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Acadêmico da UPF desenvolve projeto de automação residencial

  • Por: Assessoria de Imprensa
  • Fotos: Divulgação

Projeto foi desenvolvido de forma experimental a partir do conteúdo aprendido em sala de aula

Um dos maiores desafios do mundo acadêmico é unir a teoria estudada em sala de aula à prática necessária no dia a dia da profissão. E foi a partir desse princípio que o acadêmico do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da Universidade de Passo Fundo (UPF), Campus Casca, Fabricio Bedin, resolveu levar o que aprendeu na sala de aula para sua própria casa. 

Utilizando Arduino, Firmata e Jhonny Five, o acadêmico criou um sistema que controla vários sensores instalados dentro de casa e joga os dados no Firebase (banco de dados na nuvem). A partir disso, o acadêmico desenvolveu um aplicativo Android que controla e faz a leitura desses dados. “Com esse aplicativo, eu tenho o controle de várias coisas da minha casa. Consigo, por exemplo, ver o status das portas e janelas, se estão abertas ou fechadas, horários que foram abertas ou fechadas, e consigo ativar para receber notificações em meu celular quando alguma for aberta. Caso esteja chovendo e alguma janela estiver aberta, eu recebo uma notificação para fechá-la”, explicou o acadêmico. Bedin consegue, ainda, com o aplicativo, ligar e desligar as lâmpadas e ver o status atual delas, mesmo com alguém ligando ou desligando de forma manual. “Fiz também um alarme a partir de lasers. Se alguém passar por eles, dispara um som no local e eu recebo uma notificação do alarme disparado. Ainda devo adicionar sensores de temperatura, umidade e fumaça”, completou.  

Todo o projeto foi feito basicamente com componentes de sucata e alguns itens comprados, totalizando um valor de cerca de R$40,00. Na opinião do acadêmico, ainda há muito a ser feito. “Teria muita coisa ainda para fazer. O projeto do jeito que está hoje precisa de cabos, mas já estudei uma forma de fazer tudo sem cabos. Tem umas coisas ainda incompletas, mas não é nada muito avançado, só peguei a ideia que o professor passou em aula e coloquei mais controles e sensores”, comentou Bedin.