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Uma Jornada de sentimentos

  • Por: Caroline Simor
  • Fotos: Gelsoli Casagrande

Participação do público, envolvimento da comunidade e interação com os autores marcaram a 16ª Jornada e a 8ª Jornadinha Nacional de Literatura

Foram cinco dias de movimentações artísticas e culturais que envolveram escritores, crianças, adultos e a comunidade. Ao longo da 16ª Jornada Nacional de Literatura e da 8ª Jornadinha Nacional de Literatura, milhares de pessoas aproveitaram o universo da literatura e trouxeram para a cidade o sentimento de partilha e de crescimento coletivo.

De acordo com o reitor da Universidade de Passo Fundo (UPF), José Carlos Carles de Souza, desde o cancelamento da Jornada em 2015, a Instituição buscou unir esforços para que o projeto não fosse abandonado e que, assim que possível, retornasse com força. Reformulada e transformada, a Jornada conquistou o seu objetivo de ser uma movimentação integradora, aberta e capaz de acompanhar as mudanças da sociedade. “Estamos encerrando uma semana memorável, oportunidade em que recebemos milhares de pessoas, principalmente de crianças, que vieram participar da Jornada. Para mim, enquanto gestor da Universidade, é algo que emociona, orgulha e que reafirma o compromisso de todos com o grande propósito da Instituição, que é estar, cada vez mais, próxima da comunidade. Superamos todos os desafios para que o objetivo maior, que é a formação de leitores, aconteça de forma efetiva e qualificada”, pontuou.

Como avaliação final, o reitor José Carlos ponderou: o que representou tudo isso para as crianças, para as famílias, para as escolas e para a cidade? Para ele, representou a grandiosidade da cidade, da comunidade e da Universidade. “A Jornada mostrou a grandiosidade do que temos e do que somos. A Jornada conseguiu ampliar sua abrangência e levar a literatura, a arte e a cultura para os mais diversos espaços, trabalhando na construção de uma sociedade muito mais preparada para enfrentar as questões sociais da atualidade, olhando para frente e não para trás”, declarou.

Resultado de um trabalho coletivo e de um esforço que antecedeu a realização do evento, a Jornada também foi um espetáculo de encontros, vivências e manifestações pela cultura e pela literatura. Na opinião da vice-reitora de Extensão e Assuntos Comunitários da UPF, Bernadete Maria Dalmolin, a Jornada foi um momento de ampliação do desejo da Universidade de estar em contado com os leitores. “A sensação é de bem-estar, alegria e realização. Ao longo do caminho, sentimos as pessoas desejosas que a arte e a literatura fossem esse instrumento transformador da sociedade. Fizemos um trabalho coletivo, unido e que consolidou ainda mais essa movimentação que, temos certeza, não terá fim”, destacou.

Movimentação nas livrarias
Além de oficinas, seminários, debates, sessões de autógrafos e conferências, a Jornada também foi marcada pela intensa movimentação das livrarias. 

Entre os livros mais vendidos estão: 
Monstros do Cinema – Daniel Kondo
Mais de 100 Histórias Maravilhosas – Marina Colasanti
Olho d’Água – Conceição Evaristo
A Arma Escarlate – Renata Ventura
Condomínio dos Monstros – Alexandre de Castro Gomes