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RPPN UPF recebe atividade do Acampamento da Criança com Diabetes

  • Por: Assessoria de Imprensa
  • Fotos: Divulgação/UPF

Entre os dias 26 e 29 de outubro, mais de 50 crianças e adolescentes com diabetes tipo I (DM1) se reuniram na Universidade de Passo Fundo (UPF) para o 5º Acampamento da Criança com Diabetes. O evento contou com diversas atividades, dentre elas uma visita à Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) da UPF. A atividade aconteceu no sábado, dia 28, pela manhã. Na oportunidade, as crianças menores de 12 anos acompanharam as atividades típicas de uma fazenda no Cepagro, enquanto os maiores de 12 anos realizaram uma visita aos espaços naturais da Reserva.

As atividades foram desenvolvidas pelos estagiários do projeto “RPPN UPF: área protegida educadora” e acompanhadas de perto pelos monitores e estagiários da projeto Acampamento da Criança com Diabetes. Durante a visita foi realizada uma atividade física com caminhada nas trilhas. Ao longo do passeio, as crianças receberam informações sobre a vegetação da área, a importância da conservação da floresta para a conservação da qualidade das águas, com destaque ao Arroio Miranda.

Conforme o professor Jaime Martinez, que coordena o projeto de extensão, que promove as visitas à RPPN, durante a atividade foi feita uma pequena competição, dividindo a turma em quatro equipes: Graxaim, Mão-Pelada, Tatu-Mulita e Coati. “Cada equipe foi acompanhada por um estagiário da RPPN e por dois monitores do Acampamento. A tarefa foi localizar as armadilhas fotográficas dentro da área. As armadilhas ficaram armadas três dias antes, e depois de localizar as mesmas, fez-se uma comparação entre o número de espécies registradas por cada armadilha fotográfica, ganhando a equipe com o maior número de registros”, conta ele, destacando que os animais silvestres registrados foram Veado-Mateiro, Coati, Graxaim-do-Mato, Tatu, e Cutia.

A visita foi acompanhada pelos estagiários de Ciências Biológicas Karen Petry e Vinicius Audino, além da mestranda de Ciências Ambientais Vanessa Bortoncello. “A lição que tiramos dessa interação é a necessidade de cuidarmos da vida em diferentes compartimentos e territórios, e esse cuidado necessita ser constante, ser monitorado, seja com nossa saúde, seja com a qualidade da natureza”, finaliza o professor.