas vezes elas não são interligadas com às atividades regulares da escolas, ficando trancadas em salas isoladas e longe do manuseio de alunos e professores, deixando de ser aproveitadas no ambiente escolar como instrumentos facilitadores do aprendizado. A simples mudança da forma de apresentação/exposição do conteúdo das aulas pode representar algo muito significativo no processo de aprendizagem. Para isso, hoje temos inúmeras ferramentas de apresentação multimídia, tal como Microsoft PowerPoint, que de maneira simples permitem a utilização de vídeos, áudios, animações e inserção de objetos que podem transformar a sala de aula oportunizando mais interatividade e despertando maior interesse dos alunos. Esta oficina destina-se a professores que já utilizam o PowerPoint e necessitam expor e comunicar ideias nos slides de forma objetiva, funcional e atraente com efeitos multimídia. Para a realização de apresentações atraentes e de qualidade é essencial a aplicação adequada de recursos de formatações, juntamente com o alinhamento de objetos e sequência de informações inseridas nos slides. 

Professor: Eder Pazinatto

Local: ICEG B5 – Laboratório Central de Informática – sala 16

Vagas: 30

59. O blog como recurso didático: ampliando o alcance do professor

O blog é um recurso tecnológico que possibilita produzir e publicar conteúdo para a internet.  É rápido e fácil de ser utilizado, dando visibilidade para o que é trabalhado em sala de aula e possibilitando a interação e a colaboração entre os alunos.  Durante a oficina, os participantes serão orientados para a construção de blogs e para a reflexão sobre seu uso no contexto educacional. 

Professora: Daniela de David Araújo

Colaborador: Daniel Dias

Local: ICEG B5 – Laboratório Central de Informática – sala 17

Vagas: 25

60. Gestão da secretaria escolar

A gestão da secretaria de uma escola depende, fundamentalmente, de profissionais bem preparados para exercer a função. O pleno funcionamento da secretaria escolar está ligado diretamente ao perfil, à habilidade e à competência do profissional que responde por ela, devendo compreender seu trabalho como imprescindível para o desenvolvimento da organização, sistematização e registro de todo processo escolar.A oficina Gestão secretaria escolar visa contribuir para o desenvolvimento e o aperfeiçoamento das competências profissionais necessárias ao cumprimento das atribuições do secretário escolar com enfoque nos seguintes temas: papel, perfil e deveres do secretário escolar; gestão; comunicação assertiva; qualidade no atendimento; arquivamento; gestão de conflitos; liderança e motivação; gestão do tempo.

Professora: Josete A. P. Stocco

Local: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas B4 – sala 233

Vagas: 20



 
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